quinta-feira, 19 de abril de 2007
Precatórios do IPS
sexta-feira, 13 de abril de 2007
SindSeps no A TARDE - Tempo Presente
Por Rita Conrado
Em assembléia realizada ontem, servidores da Prefeitura Municipal do Salvador resolveram partir para cima do prefeito João Henrique Carneiro. Não vão mais aguardar por mudanças e pela solução de problemas confiados ao prefeito eleito. A frase de um sindicalista mais exaltado deu tom da reunião: “Este prefeito é mais um descompromissado com a categoria. Vamos para o pau. Não vamos mais passar os problemas dos servidores para a prefeitura resolver. Assim como fizemos campanha para ele se eleger, faremos para derrubá-lo”. Na íntegra.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Assembléia Geral dos Servidores Municipais
Protestos e Passeatas
Contratados através de empresas de mão-de-obra, ou através da prefeitura diretamente, os funcionários assinaram o contrato para receber até o dia 20 de março.
A revelação foi feita por diretores do SINDSEPS, acrescentando que os serviços foram prestados nas secretarias de serviços públicos, da Saúde, dos Transportes e Infra-Estrutura, e nos serviços de vigilância pública, entre outras.
A expectativa é que, alguns representantes dos trabalhadores sejam recebidos por gestores municipais para conversar sobre a situação. Caso não recebam pagamento da prefeitura até sexta feira, dia 13 de abril, vão começar a fazer protestos e passeatas.
SindSeps diz não ao bilhete eletrônico
domingo, 8 de abril de 2007
Usina de asfalto da Sumac: um típico cenário de desrespeito aos direitos


Mais do que desrespeitar as condições mínimas de trabalho, a usina de asfalto da Sumac viola os direitos humanos do servidor municipal.
Os trabalhadores manuseiam substâncias químicas lesivas ao corpo humano sem qualquer proteção, sob o risco de a qualquer vacilo serem contaminados. Além do cheiro corrosivo do betume, ainda trabalham sem luvas, capacetes nem mascaras, alguns calçando sandálias de dedo. O Equipamento de Proteção Individual (EPI) e o fardamento são espécies de privilégios para poucos. O fato é que no final da jornada de trabalho os operários deixam a aparência humana de lado para encobrirem a face com uma máscara escura e pegajosa, oriunda das péssimas condições de trabalho a que são submetidos pela Prefeitura Municipal de Salvador.