quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

PREFEITURA FATURA COM PATROCÍNIOS

Segue abaixo outras infomações.
(http://www.portaldocarnaval.ba.gov.br/2009/Imprensa/VisualizarNoticia.asp?NoticiaId=2225)

Prefeitura comercializa R$ 13,7 milhões em cotas de patrocínio

27/1/2010 11:39:00
Saltur espera fluxo turístico 20% maior em relação ao ano passado, atingindo de 450 mil a 500 mil visitantes

Saltur espera fluxo turístico 20% maior em relação ao ano passado, atingindo de 450 mil a 500 mil visitantes

A elevada taxa de ocupação da rede hoteleira de Salvador, principalmente naqueles estabelecimentos localizados próximos aos principais circuitos da folia momesca, indica que este será um dos maiores Carnavais já realizados na cidade, se não o maior de todos. Segundo o presidente da Saltur - Empresa Salvador Turismo S/A, Cláudio Tinoco, alguns hotéis já estão trabalhando com overbooking, quando o número de reservas é maior que a capacidade dos estabelecimentos, e, por conta disso, fazendo a transferência de hóspedes para outros estabelecimentos. A expectativa da Saltur é que no Carnaval deste ano o fluxo de turista na cidade aumente 20% em relação ao ano passado, atingindo de 450 mil a 500 mil visitantes.
Mas não é só no ramo hoteleiro que se percebe a expectativa de sucesso que terá a maior festa de rua do planeta. A Prefeitura de Salvador já contabiliza um montante da ordem de R$ 13,7 milhões em cotas de patrocínio comercializadas para o Carnaval. Itaú, Nova Schin, Petrobras e o Governo da Bahia adquiriram as quatro cotas sênior, no valor de R$ 3,1 milhões cada. A multinacional coreana Samsung estréia este ano com o patrocínio da cota principal no valor de R$ 1 milhão, e Contigo e Shopping Iguatemi ficaram com a cota apoio, no valor individual de R$ 150 mil.
Recorde - Um recorde se comparado com os dois anos anteriores. Em 2009, a Prefeitura comercializou R$ 7,5 milhões em cotas de patrocínio. Naquele ano, a cota Sênior, a principal, foi comercializada por R$ 1,840 milhão. A meta da Saltur para este ano é atingir um total de R$ 15 milhões. Além das cotas já fechadas, mais quatro empresas da área de comunicação estão finalizando os acordos de patrocínio em cotas menores.
Para o presidente da Saltur, o resultado expressivo deste ano se deve a vários fatores, mas ele destaca o êxito da administração municipal ao definir a modelagem da licitação, vencida pelo consórcio OCP e Mago Comunicação. O edital garante, de modo transparente, a maior e melhor proteção aos patrocinadores oficiais da festa, com direito a merchandising nos 25 quilômetros dos três circuitos da folia e nas principais vias da cidade, assim como nos seis bairros populares onde a Prefeitura do Salvador promove a festa.
Tinoco aponta, ainda, o fato de a festa garantir maior visibilidade para as marcas e a imagem das empresas. Além disso, os patrocinadores, segundo ele, reconhecem que o Carnaval baiano traz a exposição nacional e internacional para suas marcas e amplia o mercado consumidor. "Também fomos favorecidos com as pesquisas feitas pelo Ministério do Turismo e do Instituto Vox Populi, que sinalizaram a Bahia como o Estado preferido para o turista nacional, enquanto Salvador foi indicada, pelo visitante estrangeiro, como o terceiro melhor destino".
Infraestrutura- A comercialização das cotas de patrocínio possibilita à Prefeitura de Salvador abater parte dos R$ 30 milhões que são aplicados pelo poder público municipal na organização do Carnaval da capital baiana. Os recursos obtidos com a comercialização das cotas de patrocínio, segundo Tinoco, são aplicados pela Saltur na aquisição de infraestrutura, como as estruturas tubulares para montagem de palcos, postos operacionais, central de vistoria de trios elétricos, sistemas de sonorização e iluminação cênica, contratação de trios independentes, pagamento ao pessoal operacional, dentre outros itens.
Em 2011, a Prefeitura de Salvador manterá as cotas de patrocínio baseadas nos valores atuais corrigidos pelo IGPM (Índice Geral de Preços do Mercado). Duas patrocinadoras da cota Sênior deste ano - a Nova Schin e a Itaú - já firmaram o compromisso de manter o patrocínio em 2011.
Há nove anos, a Nova Schin patrocina o Carnaval de Salvador, e é no Estado que a cervejaria tem o seu melhor resultado em vendas. "Agora, a Samsung vem aliar-se aos nossos parceiros já tradicionais, como a Schin, que está na festa há dez anos, e o Itaú há dois, junto com a Petrobras, que chega alinhada com a questão ambiental", diz Tinoco.


Fonte Secom/Saltur

27/1/2010 11:39:00

domingo, 24 de janeiro de 2010

Assembléias setoriais

Após encaminharmos uma proposta de reajuste para os servidores que irão participar da Operação Carnaval, desde o dia 22 de dezembro de 2009, só no ultimo dia 21de janeiro fomos convidados a discutir sobre a pauta encaminhada.Nessa reunião tivemos a surpresa de que no mesmo dia foi publicado o decreto nº 20.531 do prefeito João que manteve o mesmo valor das despesas com pessoal na Operação Carnaval 2009, sem levar em consideração o aumento da inflação, o ingresso de novos servidores, a necessidade de ampliar o quantitativo de servidores para as tarefas no Carnaval 2010. Deixamos claro pra Seplag a necessidade de encontrarmos uma saída para esse problema, garantindo a participação dos servidores e o incremento para sua remuneração.
CONTAMOS COM SUA PRESENÇA EM NOSSAS ASSEMBLÉIAS

SERVIDORES DA GUARDA - DIA 26/01 - 8:00hs - sede da Susprev
SERVIDORES DA TRANSALVADOR - DIA 26/01 - 13:00 - pátio de transportes
SERVIDORES DA SESP - DIA 26/01 - 12:00 - pátio da SESP
SERVIDORES DA SUCOP - DIA 27/01 - 8:00 - ANEXO 2 - ANTIGA SURCAP
SERVIDORES DA SALVAMAR - 26/01 - 08:00 - NA SEDE

domingo, 10 de janeiro de 2010

Secretaria de Saúde não dá transparência a contratos

Secretaria de Saúde não dá transparência a contratos

Davi Lemos l ATARDE

http://www.atarde.com.br/politica/noticia.jsf?id=1333963

Três anos após o assassinato do servidor Neylton Souto da Silveira nas dependências da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a série de ações abertas pelo Ministério Público para apurar irregularidades nos acordos da pasta com prestadoras de serviço, a transparência ainda não é a característica a ser apontada nos contratos da SMS.

O acesso aos convênios e contratos firmados é difícil até para membros do Conselho Municipal de Saúde (CMS), que funciona no mesmo prédio da secretaria onde ocorreu o crime. Os conselheiros deveriam aprovar cada um destes contratos antes das assinaturas, mas a prática mostra que eles terminam sendo, por regra, os últimos a saber.

A gestão municipal continua a atuar sem dar vez ao Conselho, que deveria ser como “olhos da sociedade” a zelar pela aplicação correta dos recursos do Fundo Municipal de Saúde, como indica o regimento interno do CMS, assinado pelo prefeito João Henrique em 27 de fevereiro de 2007.

Fonte de A TARDE que vem apontando irregularidades desde a primeira gestão do prefeito revela que muitos se sentem intimidados, mesmo temerosos em cobrar maiores detalhes. “Eu tenho família, fico receoso a denunciar o que sei. Não quero ser outro Neylton”, disse um dos entrevistados.

Retrato desta relação de indiferença para com o Conselho é visto no acompanhamento por este órgão de um dos contratos assinados entre a SMS e a Pró-Saúde – Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar.

Assinado em 14 de junho de 2007 pelo então secretário Luís Eugênio Portela (PT), o contrato versa sobre a prestação de serviços técnicos e especializados para atendimento médico e de outros profissionais de saúde na Unidade de Saúde do 16º Centro de Saúde Maria Conceição Santiago Imbassay, no Pau Miúdo. Cópia deste contrato foi enviada ao Conselho apenas em 12.11.2009.

Pela administração desta unidade, a Pró-Saúde receberia R$ 7.130.712,24, divididos em doze parcelas mensais iguais e sucessivas. “O contrato com a Pró-Saúde tem uma série de coisas erradas. Através deste mesmo contrato, eles já estão nas unidades de Tancredo Neves, Periperi, Itapuã e Valéria. Não sabemos como isso foi feito. Nada passou pelo CMS”, comentou o conselheiro municipal Everaldo Braga, coordenador-geral do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), sem saber que, para estas quatro unidades, havia outro contrato celebrado com a Pró-Saúde.

Competências - A lei federal 8.142/1990 estabelece que a função dos Conselhos de Saúde é atuar na “formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente”.

Já a resolução 333/2003, do Ministério da Saúde (MS), aponta como funções do Conselho “avaliar e deliberar sobre contratos e convênios”, além de “fiscalizar e controlar gastos e deliberar sobre critérios de movimentação de recursos”.

A SMS tem outro entendimento e afirma não ser obrigada, mesmo quando solicitado pelo CMS, a ceder cópia dos contratos. Através da assessoria de imprensa, diz que a solicitação de vistas pelo conselho dos contratos entre as empresas deve obedecer a uma demanda que depende da liberação do gestor e da Procuradoria Geral do Município. A SMS afirma que os contratos, para aprovação, precisam apenas do crivo dos seus procuradores.

Com este entendimento da secretaria, fica prejudicada outra incumbência do órgão descrita na resolução do ministério, que é “fiscalizar e acompanhar o desenvolvimento das ações e dos serviços de saúde e encaminhar os indícios de denúncias aos respectivos órgãos, conforme legislação vigente”.

Leia reportagem completa na edição impressa do Jornal A Tarde deste domingo, 10