quinta-feira, 10 de abril de 2008

A CATEGORIA REBATE ESSA ACUSAÇÃO

O Líder do governo na Câmara Municipal, Sandoval Guimarães (PMDB), informou à imprensa que a greve dos servidores municipais seria um movimento eleitoreiro. A categoria rebate essa acusação, afirmando que rejeita a proposta do governo municipal de reposição salarial de 5%, escalonado, sendo que 2,5% seriam dados em maio e outros 2,5% em setembro, porque os servidores acumulam perdas salariais (históricas) de mais de 120%. A Administração quer repor apenas a inflamação na data base, sugerindo um aumento de 10 reais em maio e mais 10 reais em setembro, seco! As demais reivindicações, como o retorno imediato da assistência à saúde, não obtiveram sinalizações positivas.
Estamos engrossando o caldo e ampliaremos ainda mais a Greve Geral, para que a Administração João Henrique apresente avanços reais para os servidores. Temos perdas acumuladas de mais de 120%, continuamos sem assistência médica, sem planos de cargos, carreiras e salários satisfatórios, e sem respostas para as péssimas condições de trabalho.
A paralisação no primeiro dia atingiu órgãos como Superintendência de Engenharia de Tráfego (SET), Secretaria Municipal de Saúde (parcialmente), Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (SUCOM), Superintendência de Transporte Público (STP), Secretaria de Serviços Públicos (SESP), SALVAMAR, entre outros. Os 30% do efetivo, no entanto, estarão preservados nos serviços essenciais.
A decisão foi tomada pela Categoria após reunião realizada no auditório do SINERGIA, no Bairro das Sete Portas, em Salvador, na noite desta quinta-feira, 09 de abril.