NOTA PÚBLICA DA CHAPA SINDICATO É PRA LUTAR
Queremos informar aos associados do SINDSEPS os graves fatos ocorridos durante o processo eleitoral da diretoria do sindicato. Questionamos desde o início como a comissão eleitoral não se baseava no principio da imparcialidade, nem da publicidade e em determinados momentos assumia posição de beneficiar a CHAPA 2. A comissão eleitoral nos dias da eleição agiu de forma a garantir que não pudéssemos vigiar a integridade e inviolabilidade das urnas.
No primeiro dia a comissão criou problemas para a participação de fiscais que só foram garantidos após muita pressão. Ao fim do dia 16, a comissão eleitoral impediu que a CHAPA1 pudesse ficar próxima a sala fechada onde se encontravam as urnas e no local se encontravam seguranças estranhos que tinha acesso direto ao local das urnas.
Na manhã do dia 17, descumprindo o roteiro de itinerário das urnas, beneficiando órgãos que a CHAPA 2 tinha mais membros na chapa e utilizando de seguranças, tentaram impor pela força a saída de uma das urnas, agredindo diversos servidores presentes no local. A resistência de vários desses servidores não só garantiu que o veículo com a urna não saísse sem fiscal, como permitiu descobrir o esquema de fraude montado, quando fiscais da chapa 1 identificaram cédulas de votação em separado no porta luvas constrangendo a comissão no local. O fato foi testemunhado na edição deste sábado, dia (18/12) no Jornal Correio.
Após o tumulto e a intervenção de policiais que passaram a vistoriar os carros da comissão foi descoberto material da CHAPA 2 no porta malas do carro da comissão, demonstrando nitidamente a cumplicidade da comissão eleitoral com a CHAPA 2 e pior com dinheiro do SINDICATO.
È importante frisar que tanto os seguranças utilizados dentro do sindicato como os referidos carros foram custeados pelo sindicato por fora da diretoria e a serviço da CHAPA 2 com a conveniência da comissão eleitoral.
E por fim, quando percebemos que o sentimento na categoria demonstrava que a chapa 1 foi a que teve maioria dos votos, o esquema de fraude foi revelado com urna da TRANSALVADOR violada (furada) e troca de cédulas favoráveis a chapa 1 pela favoráveis a chapa 2 em diversas urnas que garantiria uma vitória artificial da CHAPA 2.
Assim denunciamos que esse processo eleitoral foi fraudado e que a comissão eleitoral esteve a serviço da CHAPA. Convocamos a categoria para rejeitar o resultado dessas eleições eivado de vícios, fatos graves que feriram a democracia dentro do movimento sindical.