Os problemas dos servidores municipais são muitos e parece intermináveis, atraso no pagamento de horas extras, tíquetes refeições, retirada da assistência médica, corte das bolsas de estudos dos dependentes e indefinições sobre o Plano de Cargos e Carreiras (PCC) para toda a esfera municipal. Reuniões, grupos de trabalho e seminários vêm sendo realizados, mas como ressalta o diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Salvador (Sindseps), Saulo Borges, ainda há muito que discutir e a Prefeitura não vêm sinalizando com a definição e fechamento de pontos em aberto. A expectativa dos servidores é de que o PCC seja aplicado já no próximo ano, sob a pena de uma paralisação geral da categoria. Na semana dedicada aos servidores públicos, os trabalhadores apresentaram uma série de insatisfações, dentre elas está à falta de assistência médica e a retirada das bolsas de estudos dos filhos dos servidores. Sobre a retirada das bolsas de estudos dos filhos dos servidores o sindicalista dispara. “É um direito adquirido e tem que ser mantido”, expressa o diretor do Sindseps