Sem apresentação das matrizes salariais, a reunião do Conselho Municipal de Saúde, marcada para o dia 16 de setembro, realizou-se sem a necessária discussão do Plano de Cargos e Vencimentos dos Profissionais de Saúde, conforme estava pautado. Decepção para todos os presentes.
Apesar de estarmos aguardando desde agosto uma posição da SEPLAG em relação às proposições das tabelas de vencimento e gratificação de competência encaminhadas pelo Secretário de Saúde, nada foi aprovado ou contraproposto pelo Secretário da Administração. O CMS enviou ofício em tempo hábil cobrando do Dr. Carlos Brito as referidas tabelas, mas obteve o silêncio como resposta.
Há algo de podre no reino da Dinamarca, diria Shakespeare, pois não se pode admitir que, havendo um TAC com o Ministério Público que cobra o concurso público para as atividades fins na SMS, onde imperava as terceirizações a custos altíssimos para os cofres públicos, até o momento a SEPLAG não tenha sido capaz de realizar estudos de impactos para negociação das matrizes salariais do Plano de Cargos, sem o qual não pode haver concurso.
Estamos nos mobilizando para reivindicar que o Plano de Cargos e Vencimentos saia do projeto para a realidade institucional. Os profissionais de saúde merecem e o povo precisa de urgentes melhorias no Sistema Único de Saúde, tão precarizado na Gestão do Prefeito João Henrique. VAMOS À LUTA! COMPAREÇAM NAS ASSEMBLÉIAS SETORIAIS E MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS.
Apesar de estarmos aguardando desde agosto uma posição da SEPLAG em relação às proposições das tabelas de vencimento e gratificação de competência encaminhadas pelo Secretário de Saúde, nada foi aprovado ou contraproposto pelo Secretário da Administração. O CMS enviou ofício em tempo hábil cobrando do Dr. Carlos Brito as referidas tabelas, mas obteve o silêncio como resposta.
Há algo de podre no reino da Dinamarca, diria Shakespeare, pois não se pode admitir que, havendo um TAC com o Ministério Público que cobra o concurso público para as atividades fins na SMS, onde imperava as terceirizações a custos altíssimos para os cofres públicos, até o momento a SEPLAG não tenha sido capaz de realizar estudos de impactos para negociação das matrizes salariais do Plano de Cargos, sem o qual não pode haver concurso.
Estamos nos mobilizando para reivindicar que o Plano de Cargos e Vencimentos saia do projeto para a realidade institucional. Os profissionais de saúde merecem e o povo precisa de urgentes melhorias no Sistema Único de Saúde, tão precarizado na Gestão do Prefeito João Henrique. VAMOS À LUTA! COMPAREÇAM NAS ASSEMBLÉIAS SETORIAIS E MANIFESTAÇÕES PÚBLICAS.