Guardas municipais de Salvador entraram em conflito na manhã desta quinta-feira (28) durante a paralisação da categoria. Cerca de 50 servidores estavam reunidos na porta da Guarda Municipal, na avenida San Martin, quando começou a confusão. A mobilização faz parte da campanha salarial dos servidores da capital.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, aproximadamente oito guardas municipais, que não aderiram à paralisação, entraram em confronto com outros servidores.
Segundo o diretor, os funcionários contrários à manifestação ameaçaram os colegas com facas. O guarda municipal, Rafael de Oliveira Rocha, chegou a ser agredido e prestou queixa na delegacia.

Funcionários da Secretaria da Fazenda paralisam atividades nesta sexta
A TARDE On Line
Os servidores da Secretaria da Fazenda Municipal de Salvador interromperão suas atividades por 24 horas nesta sexta-feira, 29. O movimento é parte da campanha salarial dos servidores municipais que, desde a semana passada, vêm paralisando o trabalho em vários órgãos da administração municipal.
Segundo Gustavo Mercês, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, a paralisação dos funcionários da Secretaria da Fazenda encerra o cronograma de interrupções de serviços municipais e dá início ao planejamento de greve geral da categoria, caso a prefeitura não apresente proposta já para ser votada em Assembleia Geral marcada para as 17h30 de terça-feira, dois de junho.
Protesto - Durante a manhã desta quinta-feira, 28, Cerca de 250 servidores da Guarda Municipal participaram do movimento de campanha salarial e fecharam a avenida San Martin das 10h às 12h. Por volta das 6h da amnhã, servidores que aderiram ao movimento do sindicato e os que não aceitaram interromper o trabalho se confrontaram no pátio da sede da Guarda.
Os servidores pedem 50% de aumento do
salário base da categoria - R$465,00 - e a garantia do serviço de assistência médica, cancelado desde sete de janeiro de 2009, quando a Prefeitura anunciou uma reforma administrativa na estrutura do governo.
De acordo com Mercês, o pedido de aumento salarial pretende corrigir perdas acumuladas desde o último reajuste concedido pela prefeitura, em 1995. Sobre os planos de saúde, o sindicalista afirma que a mudança operada pelo executivo no início de 2009 acabou com Instituto de Previdência Salvador, responsável pelos serviços de assistência médica e aposentadoria dos servidores, e o susbtituiu pelo Previs, que contempla apenas o plano de previdência dos trabalhadores municipais.
De acordo com a Secretaria de Comunicação da Prefeitura, a pauta de reivindicações dos servidores está em análise e ainda não há uma data definida para a apresentação de uma contra-proposta.
Para Ana Georgina Dias, supervisora do Departamento Intersindidcal de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) seção Bahia, "embora 50% de aumento pareça um valor irreal nessa conjuntura
econômica, é perfeitamento justificável e defensável porque essas são perdas que vêm acontecendo ao longo de vários anos". Dados do Dieese informam que este aumento corresponderia a um aumento real de 41,8% no poder de compra do trabalhador, levando em conta o pedido dos servidores e os descontos referente à inflação registrada pelo instituto no último ano (5,79%).
Agentes de combate a Endemias fecham trânsito no ComércioO trânsito na região do Comércio ficou lento no começo da tarde desta quinta-feira (28), por conta de uma manifestação dos Agentes de Combate a Endemias. De acordo com informações da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), os manifestantes fecharam a via da avenida contorno, mas já terminaram com o protesto.
Ainda segundo a Transalvador, o motorista também enfrenta lentidão nas ruas França, Miguel Calmon e Estados Unidos, no Comércio. Na avenida Bonocô, o tráfego é intenso por conta de obras de recapeamento na via.
A Transalvador registrou até o momento, às 14h30, três acidentes sem nenhuma vítima. As outras vias da capital seguem com trânsito fluindo normalmente.
Protesto da Guarda Municipal fecha a San Martin por 2hPaula Pitta A TARDE On Line
Os servidores da Guarda Municipal liberaram, às 12 horas desta quinta-feira, 28, o trânsito na avenida San Martin depois de duas horas de protesto e engarrafamento nos dois sentidos da via. O movimento é parte da campanha salarial dos servidores que, desde a semana passada, vem paralisando as atividades em vários órgãos da administração municipal. O major da Polícia Militar (PM) Jassilandro, responsável pela 9ª CIPM, que esteve no local acompanhado de equipes das Rondas Especiais da PM (Rondesp), chegou a chamar reforços para liberar a via. Antes, os policiais tentaram negociar com o comando da paralisação, mas eles diziam que só liberariam o trânsito com a presença do secretário de administração, Pedro Dantas, ou do prefeito João Henrique. Mas após duas horas de protesto, aceitaram finalizar o bloqueio da via, alegando respeito à população. Enquanto o protesto durou, o clima ficou tenso entre os manifestantes e policiais militares. Os sindicalistas reclamavam de empurrões por partes dos PMs, enquanto os policiais alegavam que os manifestantes incitavam o confronto. O major Jassilandro tentou convencer, sem sucesso, os servidores municipais a liberarem parte da via, permitindo a passagem de parte da população.
O congestionamento se estendeu por toda a avenida San Martin e ultrapassou o bairro do Retiro. Quem ficou preso no engarrafamento criticou os manifestantes. "O movimento é válido, mas vá para frente da Prefeitura. Não atrapalhe a população", reclamou Cristiano Lisboa, que perdeu um compromisso profissional por conta do bloqueio na pista. Quem também demonstrava indignação era o motorista Nilton Bernardinho, que transportava produtos perecíveis para um supermercado. "Está descongelando tudo. Não existe isso de trancar a rua. A polícia tinha que tomar uma providência", protestava. Agressão - No começo da manhã, aconteceram confrontos no pátio da sede da Guarda Municipal entre servidores que aderiram ao movimento do sindicato e os que não aceitaram interromper o trabalho. A confusão aconteceu por volta de 6h, quando os sindicalistas chegaram ao local. Os manifestantes alegam que um agente cortou o fio do microfone e, em reação, eles trancaram alguns servidores que não aderiram ao movimento no prédio da Guarda Municipal. Em meio a confusão, o guarda municipal Rafael Oliveira disse ter levado pancadas com cacetetes dos colegas que tentavam impedir o fechamento dos portões. Ele apresentava o punho vermelho e inchado. O coronel José Alberto Guanaes, superintendente do órgão, classificou a ação dos sindicalistas como piquete agressivo o que é proibido por lei, segundo ele. Sobre a suposta agressão, o coronel Guanaes orientou o servidor a prestar queixa na Corregedoria do órgão.
Cerca de 250 servidores da Guarda Municipal participaram do movimento nesta quinta e apenas cinco viaturas do órgão saíram às ruas. Os guardas reivindicam adicional de risco de 40% e reclamam de ter apenas um fardamento. O coronel Guanaes disse que o novo fardamento está sendo providenciado pela Secretaria Municipal de Planejamento (Seplag) e pediu uma alteração na lei que concede adicional para os servidores municipais. Mas, de acordo com ele, um parecer da Procuradoria Geral do Município (PGM) informa que os guardas municipais não teriam direito a esse benefício, o que é contestado pelo coronel.Além das reivindicações específicas dos guardas, os servidores municipais em geral pedem 50% de reajuste salarial, assistência médica e melhoria nas condições de trabalho. Nesta quinta, eles também pararam o trabalho na Sesp, no prédio ocupado pelo órgão na Praça da Sé.
Paralisação de guardas municipais gera conflito28/05/2009 - 10h42m
*Da Redação
redacao@portalibahia.com.brGuardas municipais de Salvador entraram em conflito na manhã desta quinta-feira (28). O motivo foi a manifestação realizada por cerca de 50 guardas na porta da Guarda Municipal, na avenida San Martin. A mobilização faz parte da campanha salarial dos servidores da capital. Hoje, os guardas municipais paralisaram as atividades.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, a confusão começou quando aproximadamente oito guardas municipais, que não aderiram à paralisação, entraram em confronto com o movimento grevista no local. Segundo o diretor, os servidores contrários à manifestação ameaçaram os colegas com facas. O guarda municipal, Rafael de Oliveira Rocha, chegou a ser agredido e prestou queixa na delegacia.
Servidores da saúde fazem paralisação hoje (27) Sucom suspende atividades nesta segunda (25)Servidores da Transalvador fazem paralisaçãoAlém da reivindicação para a criação de um piso salarial para os servidores municipais e 50% de reajuste em cima desse piso, os guardas municipais reivindicam o adicional de risco de 40% e mais um fardamento para poder trabalhar, já que eles só possuem um. Além disso, Gustavo Mercês informou que todo o equipamento de segurança dos guardas municipais foram adquiridos com recursos dos próprios guardas.
Ainda segundo o diretor do sindicato, os agentes de fiscalização da Sesp também paralisaram as atividades hoje. Mercês informou que foi mantido o efetivo de 30% dos guardas municipais garantidos por lei. Nesta sexta-feira (29) é a vez dos servidores da Secretaria da Educação. As paralisações iniciaram no último dia 20 e já atingiram diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag), Secretaria Municipal de Saúde e Sucom. Os servidores vão se reunir em assembleia às 17h30 do dia 2 de junho, no Sindicato dos Bancários, quando podem definir pela greve geral, que vai atingir os 22 mil trabalhadores da prefeitura.
Confusão marca protesto na sede da Guarda MunicipalServidores municipais afirmam que foram agredidos em manifestação na manhã desta quinta-feira
O início da paralisação dos guardas municipais, na manhã desta quinta-feira (28), foi marcado por muita confusão. De acordo com Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), oito funcionários teriam tentado tirar o carro de som da sede da instituição, na Avenida San Martim, além de entrar em conflito com os manifestantes.Um dos guardas municipais, de prenome Rafael, que alegou ter sido agredido no tumulto, foi à Delegacia de Polícia de São Caetano para prestar queixa. "Foram oito encarregados que vieram aqui, para tumultuar. Só nos resta saber agora quem foi que mandou eles fazerem tudo isso", disse Mercês.Além da Guarda Municipal, os agentes de fiscalização da Sesp também estão interrompendo hoje suas atividades por 24 horas. As manifestações fazem parte do cronograma de paralisações do Sindseps. Desde a semana passada, o movimento já atingiu a Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop, SMA, Secretaria de Saúde e a Vigilância Sanitária. Amanhã, último dia de protesto, será a vez da Sefaz, Educação e Desal.Os manifestantes reivindicam um reajuste salarial de 50%, a implantação de plano de saúde para os funcionários municipais e melhores condições de trabalho. No caso da Guarda Municipal, há um pedido a mais. "Eles não contam com os 40% de risco de vida e reclama que só têm um fardamento para trabalhar", lembrou Gustavo Mercês.O Sindseps alega que até o momento ninguém da prefeitura entrou em contato com os líderes do movimento. Na próxima terça-feira (2) será realizada uma assembleia, quando poderá ser anunciada greve geral dos servidores municipais.
..:: 28/05 -
Guardas Municipais bloqueiam a Avenida San Martimhttp://www.aratuonline.com.br/2009/noticia/25481,guardas-municipais-bloqueiam-a-avenida-san-martim.htmlUma manifestação dos Guardas Municipais está deixando o trânsito congestionado, neste momento, na Avenida San Martim. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), eles estão bloqueando a via nos dois sentidos, reivindicando melhores condições de trabalho.
Protesto dos servidores termina em confusãoKaroline Meira
O protesto do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps) realizado na manhã desta quinta-feira (28) acabou em confusão. A manifestação, cujo o objetivo é o aumento salarial dos servidores, foi realizada na frente da sede da Guarda Municipal, na Avenida San Martin.
A briga começou quando os guardas que não aderiram ao movimento, e estavam de plantão, entraram em confronto com os grevistas, impedindo o fechamento dos portões.
Um dos guardas, identificado como Rafael de Oliveira Rocha, foi agredido com cacetete e chegou a prestar queixa.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, os servidores que não participavam da manifestação ameaçaram os colegas com facas.
A reivindicação dos servidores é 50% de reajuste salarial, assistência de saúde e melhoria nas condições de trabalho.
Paralisação de guardas municipais gera confusão
Arysa Souza, do ITAPOAN ON LINE
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A manifestação dos servidores e guardas municipais na Avenida San Martin terminou em confusão na manhã desta quinta-feira (26/05). Alguns dos trabalhadores que não aderiram à paralisação entraram em conflito com os manifestantes quando eles tentavam fechar os portões de acesso à sede da Guarda Municipal.
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Confira mais notícias no Itapoan NewsA categoria, que bloqueou os dois sentidos da avenida, reivindica melhores condições de trabalho, segurança e adicional de periculosidade
GUARDAS MUNICIPAIS SE ENFRENTAM EM PROTESTO14:31:04
Uma paralisação da Guarda Municipal, que está em campanha salarial em Salvador, provocou o confronto de colegas de farda na Avenida San Martins, na manhã desta quinta-feira (28). Cerca de 50 patrulheiros estavam reunidos na porta da corporação protestando contra a direção da guarda quando outros soldados que não faziam parte do movimento chegaram a iniciaram uma confusão. A certa altura, alguns deles sacaram facas e ameaçaram os colegas ligados ao Sindicato dos Servidores de Salvador, quando teve início uma briga. Um guarda, Rafael de Oliveira Rocha, recebeu um golpe e relatou que prestará queixa na polícia.
Protesto de servidores termina em briga na sede da Guarda Municipalpolítica livre
Um protesto do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps) terminou em agressões físicas na manhã desta quinta-feira, na frente da sede da Guarda Municipal, na Avenida San Martin, em Salvador. Os sindicalistas chegaram ao local por volta das 8h e trancaram os portões para impedir o acesso dos trabalhadores. No entanto, guardas que estavam de plantão entraram em confronto com os manifestantes.
Com os punhos e o braço machucados, o guarda municipal Rafael Oliveira disse ter levado pancadas com cacetetes dos colegas que tentavam impedir o fechamento dos portões. Representantes do Sindseps afirmam que fios do microfone utilizado no carro de som foram cortados. O superintendente da Guarda, coronel José Guanais, nega que tenha havido retaliações e afirma que as agressões aconteceram porque o sindicato teria sido hostil na hora de iniciar a manifestação.
Cerca de 250 pessoas se concentram na frente da sede da Guarda Municipal. Apenas cinco viaturas do órgão foram às ruas para trabalhar nesta quinta. Desde o início do mês, o Sindseps realiza paralisações de um dia em diferentes órgãos municipais dentro da campanha salarial da categoria. A reivindicação dos servidores é 50% de reajuste salarial, assistência de saúde e melhoria nas condições de trabalho. Informações do A Tarde On Line.