quinta-feira, 31 de maio de 2007

SINDSEPS critica nomeação de militar para a SET

É praticamente uma declaração de guerra: o SINDSEPS através da Associação dos Servidores em Transporte e Trânsito do Município (Astram) não quer nem ouvir falar no nome do coronel Adelson Guimarães, que assumiu esta semana a Superintendência de Engenharia de Tráfego (SET) no lugar de Cristina Aragón.
Para o sindicato, a militarização da SET é um retrocesso e que vai prejudicar a população. Ontem à tarde, eles se reuniram com o secretário de Transporte e Infra-estrutura (Setin), Pedro Dantas, para quem comunicaram a reprovação da categoria ao nome do militar.
Guimarães tomou posse na SET anteontem, em cerimônia realizada no gabinete da Setin, mas desde que sua nomeação foi publicada no Diário Oficial do Município em 25 de maio, a Astram vem articulando ações em resposta àquilo que considera uma “clara intenção de militarizar a autarquia que caminhava a passos largos para esquecer o nefasto período em que conviveu sob essa prática”, segundo nota distribuída pela entidade nas ruas.
Com o advento do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503, de 23/09/97),
a SET se estabeleceu como órgão executivo, tendo a responsabilidade de implantar
a municipalização. E uma característica básica desse processo é o
desenvolvimento de ações realizadas por civis, numa tendência à educação no
trânsito em contraposição à figura do militar, que tende a tratar tudo como uma
questão policial, com blitze ostensivas e intimidação
.

terça-feira, 29 de maio de 2007

ASSEMBLÉIA GERAL NESTA QUINTA-FEIRA (31/05)

SERVIDOR VENHA DECIDIR - VOTAR E CONHECER AS RESPOSTAS E PROPOSTAS DO PREFEITO À NOSSA PAUTA DA CAMPANHA SALARIAL DE 2007
O quê?
Assembléia Geral do SINDSEPS
Por que?
Campanha Salarial 2007
Quando?
31 de maio de 2007, às 18h30
Onde?
APLB, Rua Francisco Ferraro, Nazaré (ao lado do Colégio Central)

Os servidores municipais amargam perdas acumuladas de 127,19%, segundo cálculos do DIEESE. A categoria teve direitos cassados por esta Administração no que toca às assistências à saúde, social e previdenciário. Os projetos de Planos de Cargos, Carreiras e Salários não saíram do papel e não são democraticamente discutidos com a massa dos servidores, que convivem com a falta de isonomia, com os desvios de função, ausência de carreira e baixa valorização.
Sem falar nas péssimas condições de trabalho - a exemplo da SMS, SUMAC, SESP - na terceirização, na farra dos cargos comissionados e nas indicações de caráter meramente políticos, que comprometem a eficiência e qualidade dos serviços prestados à população.
A pauta de reivindicações entregue ao Prefeito em abril representa uma busca de REPARAÇÂO para toda esta situação, bem como uma oportunidade para que o GOVERNO JOÂO HENRIQUE recupere um pouco do apoio e da credibilidade que conquistou com as promessas de campanha.


JH RESGATA DITADORES DO CARLISMO RADICAL

Odiado por uns, e detestado por outros, o coronel da Polícia Militar, Adelson Guimarães de Oliveira é o novo titular da Superintendência de Engenharia de Tráfego de Salvador. Bacharel em Direito pela Universidade Católica do Salvador, Adelson Guimarães que não tem nenhuma experiência na área de engenharia de tráfego, foi convidado para substituir Cristina Aragon, convidada a pedir exoneração da função, na manhã de quinta-feira, 24 de maio.
O mais curioso é que Adelson Guimarães já foi comandante dos 5º e 16° Batalhões da PM; assessor do secretário de Segurança Pública da Bahia em governos carlistas e comandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças, portanto em seu currículo não constam nada que justifique sua nomeação.
Sua nomeação é vista como uma péssima atitude do prefeito que em seu projeto de reeleição vem cedendo a pressão do PMDB por cargos na administração municipal de Salvador resultou ontem na demissão de assessores para satisfazer sua base aliada deixando a cidade no segundo plano.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

SINDSEPS critica "política de remuneração"

Para os Servidores Públicos Municipais, não é possível continuar trabalhando sem um plano de cargos e salários dignos. A forma atual além de não recompor as perdas salariais do conjunto dos Servidores, também divide a categoria, aumenta as distorções, penaliza os Aposentados e Pensionistas e continua com a lógica perversa das Gratificações.
Essa “política de remuneração” não valoriza o Servidor Público municipal, porque continua com a lógica da divisão, jogando servidor contra servidor.
Agora é hora de construir nossa campanha salarial em cada local de trabalho, em cada Órgão Público, em cada autarquia. Precisamos estar conscientes da necessidade de fazermos a disputa e de consolidarmos a nossa posição com todos juntos na luta pelas seguintes reivindicações emergenciais:
  1. Solução para assistência social, saúde e previdenciária
  2. Paridade entre ativos, aposentados e pensionistas
  3. Reposição emergencial de 127, 19%
  4. Incorporação das Gratificações
  5. Diretrizes de Planos de Carreira já
  6. Piso Salarial de R$ 570.00
  7. Implantação do auxilio transporte

SINDSEPS defende novo modelo de gestão

As futuras aposentadorias dos servidores é uma das permanentes preocupações do Sindicato que, ao longo do tempo, vem discutindo com a administração um novo modelo de gestão.O atual modelo não oferece condições de transparência e tranqüilidade para o futuro.
A assistência médica digna, assim como a Previdência são dois benefícios de extrema importância para o trabalhador. Nesses dois itens, o Sindicato, como legítimo representante dos interesses dos trabalhadores, exige estar presente nos colegiados de gestão e administração, representando a parcela de contribuição dos trabalhadores.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Não podemos deixar como está

1) A política que o governo municipal chama de "política de valorização do servidor" não é considerada pelos servidores de valorização. Ela não altera em nada o vencimento básico que, mais uma vez, fica congelado em valores próximos ao do salário mínimo. Há apenas um aumento na política de gratificação.

2) A atual política salarial do governo municipal amplia a instabilidade do servidor. Há várias razões para essa afirmação:

a) A parte variável fica maior, mas é justamente essa parcela do salário que pode ser retirada ou diminuída a qualquer momento com base na Emenda Constitucional Nº. 19 e na Lei de Responsabilidade Fiscal, pois, as gratificações e adicionais não são salário e podem ser legalmente retirados;
b) A ampliação dessa parcela não permite o impacto sobre vários direitos, como por exemplo, adicional por tempo de serviço e horas extras, adcional noturno, periculosidade etc.;
c) Fica cada vez mais distante a incorporação das gratificações aos salários, quando se aumenta as gratificações e se congela o vencimento básico.
Essa atual política discrimina os aposentados e pensionistas e amplia os problemas criados pelos governos anteriores. Os aposentados continuarão recebendo valores menores que os ativos, porque é mantida a distorção entre ativos, aposentados e pensionistas. É reforçada a idéia de que não há mais reajuste salarial e sim, correção permanente das gratificações. Novamente, é o “bombom” envenenado que coloca a idéia de dinheiro no bolso imediatamente em contradição com a idéia de políticas salariais justas e permanentes. No caso dos servidores, segundo a Constituição, o único valor que não permite diminuição é o do vencimento básico.
Com essa política salarial diversas carreiras terão seu vencimento básico representando cerca de 25% da totalidade dos seus salários. Imaginem: 75% dos salários podem ser retirados a qualquer momento dependendo da política do governo e se chegar o momento da aposentadoria !

INSTALAÇÕES DA USINA DE ASFALTO DA SUMAC EM PIRAJÁ





quarta-feira, 16 de maio de 2007

Descaso da Sumac

Moradores da Rua do Gravatá, em Nazaré, interromperam o trânsito na via para exigir da prefeitura melhorias de infra-estrutura e saneamento básico no local. Eles alegam que acontecem sucessivos alagamentos, na época de chuvas, no Beco dos Escravos, onde mora parte dos manifestantes. Contêineres para recolhimento de lixo foram usados para impedir a passagem de carros, o que obrigou equipes da Polícia Militar e da Superintendência de Engenharia de Tráfego (SET) a fazerem desvios de rota, que ocasionaram congestionamentos na região.
O superintendente de Manutenção e Conservação da Cidade (Sumac), Wellington Pereira, esteve no local do protesto e foi cercado pelos moradores, que exigiram providências. Ele afirmou que o Beco dos Escravos é uma ocupação irregular e que a galeria de drenagem da Baixa de Sapateiros não comporta o volume de água que acomete a região em épocas de chuvas. Uma intervenção realizada em dezembro por técnicos do órgão não surtiu os efeitos desejados. Cinco alagamentos foram registrados desde então.