sexta-feira, 19 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
SOBRE O PLANO DE SAÚDE

Os diretores do SINDSEPS Gustavo , Mércia, Fideles e Edinei conversaram na ultima terça com o Sr. Palmas, presidente da comissão de licitação, sendo que obtivemos algumas informações importantes. Primeiro chegamos a conclusão que temos que acompanhar bem de perto esse processo, pois não podemos deixar que qualquer plano de esquina prevaleça como única nesse processo. Queremos um plano de qualidade e não permitiremos que qualquer manobra da prefeitura possa privilegiar qualquer empresa. Defendemos que os servidores tenham um leque de opções e de qualidade.
Informações obtidas em encontro com o presidente da comissão, o Sr. Palmas:
Os usuários serão atendidos por médicos credenciados, em consultório, pronto-socorro, laboratórios, clínica ou hospital, próprio ou credenciado, listados no Manual do Usuário, entregue no ato de assinatura do contrato.
A COMPEL,responsável pelo processo licitatório efetuará a análise e julgamento da documentação e emitirá parecer conclusivo relacionando a(s) empresa(s) declarada(s) apta(s) para execução dos serviços. A publicação do resultado no Diário Oficial do Município (DOM) deverá ocorrer em até (trinta) dias, após a data final para entrega da documentação.
O valor global contratual estimado para 12 (doze) meses é de R$ 131.035.213,44 (cento e trinta e um milhões trinta e cinco mil duzentos e treze reais e quarenta e quatro centavos) que será considerado preço máximo admissível pela Administração
O valor de referência para o valor do plano por titular é R$ 132,00 e a previsão é de 47.271 beneficiários.
Os serviços de assistência médica e hospitalar deverão ser os relacionados com todas as especialidades médicas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina e as doenças relacionadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, da Organização Mundial de Saúde (OMS), e as demais coberturas contidas no Rol de Procedimentos estabelecido pela Resolução Normativa RN nº. 82/2004 da Agencia Nacional de Saúde, e pelos atos que a atualizar ou pelo ato que a suceder, respeitadas as resoluções editadas pelo Conselho de Saúde Suplementar da referida Agencia.
A operadora de plano privado de assistência à saúde deverá ter estrutura própria e/ou rede de credenciados com abrangência em todo o território nacional ou rede ABRANJE e, em situações de urgências e emergências.
Para a realização do atendimento a prestadora do plano de saúde deverá fornecer cartão magnético de identificação, com prazo de validade mínimo de 01 (um) ano, para garantir o atendimento, sem custo adicional aos beneficiários.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
PLANO DE SAÚDE ABRIRÁ CREDENCIAMENTO AMANHÃ
http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2010/11/11/78474,servidores-municipais-agora-tem-plano-de-saude.html
terça-feira, 9 de novembro de 2010
COMUNICADO DE DIRETORES DO SINDSEPS

Nós diretores do SINDSEPS queremos informar total desacordo com a convocação publicada em Diário Oficial do Município datada de 09 de novembro de 2010 , onde o diretor Helivaldo P. de Alcântara assina, onde a prestação de contas do SINDSEPS consta como um pontos de pauta para a assembléia do dia 10 de novembro de 2010.
Primeiramente esta convocação não é válida, pois se fez por fora do Estatuto que em seu artigo 5º diz que a assembléia geral extraordinária só pode ser convocada pela diretoria, algo que não foi feita em nenhuma reunião.
Ressaltamos que já houve uma convocação anterior, publicada no dia 5 de novembro para referida data, aprovada em reunião de diretoria no dia 14 de outubro e publicada sua ata também no diário Oficial do Município.
Queremos registrar também que em nenhum momento o referido diretor apresentou esse balanço das contas do SINDSEPS à diretoria colegiada e agora na véspera de uma assembléia convocada desde o dia 14 de outubro, vem publicar por fora da diretoria a referida convocação.
Queremos reafirmar a manutenção da assembléia dia 10 de novembro tendo como pauta única: constituição da comissão eleitoral.
GUSTAVO FIGUEIREDO MERCÊS
MÉRCIA TEIXEIRA ARRUTI
FIDELES SOUZA
EDINEI MACHADO DOS REIS
JOÃO BATISTA ALVES DA SILVA
GERALDO COSTA JUNIOR
LÍCIA DO ESPÍRITO SANTO VIANA
domingo, 7 de novembro de 2010
MATÉRIA SOBRE A PREFEITURA - JORNAL A TARDE - DOMINGO 7/11
Sem receita e novos investimentos, Prefeitura de Salvador enfrenta crise
Insatisfação de servidores e alto custo com comissionados são problemas para o prefeito
REGINA BOCHICCHIO
A praticamente dois anos do término da gestão de João Henrique Carneiro (PMDB), no poder desde 2005, a Prefeitura de Salvador – que não conseguiu aumentar de forma significativa receita e investimentos –, agoniza em meio à insatisfação de servidores, baixa receita e alto custo com terceirizadas e comissionados.
O balanço quadrimestral da Secretaria da Fazenda (Sefaz) que será apresentado amanhã, às 9h30, na Câmara Municipal, não deve estar distante do anterior que apontava R$ 2,2 bilhões arrecadados de janeiro a setembro de 2010 e dos gastos de R$ 2,01 bilhões no mesmo período, conforme site municipal Transparência.
Na diferença, apenas R$230 milhões supostamente livres.
Pouco para uma cidade de quase 3 milhões de habitantes que tem infraestrutura e transporte precários, déficit de 100 mil moradias e uma ocupação desordenada de 70 700 mil unidades habitacionais (dados do CREA).
Não bastasse, a suspeita de uso indevido da Transferência do Direito de Construir (Transcon), por empresários, pode ter lesado os cofres municipais em R$ 500 milhões (leia abaixo), denúncia que está sendo apurada pelo Ministério Público (MP).
Pensada pelo vice-prefeito Edvaldo Brito(PTB), a reforma tributária implementada a partir de janeiro de 2010 ainda não expôs publicamente seus frutos – embora a arrecadação tenha aumentado em 12,5% entre os meses de agosto de 2009 e 2010 (Transparência).
A reportagem tentou contato com Brito, por telefone, no início da noite de sexta, mas ele não atendeu às ligações. Questionada,a Sefaz afirmou que daria dados na apresentação do balanço. A TARDE falou como secretário do Planejamento, Reinaldo Saback, que afirmou que o assunto é com a Sefaz.
Responsabilidade
Embora o gasto com pessoal da prefeitura esteja em 35%, faixa distante do limite prudencial de 51% previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (ou seja, pode gastar mais com pessoal), a gestão não conseguiu recursos para pagar as promessas feitas aos 22 mil servidores como o reajuste retroativo de 33,3% (distorção salarial entre servidores de 30 e 40 horas) para efetivos da Guarda Municipal, Transalvador e Sucop.
“Não houve implementação de um plano de saúde para os servidores, já aprovado na Câmara. Problemas rotineiros como o não fardamento dos guardas municipais, ausência de equipamentos de proteção individual não foram resolvidos”, aponta Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador.
Trabalhadores de empresas terceirizadas sofrem atraso de salário. A responsabilidade seria da gestão anterior.
“A prefeitura, nas mesas de negociação, alega que as contas operam no vermelho, que não há margem para garantir pleitos, que os atrasos são de responsabilidades das empresas terceirizadas e que as últimas gestões acabaram gerando um déficit que prejudica a atual gestão”, revela Gustavo.
Em outro aspecto, se a folha de pagamento dos 22 mil efetivos representou, de janeiro até setembro de 2010, mais de R$ R$ 790 milhões, só com serviços de terceiros – cujo número de pessoas e empresas que trabalhamnão são divulgados – a prefeitura gastou quase R$ 454 milhões.
Lição de casa
Na avaliação do auditor Sergio Furquim, diretor do InstitutodosAuditores Fiscaisda Bahia, embora a receita do município de Salvador seja baixa em relação à sua demanda, a primeira regra seria a de cortar despesas.
“Esqueceram de fazer a lição de casa: se não existe trabalho comvistas a aumentar a receita e cortar despesa, numa situação como a de Salvador, não tem jeito”, diz ele.
Por aumento da arrecadação entende-se atrair investimento da iniciativa privada, diferente de onerar tributos.
Ele cita como exemplo a Prefeitura de São Paulo que está licitando espaços publicitários nos pontos de ônibus e vai garantir R$ 10 bilhões em 20 anos só em propaganda, sem gastar nada.
Hoje, a maior arrecadação de Salvador vem do Imposto Sobre Serviços (ISS), Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e taxas diversas. Um caminho seria o de atrair novas empresas dentro de uma vocação natural que é a do turismo. “Para atrair investimentos, porém, não pode haver orla destruída e um Pelourinho arrasado,por exemplo”, lembra Furquim.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
VITÓRIA PARA GUARDAS MUNICIPAIS
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS ASSOCIADOS DO SINDSEPS
Salvador, 3 de novembro de 2010
GUSTAVO FIGUEIREDO MERCÊS
Coord. De Imprensa

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