sábado, 18 de julho de 2009

SERVIDORES AGRADECEM AO RADIALISTA BATATINHA

Os servidores municipais agradecem ao radialista batatinha por toda a contribuição dada à campanha salarial dos servidores da prefeitura de salvador. Batata é sem dúvida um dos grandes nomes do rádio baiano. Atualmente é titular absoluto do programa “As broncas do Batatinha ”, um dos carros chefes da Rádio Nova Salvador FM .

Possuidor de uma voz inconfundível e de um talento sem igual, tem sido sempre requisitado para trabalhar em favor das causas mais nobres. Ao amigo Batata, os servidores agradecem profundamente o seu apoio.

Parabéns Batata, realmente você é o cara, merece tudo de bom!

ESSA CAMPANHA SALARIAL TEVE UM SABOR MUITO ESPECIAL...

Essa campanha teve um sabor muito especial para os trabalhadores e para o sindicato. Nunca o governo municipal jogou tão pesado e de forma tão desrespeitosa contra a organização dos trabalhadores: tentou impedir diretores de entrar nos órgãos da PMS, ameaçou cortar o ponto, escalou espiões para ir as assembléias, soltou informações erradas nos meios de comunicações, dentre outros abusos.

Mas, mesmo com toda a pressão e com as inúmeras ameaças, os servidores municipais não se intimidaram diante das investidas do município na tentativa de inviabilizar a nossa luta. Para Saulo Borges, Coordenador de Políticas Sindicais do SINDSEPS, “politicamente a categoria sai fortalecida, embora não se tenha avançado na questão econômica”. Segundo o diretor, “essa data base irá entrar para a história, pois a avalio como bastante positiva”.

Dentre os avanços desta campanha, pode-se destacar o acordo para implantação da assistência a saúde e a realização de concursos públicos que foi uma luta conjunta do SINDSEPS com APLB. Este é um ponto bastante importante, porque a terceirização repercute na capacidade financeira do município, e o que é pior, cria uma nova categoria de trabalhadores que, precarizada, torna-se um “pau pra toda obra” dificultando, em alguns setores, a ação sindical.

Segundo Borges “é preciso que categoria continue mobilizada para fortalecer o SINDSEPS, apoiando os representantes dos servidores nos diversos Grupos de Trabalho”. O apoio dos servidores, que foi decisivo para o desfecho da Campanha Salarial, jamais poderá faltar nesta fase de consolidação. Portanto, estejamos sempre alertas porque, a luta continua!

É HORA DE CONSOLIDAR OS AVANÇOS DA CAMPANHA SALARIAL


Todos os avanços da campanha salarial devem agora ser consolidados. A implementação do acordo para abertura de concursos públicos, implantação de um plano de saúde para os servidores e os efetivos resultados dos grupos de trabalho dependem, fundamentalmente, da mobilização e participação dos trabalhadores.

Temos agora cinco Grupos de Trabalho para tocar: o das Condições de Trabalho e Saúde do Trabalhador, o do Plano de Saúde, o do Conselho Deliberativo do PREVIS e a Comissão do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos. Também temos de voltar à Mesa de Negociação Permanente, para discutir vários pontos que ainda não estão bem resolvidos, a exemplo dos itens relativos à diminuição do desconto do auxilio-transporte e a questão da jornada de trabalho, sem falar nos demais itens remetidos para esta comissão.

Com essa quantidade de coisas, pra fazer acontecer, vamos depender 100 % da mobilização da categoria.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

TERMINA GREVE VITORIOSA

COBERTURA NACIONAL DA GREVE - CONFIRA ONDE APARECEMOS

Após um mês, servidores voltam ao trabalho em Salvador
Qua, 15 Jul, 04h45

AGENCIA ESTADÃO
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,apos-um-mes-servidores-voltam-ao-trabalho-em-salvador,403227,0.htm

Depois de 30 dias de greve, os servidores da Prefeitura de Salvador decidiram, em assembleia realizada na manhã de hoje, aceitar a proposta da administração municipal e acabar com a paralisação. Os servidores iniciaram o movimento cobrando reajuste linear de 100% nos salários. A prefeitura oferecia 1% de aumento, alegando queda de arrecadação, pela crise econômica mundial. O Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) foi, gradativamente, diminuindo o pedido de reajuste. Primeiro para 50%, depois para 14%.
Na noite de ontem, os servidores receberam a última proposta da prefeitura, que equiparou os reajustes da categoria aos conquistados pelos professores da rede municipal - 3%, mais o avanço de um patamar no plano de carreira (correspondente a 2,5% de aumento salarial) e a criação de um plano de saúde para os servidores. "Não é o que queríamos, mas é um avanço", disse o diretor do Sindseps, Gustavo Mercês. Em nota, a prefeitura afirma que "o índice concedido representa um enorme sacrifício para a administração municipal".

VEJA - BRASIL
http://veja.abril.com.br/agencias/ae/brasil/detail/2009-07-15-459285.shtml

NOTÍCIAS DO PORTAL DA REDE GLOBO
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1230994-5598,00-APOS+UM+MES+SERVIDORES+VOLTAM+AO+TRABALHO+EM+SALVADOR.html

NOTICIAS - DAS REVISTAS ABRIL
http://www.abril.com.br/noticias/brasil/mes-servidores-voltam-ao-trabalho-salvador-459280.shtml

CORREIO BRAZILIENSE
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/07/15/brasil,i=126809/APOS+UM+MES+SERVIDORES+VOLTAM+AO+TRABALHO+EM+SALVADOR.shtml

PARANÁ ON LINE
http://parana-online.com.br/editoria/pais/news/384605/

NOTÍCIAS - YAHOO
http://br.noticias.yahoo.com/s/15072009/25/manchetes-apos-mes-servidores-voltam-trabalho.html
NOTÍCIAS - BOL - BRASIL


Redação CORREIO
Após assembléia realizada na manhã desta quarta-feira (15), quadra dos Bancários, nos Aflitos, os servidores municipais decidiram aceitar proposta da prefeitura acordada na reunião de terça-feira (14) na Secretaria Municipal de Saúde, e dar fim a greve que durou cerca de um mês. A prefeitura apresentou um acordo de 3% (aumento imediato) que vão ser somados ao avanço de uma lei de competência de 2,5%, a partir de janeiro, com retroativo de outubro.

A prefeitura prometeu abonar todas as faltas no período da mobilização da categoria, pagar gratificação de periculosidade para os Salva -Vidas, além da gratificação de qualidade para os trabalhadores da saúde. Também será feito um estudo para a implementação de plano de Saúde para toda categoria em um prazo de 90 dias.

Segundo Gustavo Mercês, diretor do Sindseps (Sindicato dos servidores da prefeitura do Salvador) será concedida licença maternidade de seis meses para as funcionárias e um adicional de 40% de risco para Guarda Municipal e Transalvador. Além da redução do desconto da prefeitura na folha de pagamento do vale refeição que será 5%, atualmente é 10%.

Os servidores municipais já voltam a trabalhar a partir da quinta - feira (16) e prometem elaborar junto com os gestores um plano para garantir o retorno da normalidade na prestação de serviços à cidade.

Servidores municipais encerram greve
Samanta Uchôa
TRIBUNA DA BAHIA
Após quase um mês, os servidores municipais decidiram acabar a greve.
http://www.digita.com.br/tribunadabahia/news.php?idAtual=16201


A proposta da Prefeitura foi aceita nesta manhã (15). O reajuste salarial foi de 3% mais 2,5% de referência.

Segundo o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, além do aumento, será implementado um plano de saúde em três meses para toda categoria. Os servidores municipais já voltam a trabalhar normalmente a partir de amanhã (16).

RADIO METROPOLE
Fonte: Raphael Carneiro 15/07/2009 09h54 Cidade
Greve dos servidores municipais chega ao fim

Manifestantes aceitaram nesta quarta a proposta da Prefeitura de reajuste salarial de 3%

A greve dos servidores municipais chegou ao fim. Depois de quase um mês de paralisação, os manifestantes aceitaram a proposta da Prefeitura, de reajuste de 3% mais a promoção de um patamar a todos os servidores, em assembleia realizada na quadra do Sindicato dos Bancários, nos Aflitos, na manhã de hoje.

De acordo com Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), os servidores votaram pela assinatura do acordo. A proposta do executivo municipal foi feita na noite de ontem em uma reunião com a presença do secretário da Casa Civil, João Cavalcanti, a subsecretária da Casa Civil, Liziane Guimarães, o secretário de Saúde, Sérgio Britto e o secretário da Fazenda, Flávio Costa. Além do reajuste, o acordo prevê o abono de todas as faltas no período de greve e o pagamento de 40% como adicional de risco para Guarda Municipal.

Os protestos dos servidores municipais tiveram início em maio. O Sindseps organizou paralisações consecutivas em diversos órgãos da prefeitura. À época, a reivindicação dos manifestantes era de um reajuste salarial de 50%.

RADIO SOCIEDADE
Servidores municipais encerram greve
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=33408

15/7/2009 11:51 Thiago Pereira

Os servidores municipais decidiram, em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira (17), encerrar a greve iniciada há exatamente um mês.
Segundo o coordenador do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, a categoria conseguiu diversos avanços com a paralisação dos serviços, que incluem o abono de todas as faltas no período de greve, gratificações de periculosidade para os salva-vidas, gratificações de qualidade (GIQ) para os trabalhadores da saúde, a formalização do acordo de pagamento de 40% adicional de risco para Guarda Municipal, o estudo e implementação de um plano de Saúde para toda categoria num prazo máximo de 90 dias, a licença maternidade de 6 meses e uma proposta de reajuste de 3% mais avanço na letra relativo a pagamento de tempo de serviço para janeiro e retroativo até outubro.

Mercês afirmou que os servidores não saíram plenamente satisfeitos da assembleia, mas que o desgaste do movimento e o respeito a população fizeram com que a paralisação do serviços fosse suspensa.

“Entendemos que era a hora da greve chegar ao fim. Mas em 2009 teremos mais movimentos e vamos lutar por nossos direitos”, disse Mercês.

Os servidores devem retornar aos postos de trabalho já nesta quinta-feira (16) e junto com os gestores elaborar um plano de garantir o retorno da normalidade na prestação de serviços à cidade. “Independente de qualquer reajuste, somos vitoriosos, porque mostramos pra cidade que só através da luta que podemos garantir nossos direitos”, finalizou o coordenador do Sindseps.


15/07/2009 às 10:55
Servidores municipais encerram greve iniciada há um mês
A TARDE On Line*

Agência A Tarde

Categoria decidiu por fim ao movimento após 30 dias de greve

Os servidores municipais encerraram a greve na manhã desta quarta-feira, 15, depois de assembleia realizada na sede do Sindicato dos Bancários, nos Aflitos. A categoria volta ao trabalho amanhã, após aceitar a proposta de reajuste de 3% oferecida nesta terça-feira pela Prefeitura de Salvador. De braços cruzados desde o dia 16 de junho, os servidores deixaram a prestação de serviços prejudicada em diversos órgãos como Transalvador, Sesp e Sucom.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, a categoria enfrentou muitas dificuldades para negociar com a prefeitura, mas resolveu aceitar o mesmo índice dado aos professores municipais. As duas categorias, além do acréscimo salarial, receberam aumento nos valores da tabela de gratificação de avanços e competências.

Mercês disse que os servidores não farão horas extras para compensar os dias parados e, junto com os gestores, farão um cronograma para cumprir as demandas acumuladas no período de greve, sem sobrecarregar a categoria.

*Com informações de Danile Rebouças, do A TARDE

Servidores decidem hoje volta ao trabalho

HELGA CIRINO E ALANA FRAGA
hcirino@grupoatarde.com.br alana.menezes@grupoatarde.com.br

Os servidores municipais de Salvador decidem hoje de manhã se aceitam a proposta da prefeitura e acabam com a greve. A assembleia para a definição começa às 7 horas, após um café da manhã na sede do Sindicato dos Bancários, no Dique do Tororó.

Durante uma reunião a portas fechadas, que começou ontem, às 18 horas, na Secretaria Municipal da Saúde (SMS), no Comércio, representantes do município ofereceram 3% de aumento mais a promoção de um patamar a todos os servidores. Além dos sindicalistas, participaram do encontro o secretário da Casa Civil, João Cavalcanti, além de representantes da Secretaria da Fazenda (Sefaz) e da SMS.

“Não é o que queríamos, mas toda greve tem de ter prazo para começar e prazo para terminar.

Já considero um avanço o que conseguimos até agora”, afirmou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês. Caso na assembleia de hoje os servidores optem por continuar a greve, eles ameaçam fazer mobilizações nas ruas da capital.

“Quando a mesa não dá certo, precisamos levar isso a público e pressionar a prefeitura”, explicou Mercês.

PREJUÍZO – Para Mercês, a população é a mais prejudicada com a greve, e, por isso, a categoria apela para que a prefeitura procure discutir o embate. “Queremos resolver esse impasse e normalizar os serviços que estão prejudicados por conta da greve, que gerou um aumento da demanda.

Vamos nos comprometer em resolver isso fazendo um cronograma com os gestores para acertar essas pendências”, prometeu Mercês.

A vereadora Vânia Galvão (PT) esteve presente na assembleia para prestar apoio ao movimento, que ela classificou de “luta legítima”.

“É indigno e inaceitável o reajuste que foi oferecido, primeiramente, de 1%. E também não dá para sair dessa greve com o ponto cortado. A vitória só se dará com a não-aceitação dessa condição”, disse a vereadora.

Vânia acrescentou ainda que a Câmara Municipal está em discussão com a prefeitura para que “negocie de fato” e apresente uma “proposta digna” aos servidores.

Durante a reunião de ontem à tarde, representantes do município se comprometeram a formalizar os benefícios que já haviam sido acordados, como a confirmação de que receberão pelos dias não trabalhados, além da apresentação de um projeto de plano de saúde, por parte dos gestores, num prazo de 90 dias após o término da greve.

MOBILIZAÇÃO – O conflito entre prefeitura e os servidores teve início em maio, quando os trabalhadores fizeram pequenas paralisações em vários órgãos do poder público municipal. O pedido inicial da categoria era de reajuste salarial de 50%, tendo como base estudo do Dieese que aponta 114% de defasagem no poder de ganho da categoria. Sem indicação positiva, a greve foi deflagrada no dia 15 de junho.

O episódio mais crítico da greve aconteceu na última segundafeira, quando ocorreu o embate entre membros da categoria e policiais militares. Cerca de 30 PMs, entre fardados e à paisana, foram ao pátio da Gerência de Trânsito da Transalvador (Getran), no Vale dos Barris, para arrombar o cadeado do portão que dá acesso ao posto de abastecimento dos veículos oficiais

TODOS Á ASSEMBLÉIA - QUADRA DOS BANCÁRIOS - 7 HORAS DA MANHÃ

FOTOS: IRACEMA CHEQUER - JORNAL A TARDE





14/07/2009 às 20:37 ATUALIZADA EM: 14/07/2009 às 23:07

Servidores municipais decidem futuro da greve nesta quarta-feira

Helga Cirino e Alana Fraga l A TARDE

Os servidores municipais de Salvador decidem na manhã desta quarta-feira, 15, se aceitam a proposta da prefeitura e acabam com a greve. A assembleia para a definição começa às 7 horas, após um café da manhã na sede do Sindicato dos Bancários, no Dique do Tororó.

Durante uma reunião a portas fechadas, que começou nesta terça, 14, às 18 horas, na Secretaria Municipal da Saúde (SMS), no Comércio, representantes do município ofereceram 3% de aumento mais a promoção de um patamar a todos os servidores.

Além dos sindicalistas, participaram do encontro o secretário da Casa Civil, João Cavalcanti, além de representantes da Secretaria da Fazenda (Sefaz) e da SMS.

“Não é o que queríamos, mas toda greve tem de ter prazo para começar e prazo para terminar. Já considero um avanço o que conseguimos até agora”, afirmou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês.

Caso na assembleia desta quarta os servidores optem por continuar a greve, eles ameaçam fazer mobilizações nas ruas da capital. “Quando a mesa não dá certo, precisamos levar isso a público e pressionar a prefeitura”, explicou Mercês.

Prejuízo – Para Mercês, a população é a mais prejudicada com a greve, e, por isso, a categoria apela para que a prefeitura procure discutir o embate. “Queremos resolver esse impasse e normalizar os serviços que estão prejudicados por conta da greve, que gerou um aumento da demanda. Vamos nos comprometer em resolver isso fazendo um cronograma com os gestores para acertar essas pendências”, prometeu Mercês.

A vereadora Vânia Galvão (PT) esteve presente na assembleia para prestar apoio ao movimento, que ela classificou de “luta legítima”. “É indigno e inaceitável o reajuste que foi oferecido, primeiramente, de 1%. E também não dá para sair dessa greve com o ponto cortado. A vitória só se dará com a não-aceitação dessa condição”, disse a vereadora.

Vânia acrescentou ainda que a Câmara Municipal está em discussão com a prefeitura para que “negocie de fato” e apresente uma “proposta digna” aos servidores.

Durante a reunião desta terça, à tarde, representantes do município se comprometeram a formalizar os benefícios que já haviam sido acordados, como a confirmação de que receberão pelos dias não trabalhados, além da apresentação de um projeto de plano de saúde, por parte dos gestores, num prazo de 90 dias após o término da greve.

Mobilização – O conflito entre prefeitura e os servidores teve início em maio, quando os trabalhadores fizeram pequenas paralisações em vários órgãos do poder público municipal. O pedido inicial da categoria era de reajuste salarial de 50%, tendo como base estudo do Dieese que aponta 114% de defasagem no poder de ganho da categoria. Sem indicação positiva, a greve foi deflagrada no dia 15 de junho.

O episódio mais crítico da greve aconteceu na última segunda-feira, quando ocorreu o embate entre membros da categoria e policiais militares. Cerca de 30 PMs, entre fardados e à paisana, foram ao pátio da Gerência de Trânsito da Transalvador (Getran), no Vale dos Barris, para arrombar o cadeado do portão que dá acesso ao posto de abastecimento dos veículos oficiais.


Servidores municipais acusam policiais militares de truculência
A TARDE On Line

Servidores municipais que faziam piquete em frente à sede da Getran, no Barris, na manhã desta segunda-feira, 13, acusam policiais militares de terem chegado ao local de forma truculenta para impedir que os trabalhadores seguissem com os atos de protesto em frente ao órgão público. De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiseps), Ednei Machado, eram 6h da manhã quando 14 policiais fardados chegaram em uma kombi de placa JRH-7327. O objetivo deles era estourar o cadeado colocado no portão da Getran, onde ficam as bombas de combustível que abastecem os veículos oficiais da prefeitura.

Machado afirma que estavam no local apenas 10 servidores e alguns diretores do sindicato. Depois de arrombarem os cadeados, os policiais teriam ameaçado os grevistas e arrancaram as faixas de protesto. Por meio de sua assessoria de comunicação, a Polícia Militar disse que irá apurar o caso.

Sem acordo - Em greve há 28 dias, os servidores municipais continuam de braços cruzados, sem a prestação completa de serviços em órgãos como Sucom e Transalvador. Está prevista para esta segunda-feira, 13, uma nova rodada de negociação, mas o horário ainda não foi definido. Nesta terça-feira, 14, os servidores fazem assembleia às 10h no Ginásio dos Bancários, nos Aflitos.


Fonte: Raphael Carneiro - 14 10:04:00/07/2009 10h04 Cidade

Servidores municipais fazem passeata em Salvador


Categoria reclama da falta de negociação da Prefeitura e promete ato em frente à Estação da Lapa

Atualizada às 12h35min

Mais uma vez os servidores municipais realizam protestos nas ruas de Salvador. Depois de assembleia na manhã de hoje, nos Aflitos, quando decidiram manter a greve de 29 dias, os manifestantes seguiram em caminhada em direção à Estação da Lapa. No início da noite está prevista mais uma rodada de negociações com representantes da Prefeitura.

Com a passeata, o trânsito da cidade volta a ser afetado pelos manifestantes. A entrada da Lapa será mais uma vez fechada para a realização de um ato dos servidores, coordenado pelo Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps). "Mas vai ser rápido, a Lapa não vai ficar trancada não", garantiu o diretor do sindicato, Gustavo Mercês.

A depender do resultado da reunião às 18h30 de hoje, com a comissão do executivo municipal, a greve pode ser encerrada amanhã pela manhã. "Teremos uma assembleia às 7 horas no Dique do Tororó. Se tivermos boa proposta hoje a gente acaba a greve, mas se não tivermos, vamos definir as novas caminhadas e atos de protestos que serão realizadas durante a semana", disse Mercês.

A última proposta da Prefeitura foi de um reajuste salarial de 2%. Os servidores, que até semana passada pediam aumento superior a 5,99%, agora querem o mesmo tratamento dos professores municipais, que chegaram a um acordo para reajuste de 8,5%.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

ASSEMBLÉIA AMANHÃ - QUADRA DOS BANCÁRIOS - 10 HORAS DA MANHÃ

Servidores municipais acusam policiais militares de truculência

Servidores municipais que faziam piquete em frente à sede da Getran, no Barris, na manhã desta segunda-feira, 13, acusam policiais militares de terem chegado ao local de forma truculenta para impedir que os trabalhadores seguissem com os atos de protesto em frente ao órgão público. De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindiseps), Ednei Machado, eram 6h da manhã quando 14 policiais fardados chegaram em uma kombi de placa JRH-7327. O objetivo deles era estourar o cadeado colocado no portão da Getran, onde ficam as bombas de combustível que abastecem os veículos oficiais da prefeitura.


Machado afirma que estavam no local apenas 10 servidores e alguns diretores do sindicato. Depois de arrombarem os cadeados, os policiais teriam ameaçado os grevistas e arrancaram as faixas de protesto. Por meio de sua assessoria de comunicação, a Polícia Militar disse que irá apurar o caso.


Sem acordo - Em greve há 28 dias, os servidores municipais continuam de braços cruzados, sem a prestação completa de serviços em órgãos como Sucom e Transalvador. Está prevista para esta segunda-feira, 13, uma nova rodada de negociação, mas o horário ainda não foi definido. Nesta terça-feira, 14, os servidores fazem assembleia às 10h no Ginásio dos Bancários, nos Aflitos.





Vereadores gastam R$ 209 mil em segurança, sem licitação
METROPOLE
Nos corredores palacianos não faltaram críticas à despesa feita sem transparência, em plena crise



O roubo de documentos da Câmara de Vereadores de Salvador, ocorrido durante o feriadão de 2 de julho, serviu de pretexto para a contratação pelo Legislativo municipal da empresa Dínamo Vigilância por R$ 209 mil, sem licitação. A contratação é válida para o período de três meses e já está publicada no Diário Oficial do Legislativo dos dias 11, 12 e 13 de julho.

O roubo está em investigação pela Delegacia de Crimes contra o Patrimônio. A perícia nas salas indicou que foram levados dois computadores e documentos relativos à folha de pagamento, contratos de prestadores de serviço da instituição e, processos legislativos e administrativos.

No Edifício Martins Catarino, a sala do segundo andar onde fica o setor de informática foi arrombada. De lá é que foram levados dois monitores de LCD e uma CPU (onde ficam arquivadas as informações).

Nos corredores palacianos não faltaram críticas à decisão de contratar sem licitação. Principalmente quando o serviço público precisa enxugar despesas e adotar métodos transparentes de administração. Para os observadores, até mesmo o reforço da segurança pela Guarda Municipal seria melhor alternativa.

Elevação de gastos - Uma explosão nos gastos per capita com câmaras municipais e reduções nos índices de evasão escolar e mortalidade infantil marcam o quadro das cidades brasileiras de 2002 a 2007 traçado pelo Índice de Responsabilidade Fiscal, Social e de Gestão dos Municípios Brasileiros (IRFS), cuja edição 2007 está sendo lançada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Em números já deflacionados - incorporando a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) -, o gasto médio de cada cidadão com as câmaras municipais passou de R$ 28,48 em 2002 para R$ 51,56 em 2007. Na comparação com o ano anterior, 2006, quando o custo foi de R$ 41,87 por morador, a expansão foi significativa: 23,14%

quinta-feira, 9 de julho de 2009

GREVE CONTINUA - TODOS A ASSEMBLEIA - SEXTA - 14 HORAS NA QUADRA DOS BANCÁRIOS

RESTANTE DO FUNCIONALISMO MANTÊM A GREVE

A Tarde de hoje - impresso

Fora a categoria dos professores, a greve dos servidores municipais continua. Segundo Gustavo Mercês, presidente do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), ontem não houve negociações por ausência de representantes da prefeitura.

Mas, com a manutenção do percentual de 30% do efetivo determinado por lei, os serviços essenciais da prefeitura estão sendo garantidos. Em alguns órgãos, esse contingente de servidores tem sido suficiente para garantir os serviços. Em outros, no entanto, há descontentamento.

O prejuízo maior está nas atividades de fiscalização da Transalvador e da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp).

Segundo Gustavo Mercês, há cerca de 22 mil funcionários paralisados.

(A.V. e D.R.)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

GREVE CONTINUA: ASSEMBLEIA NA SEXTA - 14 HORAS - QUADRA DOS BANCÁRIOS

Servidores municipais decidem manter greve por tempo indeterminado
Danielle Villela | A TARDE On Line



Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira, 8, os servidores municipais decidiram manter por tempo indeterminado a greve iniciada no dia 15 de junho. Depois de recusarem a oferta de reajuste salarial de 2,5% feita pela prefeitura na terça-feira, 7, os trabalhadores esperavam uma nova rodada de negociação nesta quarta.

"O acordo era a prefeitura nos ligar até 10h e esperamos até as 15h", alega Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (SINDSEPS).

O sindicalista afirma que a expectativa dos servidores municipais era receber a proposta de reajuste salarial de 3% mais o avanço de uma referência (progressão de plano de cargos e salários), oferta que foi feita pela prefeitura aos professores.

Apesar disso, a Secretaria Municipal de Comunicação informou que ainda não há nenhum posicionamento oficial da prefeitura para retomada das negociações com o Sindseps.

Acordo - Na última reunião, sindicato e prefeitura chegaram a um acordo sobre as demais reivindicações trabalhistas da categoria.

Foi definido o prazo de 90 dias para a implantação de um plano de saúde para todos os servidores, além de regulamentação da licença maternidade e realização de concurso público entre setembro e outubro deste ano para contratação de 6 mil novos trabalhadores, entre outros pontos.


Fonte: Redação | 08/07/2009 16h28 | Cidade
Servidores municipais continuam em greve por aumento salarialRepresentantes da prefeitura não procuraram o sindicato para nova negociação de percentual


Servidores municipais em assembléia, reunidos no Sinergia (Sete Portas)

decidem pela continuidade da greve após o sindicato não ter sido procurado pela Prefeitura. De acordo com Gustavo Mercês, diretor do Sindseps, ficou acordado ontem (7), em mesa de negociação, que a prefeitura iria procurar a categoria até às 10h. "E esperamos até ás 15h", disse.

Está marcada para amanhã uma nova rodada de negociações.

Ontem à tarde, representantes da prefeitura fizeram uma proposta de reajuste salarial de 2,5%. O objetivo dos servidores é aumentar este número. "Queremos um reajuste acima de 5,99%", afirmou Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps).

Uma assembleia está marcada para as 14 horas de hoje, no Sinergia, na Sete Portas. Como o encontro com a prefeitura ainda não foi confirmado, os servidores irão aguardar na sede do Sinergia a proposta do executivo municipal.

GREVE CONTINUA

HOJE ASSEMBLEIA QUE DEFINE A GREVE - SINERGIA (7 PORTAS) - 14HORAS

Cidade
Servidores municipais mantêm paralisação

Publicada: 08/07/2009 | Atualizada: 07/07/2009

Leidiane Brandão
http://www.digita.com.br/tribunadabahia/news.php?idAtual=15346

Ainda hoje deve ser decidido o impasse entre a prefeitura e os servidores municipais, para negociar o percentual de reajuste salarial e pôr fim à greve que já dura 23 dias. A categoria irá se reunir hoje com o chefe da Casa Civil, João Cavalcanti, para tentar chegar a um acordo. A expectativa dos grevistas é que a prefeitura apresente novas propostas de reajuste e aceite suas reivindicações.

Em reunião realizada na tarde de ontem, representantes da prefeitura apresentaram proposta de reajuste salarial de 2,5% e mais o avanço de nível para todos os servidores municipais. Sem chegar a um acordo definitivo, representantes do sindicato, que no inicio do movimento grevista pediam 50% de reajuste, ainda esperam que a prefeitura faça uma proposta acima do índice de inflação registrado no período, que foi de 5,99%. Na negociação, estiveram presentes o secretário Municipal da Fazenda, Flavio Mattos e o da Saúde, José Carlos Brito. O movimento grevista divulgou através de nota que a proposta apresentada ontem pela prefeitura não animou os sindicalistas. Apenas algumas exigências da categoria foram atendidas, como a definição do prazo para 90 dias para a implantação de um plano de saúde para todos os servidores, e a regulamentação da licença maternidade. Segundo Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), a categoria espera que na reunião de hoje a prefeitura apresente um valor superior de reajuste e todos os pontos que foram abordados em reuniões passadas. "Queremos acabar com este impasse. Algumas solicitações já estão garantidas. Estamos aguardando a definição do reajuste salarial. Após a proposta apresentada hoje, vamos realizar uma nova assembleia com os servidores para decidir se iremos continuar ou não com a greve. Vamos tentar chegar a um denominador comum. Queremos voltar ao trabalho. Sabemos que a sociedade está sofrendo com esta situação. Só estamos dependendo de uma resposta da prefeitura, para retomar nossas atividades", ressaltou Gustavo. A greve dos servidores já prejudicou o funcionamento de diversos órgãos municipais, alguns considerados essenciais para a cidade, entre eles a Superintendência de Controle e Ordenamento do Solo do Município (Sucom), Secretaria Municipal de Serviços Público (Sesp), Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), Guarda Municipal, Salvamar e Codesal. Caso haja um acordo, os servidores podem voltar ao trabalho ainda hoje. Em nota à imprensa, a prefeitura informou que os principais itens de reivindicações dos servidores municipais já foram aceitos nas outras negociações.

terça-feira, 7 de julho de 2009

TODOS AMANHÃ À ASSEMBLEIA - SINERGIA ( SETE PORTAS) AS 14 HORAS

Prefeitura oferece 2,5% de reajuste, mas impasse com servidores continua

Danielle Villela A TARDE On Line

Uma nova proposta de reajuste salarial foi apresentada aos servidores municipais na tarde desta terça-feira, 7, em reunião realizada na sede da Secretaria Municipal da Educação e Cultura (SMEC). Apesar da oferta de 2,5% de aumento e do consenso quanto às demais reivindicações, o Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (SINDSEPS) não entrou em acordo com a prefeitura e a greve, que já dura 22 dias, será mantida.
Outra rodada de negociação está marcada para esta quarta-feira, 8. "Apesar de muitos pontos importantes já terem sido definidos, a proposta do reajuste salarial ainda está aquém das nossas expectativas", avalia o diretor do Sindseps, Gustavo Mercês. Os sindicalistas, que no início do movimento grevista pediam 50% de reajuste, esperam agora que a prefeitura faça uma proposta acima do índice de inflação registrado no período, que foi de 5,99%.
EXIGÊNCIAS - Nesta tarde, foram atendidas outras exigências da categoria, como a definição do prazo de 90 dias para implantação de um plano de saúde para todos os servidores, regulamentação da licença maternidade e realização de concurso público entre setembro e outubro deste ano para contratação de 6 mil novos trabalhadores. Participaram da mesa de negociação desta tarde o secretário da Casa Civil, João Cavalcante, e a subsecretária Lisiane Guimarães.
Entre outros pontos acordados, foi definido ainda o pagamento da gratificação de risco no percentual de 40% para os guardas municipais da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (SUSPREV). De acordo com Gustavo Mercês, todos essas reivindicações já haviam sido definidas nas últimas rodadas de negociação e foram reafirmadas nesta tarde. "Estas questões já estão garantidas, mas para fechar o acordo todo, estamos aguardando a definição do reajuste salarial", afirma.


Fonte: Arivaldo Silva 07/07/2009 18h40 Cidade
Servidores municipais não chegaram a acordo
Sindicalistas estão confiantes de que amanhã chegue ao final o impasse com a Prefeitura

Em uma reunião no final da tarde de hoje (7), os servidores municipais, em greve há 22 dias e a prefeitura de Salvador não chegaram a um acordo para dar fim à paralisação. O impasse se mantêm em torno do reajuste salarial que foi apresentado hoje pela prefeitura, no percentual de 2,5%. Estiveram presentes à reunião o secretário da casa Civil, João Cavalcanti, o secretário da fazenda Flavio Costa e o secretario de Saúde, José Carlos Brito. Os representantes do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) confirmam que têm esperança em resolver a situação amanhã (8), em mais uma rodada de negociação com a Prefeitura. Eles buscam também a garantia de todos os pontos solicitados pela categoria e pré-acordados em reuniões anteriores, como a implantação do plano de saúde para todos os ativos e inativos, redução do desconto dos auxílios alimentação e transporte, dentre outros. "Aguardamos que seja apresentado um valor maior de reajuste e a garantia dos pontos acordados em reuniões passadas", afirma Gustavo Mercês, diretor do Sindseps.

17:59hs

..:: 07/07 - Servidores municipais mantêm paralisação

http://www.aratuonline.com.br/2009/noticia/27429,servidores-municipais-mantem-paralisacao.html
Os servidores municipais decidiram manter a paralisação que já dura 23 dias após reunião com a prefeitura nesta terça-feira (07). A prefeitura apresentou uma proposta de 2,5% de reajuste. Segundo Gustavo Mercês, diretor do Sindseps, a categoria espera que amanhã, em uma nova reunião com a Prefeitura, seja apresentado um valor maior de reajuste e a garantia de todos os pontos acordados em reuniões passadas.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

TODOS À ASSEMBLEIA: AMANHÃ NA QUADRA DOS BANCÁRIOS AS 14 HS

Mesa de negociações entre servidores e prefeitura foi cancelada
Redação CORREIO
A reunião entre os servidores municipais e a prefeitura, que seria realizada nesta tarde de segunda-feira (6), na Secretaria Municipal de Saúde, foi cancelada. Segundo informações do presidente do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindsesp), Gustavo Mercês, nenhum esclarecimento foi dado sobre o cancelamento da reunião.
Os servidores, em greve há 21 dias, pretendem fazer uma assembleia nesta terça-feira (7), por volta das 14h, na quadra dos bancários nos Aflitos, onde a categoria deve avaliar a manutenção ou não da greve no funcionalismo público.
Mercês ainda declarou que este cancelamento em cima da hora atrapalha as negociações. 'Os servidores têm todo o interesse de voltar ao trabalho, mas sem nenhum avanço ou garantia não temos condições de sair dessa grave', afirmou.
O presidente do sindicato também declarou que existe uma possibilidade da prefeitura remarcar esta reunião. A categoria informou que, caso isso não se efetive, os servidores continuarão em greve.


Cidade
Reunião hoje pode definir fim da greve dos servidores municipais
Publicada: 06/07/2009 Atualizada: 06/07/2009

Anna Livia Leal
http://www.digita.com.br/tribunadabahia/news.php?idAtual=15097
Esta segunda-feira pode significar o dia da volta ao trabalho para muitas pessoas ou talvez para algumas, o feriado junino. As greves nos diversos e importantes setores como educação e saúde, INSS e ferroviários, continuam e atrapalham o andamento da cidade, que ainda fica à mercê dos muitos transtornos causados pelas manifestações dos trabalhadores. Hoje, 17º dia de paralisação das atividades, os servidores municipais devem se reunir na Secretaria Municipal da Saúde com representantes da prefeitura, para mais uma rodada de negociações que podem decidir ou não o fim da greve. "Faremos uma reunião às 14 horas. Vamos discutir sobre o plano de saúde e ajuste salarial. Dependendo de como ocorra a reunião a categoria deve decidir numa assembléia na terça-feira se a greve vai continuar ou não", afirmou o diretor do Sindicato da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês.
Estão previstas as presenças do secretário da Casa Civil, João Cavalcante, da subsecretária Liziane Guimarães, além do secretário de Saúde, José Carlos Brito, e o representante da Secretaria da Fazenda, Flávio Costa. A categoria que reivindica 50% de reajuste salarial, assistência de saúde e melhoria nas condições de trabalho não aceita a proposta da prefeitura de 2% de aumento e agora ameaça paralisar também todo o setor de saúde, de acordo com o sindicalista. "Até o momento a maioria dos postos de saúde estão funcionando normalmente. Caso não haja nenhum acordo por parte da prefeitura e os trabalhadores na negociação, todos os postos da cidade devem aderir também à greve".
A assembléia será realizada no Sindicato dos Bancários, 14 desta terça-feira. Segundo Mercês, caso a greve continue as passeatas e protestos ao longo da cidade também continuarão. "Vamos tentar chegar a um denominador comum. Se isso não acontecer vamos continuar com as manifestações".
Quem vai precisar dos serviços oferecidos no INSS também terá que ter muita paciência. O órgão entrou na quarta semana de greve nacional está com parte do atendimento paralisado. Conforme a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social (Fenasps), houve adesão de 70% da categoria à greve devido à exigência da legislação que obriga 30% do quadro de funcionários em atendimento.
Mesmo diante da acusação do Ministério da Previdência de ilegalidade da greve, a Fenasps argumenta que o Superior Tribunal de Justiça (STJ), não julgou o caráter da greve. "Não procede que a greve é ilegal. O ministro Og Fernandes reiterou que trataram da suspensão da greve nacional e não da legalidade da greve. A multa foi estabelecida em razão da magnitude da greve e da importância dos serviços do INSS. Mas estamos garantindo 30% de atendimento nas agências, como prevê a lei de greve", disse Tércio Leocádio da Silva, integrante do comando de greve da Fenasps.
Já o Sindicato dos Trabalhadores de Empresas de Transportes Ferroviário e Metroviário mantêm a greve por tempo indeterminado. Eles reivindicam o retorno da gestão dos trens para o Governo Federal, redução de cargos de confiança e aumento nos salários a ser definido pelo Dieese. Os trens do Subúrbio paralisados está prejudicando a vida dos moradores da suburbana que dependem do veículo para locomoção, como é o caso da vendedora Joacir Lima dos Santos. "Está sendo muito ruim para nós, moradores da região, a paralisação dos trens. Estou imaginando como vai ser difícil passar este mês se continuar assim. Meu salário que já não é muito só vai dar para pagar o transporte".
Para diminuir os transtornos para a população a prefeitura aumentou o número de ônibus que atendem a região. Outra opção que está sendo utilizada pelos moradores é fazer a travessia marítima entre Plataforma e Ribeira, de onde é possível se deslocar de ônibus para outros bairros.
Publicada: 06/07/2009
Atualizada: 06/07/2009

Professores da rede municipal decidem manter greve iniciada há 36 dias
A TARDE On Line
Em assembleia na manhã desta segunda-feira, 6, os professores da rede municipal de ensino decidiram manter a greve iniciada no dia 29 de maio. Dos 34 itens da pauta de reivindicações da categoria, apenas o reajuste salarial ainda não foi resolvido. Os docentes pedem 9,01%, mas a Secretaria de Educação Municipal (Smec) propôs 2%.
Nesta manhã, representantes da Smec disseram em entrevista a uma emissora de televisão que o índice poderia subir para 3%, mas como a proposta não foi apresentada oficialmente ao sindicato, sequer foi votada em assembleia.
De acordo com Marilene Betros, vice-coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), os docentes pretendem barganhar maior percentual até a próxima quarta-feira, quando voltam a se reunir no Ginásio de Esportes dos Bancários, nos Aflitos, para definir os rumos do movimento. Ela adianta que 3% ainda é considerado pouco.
Uma reunião entre o comando de greve e a Smec será agendada antes da próxima assembleia. Os docentes deveriam ter retornado do recesso de meio de ano nesta segunda-feira, 6, mas, diante do impasse, fica mantido o prejuízo para cerca de 175 mil alunos sem aulas em 417 escolas. O número de professores de braços cruzados é calculado em sete mil.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

SERVIDORES EM GREVE PROTESTAM CONTRA AUTORITARISMO DE PREFEITO




ASSISTA Aqui (clique) O VÍDEO NA A TARDE:

http://www.atarde.com.br/videos/index.jsf?id=1178935


Protestos de grevistas e interesses políticos marcaram o feriado de 2 de Julho em Salvador



http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2009/07/02/ult5773u1567.jhtm


Heliana Frazão

Especial para o UOL Notícias

Em Salvador


O desfile cívico de 2 de julho em Salvador, data em que a Bahia celebra a expulsão definitiva das tropas portuguesas que resistiram à independência do Brasil, na manhã desta quinta-feira foi marcado pelo protesto de servidores insatisfeitos com o governo e a prefeitura da capital. Também marcaram presença virtuais candidatos ao governo do Estado, que aproveitaram a oportunidade para testar a popularidade para 2010.

Manifestantes protestam contra a política cultural do governo estadual durante o cortejo de 2 de Julho

Faixas, cartazes, palavras de ordem, papéis e até ovos foram usados nos protestos dos servidores. O governador Jaques Wagner (PT), por exemplo, enfrentou manifestações contra a política cultural de sua gestão. Usando máscaras cirúrgicas, um grupo ligado à área gritava palavras de ordem contra a decisão do governo de cortar verbas de museus e institutos. Perto do centro histórico, manifestantes pediram, com vaias, a demissão do secretário de Cultura, Márcio Meirelles, e mais verbas para a educação. Wagner considerou os protestos normais e alegou que, durante o percurso, também foi aplaudido. Já o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) teve que enfrentar servidores municipais em greve desde o dia 7 de junho, que cobraram reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho. Houve confusão e empurra-empurra no início do evento, quando parte dos servidores que permanecem em atividade decidiram retirar as faixas de protesto dos grevistas.O presidente do Sindicato dos Funcionários da Prefeitura de Salvador, Gustavo Mercês, disse ter sido cercado por seguranças da prefeitura, que tentavam impedir a continuidade dos protestos. O clima se intensificou quando o prefeito e seu padrinho político, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), passaram pela multidão para hastear as bandeiras. Os manifestantes jogaram papéis, ovos e até um guarda-chuva contra Carneiro. A Polícia Militar foi chamada e o tumulto foi controlado. Já temendo os protestos, Carneiro confirmou sua participação no evento em cima da hora. Durante toda a semana circularam informações de que ele não participaria das comemorações e, em nota, a assessoria do prefeito informou que ele cumpriria "intensa agenda" em Brasília e São Paulo nesta quinta-feira.



Protógenes

O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que é baiano, participou pela primeira vez do cortejo. Ele admitiu que poderá candidatar-se nas eleições de 2010, movido por um "clamor popular".Integrantes do PSOL também levaram para o desfile o movimento "Fora Sarney", que pede a destituição do presidente do Senado.


FOTOS DA IMPRENSA - JORNAL A TARDE

FOTOS: IRACEMA CHEQUER

Diretor Everaldo Braga sendo agredido por seguranças do prefeito


Diretor Gustavo e servidores vaiando o Superintendente da Sucom (Claudio Silva)









FOTOS DO CORREIO






Grevistas em confronto com os governistas

Diretora Mércia e os grevistas da Guarda municipal em protesto

Manifestantes arremessam ovos em João Henrique
Clima tenso no início do desfile do 2 de Julho aumentou com tumulto entre segurança e servidores
http://www.radiometropole.com.br/portal2009/index_noticias.php?id=VDBSbk1FMUJQVDA9


Clima de confusão dominou hoje (2) o início dos festejos do 2 de Julho, no Largo da Lapinha. A cerimônia de hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador reuniu o governador da Bahia, Jaques Wagner,o prefeito João Henrique, e os ministros baianos Juca Ferreira (Cultura) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).Logo após a cerimônia das bandeiras, as autoridades se deslocaram até o momento do general Labatut. Eram 9h10, quando a passagem do prefeito João Henrique desencadeou enorme tumulto. Servidores municipais arremessaram ovos no prefeito. Seguranças precisaram abrir um guarda-chuva preto para proteger o prefeito.Os policiais à paisana, responsáveis pela segurança pessoal do prefeito, entraram em confronto com os servidores municipais. Tentaram identificar quem arremessou os ovos e agarraram os manifestantes para afastá-los.Liberados pouco depois, os manifestantes denunciaram agressões dos seguranças. Os servidores estão em greve há 17 dias, reivindicando reajuste salarial de 14%. A contra-proposta da prefeitura foi de 2%. Um dos cartazes levados para a manifestação trazia os dizeres: "2% é coisa de jumento".O diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, um dos coordenadores do protesto foi contundente nas críticas ao prefeito: "O nosso manifesto é justamente para atestar a incompetência da gestão da cidade e mostrar o estágio deste impasse".

Democracia - Ao comentar os momentos de tensão e a agressividade de manifestantes, o prefeito preferiu manter a elegância: "Todas as manifestações são positivas", declarou. "Elas fazem parte do processo democrático".Sobre o impasse vivido com o funcionalismo municipal, o prefeito disse que a situação é fruto da crise financeira internacional: "A receita do município caiu cerca de 15%, principalmente nas transferências do Estado e União. E por isso, não posso reajustar o salários dos servidores", explicou.Após o tumulto, ocorrido nas proximidades do monumento ao General Labatut, o prefeito ainda cumpriu parte da programação.Em companhia dos peemedebistas Lúcio e Geddel Vieira Lima, deputados, vereadores e prefeitos do partido, João Henrique percorreu o trecho inicial do percurso e, pouco depois das 10 horas, afastou-se do grupo.O PMDB levou para as ruas do Centro Histórico correligionários vestidos com camisetas do partido, uma animada banda, balões e incontáveis faixas com elogios ao prefeito e ao ministro Geddel Vieira Lima.


Fotos: Humberto Farias







Protestos de servidores marcam desfile do Dois de Julho
A TARDE On Line*





As homenagens ao 2 de Julho, cujo cortejo segue para o Centro Histórico, começaram tensas nesta manhã. Houve confusão e empurra-empurra devido às manifestações de servidores da prefeitura em greve. O tumulto começou porque alguns trabalhadores que não aderiram à greve da categoria retiraram do Largo a faixa colocada pelos grevistas. Logo depois, o superintendente da Sucom, órgão da prefeitura também em greve, Cláudio Silva, chegou ao local e foi cercado por manifestantes, que o vaiaram e xingaram.Everaldo Braga, diretor do Sindseps, sindicato que representa os servidores da prefeitura, foi cercado por integrantes da comitiva do PMDB, que o impediram de sair do local e se juntar aos demais servidores. O clima de tensão começou quando o prefeito e o ministro Geddel Vieira Lima passaram pela multidão para a cerimônia de hasteamento e os servidores começaram a atirar papéis contra as autoridades. Os manifestantes jogaram ainda ovos e até um guarda-chuva em João Henrique. Logo em seguida, houve briga e confusão entre representantes do sindicato da categoria e os supostos seguranças da prefeitura e do partido político. Everaldo foi agarrado pelos homens, sofreu uma "gravata" e foi levado para os fundos da Igreja da Lapinha. Em seguida, chegou um outro grupo atrás da igreja e a confusão recomeçou. A Polícia Militar (PM), então, chegou ao local e o tumulto foi encerrado em seguida. Os trabalhadores estão em greve desde o dia 7 de junho para reivindicar reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho, além de outros benefícios.
Pessoas ligadas ao Cedeca e movimentos pela paz, além de funcionários da Fundac, afirmaram, ter sofrido agressões de seguranças particulares que acompanhavam a comitiva do PMDB. Sílvio Batista, integrante do Cedeca, afirmou ter sido agredido com um soco no rosto.
Solenidade e candidatura - As bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador e do Instituto Geográfico da Bahia, foram hasteadas no Largo da Lapinha, no começo da manhã, pelo governador da Bahia, o prefeito João Henrique e outras autoridades. Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, colocaram coroas de flores para homenagear o general Labatut, comandante das tropas que efetivaram a independência do país. Outros políticos, como o senador Antônio Carlos Júnior e o deputado federal ACM, também estavam presentes.
O Governador Jaques Wagner falou sobre a importância do evento para a Bahia: "Importante fazer a reverência aos verdadeiros exemplos e heróis da nação brasileira e do estado baiano. Os heróis da independência são aqueles que entregaram a vida por uma causa, a política no Brasil precisa ser feita dessa forma, de gente que fazer política por ideais, por projetos e não por conveniência”.O delegado da Polícia Federal (PF) Protógenes Queiroz, que nasceu em Salvador e participa do cortejo do Dois de Julho pela primeira vez, admitiu que se candidatará às eleições de 2010. Protógenes ganhou visibilidade nacional após comandar as investigações da Operação Satiagraha, para apurar crimes envolvendo o banqueiro Daniel Dantas.Acompanhado por militantes do PSOL e por funcionários da Petrobras, o delegado disse que resolveu investir na carreira política por conta do clamor popular que exige que ele saia candidato por conta da corrupção que assola o poder judiciário e legislativo no país.Protógenes destacou ainda que foi perseguido por conta da sua atuação na Satiagraha, que culminou com a prisão de Daniel Dantas, solto após impetração de Habeas Corpus aprovado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Em relação ao arquivamento do inquérito sobre as supostas escutas no STF, ele afirma que o episódio foi um escândalo produzido por Gilmar Mendes.
*Com informações de Flávio Costa, do A TARDE



Clima tenso durante o cortejo em comemoração ao Dois de Julho


Redação CORREIO
O início das comemorações do 2 de Julho que começou com a alvorada de fogos e em seguida, a saída do cortejo do Largo da Lapinha em direção ao centro da cidade foi marcado por protestos e muito empurra-empurra do lado das autoridades nesta quinta-feira (2).
O coordenador geral do Sindicato dos Funcionários da Prefeitura de Salvador, Everaldo Braga, chegou a ser detido depois de ter sido acusado de jogar ovos e até mesmo um guarda-chuva contra o prefeito João Henrique.
Houve briga e confusão com os seguranças da prefeitura e Everaldo Braga chegou a ser levado para trás da Igreja de Lapinha. 'Fui jogado no chão e chamado de burro. Sou servidor público e trabalho na prefeitura com amor, não sou burro senão não seria servidor público', declarou indignado. Ele voltou à manifestação após ser liberado pelos PMs.
Na manhã de quarta-feira (1), os servidores municipais que estão em greve desde o dia 7 de junho também impediram a entrada do superintendente da Sucom, Claudio Silva e chegaram a atirar ovos contra os carros estacaionados no pátio do prédio.
(com informações da TV Bahia e do fotográfo Antonio Saturnino)

JORNAL O GLOBO

http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/07/02/servidor-publico-acusado-de-jogar-ovo-em-prefeito-de-salvador-756623332.asp


Servidor público é acusado de jogar ovo em prefeito de Salvador
Plantão Publicada em 02/07/2009 às 14h48m

SALVADOR - O coordenador geral do Sindicato dos funcionários da prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, foi acusado de jogar um ovo no prefeito da capital baiana, João Henrique, durante os festejos do 2 de julho, na manhã desta quinta-feira. Por causa do incidente, Mercês diz que foi agredido por policiais.
O sindicalista disse que está sendo acusado injustamente e que foi conduzido violentamente por seguranças do prefeito e por homens da Polícia Militar para trás da Igreja da Lapinha.
- Fui jogado no chão e chamado de burro. Sou servidor público e trabalho na prefeitura com amor, não sou burro senão não seria servidor público - declarou.
Os funcionários da prefeitura de Salvador foram às ruas para manifestar insatisfação com o reajuste proposto pelo órgão, que é de 2%. Após ser conduzido por policiais, o coordenador voltou à manifestação juntamente com colegas que vestiam a camisa do sindicato.
Policiais civis e outros servidores também estiveram nas comemorações do 2 de julho para reivindicar direitos. Os servidores municipais estão em greve há mais de 15 dias.


MANIFESTANTES JOGAM OVOS NO PREFEITO SALVADOR NO CORTEJO AO 2 DE JULHO
http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=16684
Foto: BJÁ
Briga entre sindicalistas e seguranças do prefeito João Henrique na Lapinha

O prefeito João Henrique (PMDB) não conseguiu concluir o percurso da primeira parte do cortejo ao 2 de Julho, entre a Lapinha e a Praça da Sé, diante de tumultos promovidos por sindicalistas e grevistas da Prefeitura que, além de vaias, lançaram ovos e um guarda-chuva sobre o prefeito. Na altura da Cruz da Pascoal o prefeito se retirou do cortejo, muito suado e esbaforido. O prefeito as atitudes de alguns movimentos isolados de grevistas que agiram com truculência e claro espírito antidemocrático ao agredi-lo e outras pessoas com o arremesso de ovos em um ato que em nada lembra "a democracia que tanto defendemos". O prefeito - segundo sua assessoria - não se intimidou com os gestos dos gravistas e seguiu o trajeto até metade do caminho. Como acontece todos os anos, o cortejo ao 2 de Julho a partir da Estrada das Boiadas até a Sé, foi bastante tumultuado. Logo no início da manhã, na Laprinha, muita confusão e empurra-empurra devido às manifestações de servidores da prefeitura em greve. O tumulto começou porque alguns trabalhadores que não aderiram à greve da categoria retiraram do Largo a faixa colocada pelos grevistas. Logo depois, o superintendente da Sucom, órgão da prefeitura também em greve, Cláudio Silva, chegou ao local e foi cercado por manifestantes, que o vaiaram e xingaram. Gustavo Mercês, presidente do Sindseps, sindicato que representa os servidores da prefeitura, foi cercado por seguranças da Prefeitura, que o impediram de dar continuidade aos protestos. O clima de tensão começou quando o prefeito e o ministro Geddel Vieira Lima passaram pela multidão para a cerimônia de hasteamento e os servidores começaram a atirar papéis contra as autoridades. Os manifestantes jogaram ainda ovos e até um guarda-chuva em João Henrique. Logo em seguida, houve briga e confusão entre representantes do sindicato da categoria e os supostos seguranças da prefeitura e do partido político. Gustavo Mercês foi agarrado pelos homens, sofreu uma "gravata" e foi levado para os fundos da Igreja da Lapinha. Em seguida, chegou um outro grupo atrás da igreja e a confusão recomeçou. A Polícia Militar (PM), então, chegou ao local e o tumulto foi encerrado em seguida. Os trabalhadores estão em greve desde o dia 7 de junho para reivindicar reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho, além de outros benefícios.
SOLENIDADE
As bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador e do Instituto Geográfico da Bahia, foram hasteadas no Largo da Lapinha, no começo da manhã, pelo governador Jaques Wagner, o prefeito João Henrique e outras autoridades. Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, colocaram coroas de flores para homenagear o general Labatut, comandante das tropas que atuaram na independência da Bahia. Outros políticos, como o senador Antônio Carlos Júnior e o deputado federal ACM, também estavam presentes. Durante o desfile, o PT usou a mesma tática da época de ACM "segurando" os Democratas e os "tucanos" na fila de espera e estes só desfilaram na "rabeira" depois do PCdoB, PMDB, PV, PSB e PT. O bloco do PMDB foi dividido em duas partes. Na primeira, o comando foi do ministro Geddel Vieira Lima; e na segunfa, por uma batucada com balões e o secretário geral do partido, Genebaldo Correia.


TCM multa ex-comandante da Guarda

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) multou ontem em R$ 4 mil o ex-comandante da Guarda Municipal de Salvador (GMS), coronel José Alberto GuanaisMineiro.O ex-gestor foi denunciado por mentir em declarações ao órgão e pelo pagamento de despesas antes de terem sido efetivamente realizadas, infringindo dois artigos da Lei Federal nº 4.320/64, referentes à liquidação de despesas.Nota pública divulgada no site do TCM informa que o conselheiro substituto e relator do caso Oyama Araújo, aplicou também multa de R$ 1 mil ao gerente administrativofinanceiro da GMS, Arnaldo Mendes, responsável pela liquidação dos processos.Parte da denúncia foi julgada procedente pelo Tribunal.A GMS firmou convênio no ano passado, e posteriormente houve aditivo, com a Fundação de Assistência Sócio Educativa e Cultural (Fasec) no valor total de R$ 348 mil, pagos de maneira antecipada.A entidade foi contratada para ministrar curso de capacitação de 1.478 guardas municipais e pagamento de despesas de aluguel de salas de aulas.Guanais foi acusado também por instituir “injustificável privilégio em favor do credor”, e assim desrespeitar os princípios da administração pública de legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência.Guanais alegou ao TCM que “diante da ausência de pagamentos no cenário de fornecedores e prestadores de serviço para prefeitura em setembro de 2008, a empresa colocara-se numa tentativa de ver o pagamento garantido, tendo sido atendida, o que possibilitara, tal como se deu, a perfeita execução do objeto”.Ele defendeu-se também ao dizer que a Fasec provou estar em regular funcionamento.SAÍDA – Guanais deixou o comando da GMS há pouco mais de uma semana, diante da série de denúncias de envolvimento nas irregularidades do contrato com a fornecedora do fardamento da corporação – a empresa Central de Negócios Comércio Ltda, que é de propriedade do lobista Gracílio Junqueira.Durante a investigação da Operação Nêmesis, a Polícia Civil flagrou conversas telefônicas em que ambos tratavam-se como amigos. O fornecimento do uniforme atrasou deixando pelo menos 300 guardas sem trabalhar.Guanais é investigado em inquéritos abertos peloMinistério Público Estadual (MP-BA) e pela Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap).

quarta-feira, 1 de julho de 2009

TODOS AO DOIS DE JULHO - A GREVE CONTINUA!


Servidores garantem que não apoiarão o cortejo e prometem manifestações.

Prefeito diz que, se aparecer, só será no período da tarde


Os servidores municipais de Salvador completaram ontem 16 dias de greve e a paralisação trouxe dificuldades para a Fundação Gregório deMattos, responsável pela organização dos festejos do 2 de Julho. “O Panteão dos heróis na Lapinha não foi pintado pelo pessoal da Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop). Tivemos dificuldade e atrasos em solicitações, mas nada foi cancelado”, afirmou o coordenadorgeral da organização dos festejos, Júlio Góes.Ontem pela manhã, na Lapinha, os caboclos recebiam os últimos retoques na pintura pelo restaurador Sérgio Luís Lima.“Fiz alguns retoques nos braços da cabocla e braços e cabeça do caboclo”, detalhou Sérgio.Segundo o diretor do Sindicato do Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, as comemorações de amanhã podem ficar “prejudicadas”.Isso porque servidores da prefeitura dão apoio logístico (Transalvador), de ordenamento (Sucom e Sucop) e de infraestrutura (Sesp) à festa.NAS RUAS – Além dos problemas organizacionais, a paralisação pode trazer outros transtornos ao 2 de Julho. Líderes sindicais prometem um dia de manifestações em meio à festividade. “Vamos mostrar nossa força no 2 de Julho”, bradou a presidente da Associação dos Servidores em Transporte e Trânsito do Município (Astram), Mércia Teixeira.Coincidência ou não, a assessoria de comunicação da prefeitura, ontem, em nota, divulgou que João Henrique não participará dos festejos da manhã no 2 de Julho e “fará todo o esforço para estar presente, pelo menos na parte da tarde”. O motivo seriam reuniões em São Paulo com prefeitos das capitais subsedes da Copa 2014. Mas é certo que a ausência do prefeito impede o confronto com os manifestantes.SUCOM – Em si tratando da greve, a situação só endurece. Ontem, cerca de 200 grevistas ficaram no pátio da Superintendência de Controle e Ordenamento e Uso do Solo (Sucom), na Bonocô.Servidores e o superintendente da Sucom, Cláudio Silva, mais uma vez se confrontaram. Desta feita, os grevistas expulsaram o superintendente do pátio do órgão, com vaias, xingamentos e até mesmo arremesso de ovos.Cláudio Silva considerou a manifestação um “ato de barbárie”.A ocupação, segundo os manifestantes, foi uma reação ao que chamaram de “agressão” de Cláudio, referindo-se ao dia de anteontem, quando o superintendente quebrou corrente e cadeado do portão da Sucom para ter acesso ao prédio.


Servidores municipais fazem protesto em frente a Secretaria da Saúde

Redação CORREIO
Os servidores municipais que chegam ao décimo sexto dia de greve estão reunidos em protesto na manhã desta quarta-feira (1º), em frente a Secretaria Municipal de Saúde, no Comércio, em tentativa de pressionar a Prefeitura a convocar ainda hoje uma rodada de negociação. Além do reajuste, os servidores pedem um novo plano de saúde e melhorias das condições de trabalho.'A única promessa que ficou foi de uma reunião na segunda com a Prefeitura, mas consideramos muito tarde para resolver o impasse, queremos uma mesa ainda hoje pra resolver logo essa situação', afirmou Gustavo Mercês, diretor do Sindseps (Sindicato dos servidores da Prefeitura do Salvador).Protesto no feriado Os servidores municipais também prometem 'tumultuar' a solenidade das autoridades no feriado da Indpendência da Bahia, para chamar atenção da opinião pública em relação a greve que parece não ter dia pra acabar. 'Nós iremos desde cedo no largo da Lapinha mostrar toda nossa indignação quanto ao descaso da Prefeitura', disse Mêrces indignado.
O sindicalista aponta que os servidores só aceitam discutir um percentual acima do índice de inflação, pois, segundo ele, '2% oferecido pela prefeitura só irá ampliar ainda mais a defasagem de nossos salários, amanhã a situação vai ficar mais crítica para o prefeito'.


Fonte: Raphael Carneiro 01/07/2009 11h40 Cidade
Dois de Julho
Servidores municipais prometem protestos nas comemorações da Independência da Bahia


Em greve há 16 dias, os servidores municipais prometem fazer um grande protesto amanhã nas comemorações da Independência da Bahia. O Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) deu um ultimato à Prefeitura para a realização de mais uma rodada de negociação ainda na tarde de hoje. Caso contrário, eles irão manter a manifestação nos festejos de 2 de julho.De acordo com o diretor de comunicação do Sindseps, Gustavo Mercês, representantes da Prefeitura agendaram uma reunião na próxima segunda-feira. "É muito tarde para resolver isso. Queremos negociar ainda hoje", bradou.Os servidores estão organizando a concentração amanhã à 7 horas na Lapinha. O protesto será realizado mesmo sem a presença do prefeito João Henrique. "Qualquer pessoa que estiver representando ele vai receber o protesto", disse Mercês.Hoje pela manhã, o sindicato organizou uma manifestação em frente à Secretaria Municipal de Saúde. A manifestação, assim como as outras, afetou o trânsito na região do comércio, onde fica o órgão municipal.