Servidores municipais suspendem paralisação na Codesal
Paula Pitta A TARDE On Line
Os servidores municipais decidiram não parar o trabalho na Codesal, como estava previsto para esta terça-feira, 26, dentro da série de paralisações que a categoria realiza desde a semana passada. De acordo com Gustavo Mercês, diretor do sindicato da categoria, eles avaliaram que ainda há muita demanda de atendimento na Defesa Civil por conta dos últimos dias de chuva. Com esta decisão, apenas os servidores das Superintendências de Controle do Uso do Solo (Sucop) e do Meio Ambiente (SMA) cruzam os braços nesta terça. A estimativa do sindicato é que 806 funcionários aderiram ao movimento, que já parou por um dia a Seplag, Transalvador, Salvamar e Sucom. A paralisação desta terça atinge os postos dos órgão no Dique do Tororó, entrada da Lapa, Sete Portas, Baixinha e Retiro. Mercês informa que a categoria reivindica reajuste de 50%, assistência de saúde e melhorias nas condições de trabalho. Eles alegam que, até o momento, não tiveram retorno da Prefeitura e que no dia 2 de junho se reúnem para votar greve por tempo indeterminado.
METROPOLE
Fonte: Raphael Carneiro 26/05/2009 09h21 Cidade Funcionários da Sucop e SMA paralisam atividades nesta terçaMovimento dos servidores municipais chega ao quinto dia. Funcionamento da Codesal não será afetadoTamanho da letra Mais de 800 funcionários da Superintendência de Conservação e Obras Públicas do Salvador (Sucop), antiga Sumac, e da Superintendência de Meio Ambiente (SMA) estão de braços cruzados nesta terça-feira (26). O protesto faz parte do movimento dos servidores públicos municipais, que já paralisaram as atividades na Seplag, Transalvador, Salvamar e Sucom.Existia a possibilidade de a manifestação se estender hoje à Defesa Civil. “Só que o comando do movimento se reuniu ontem e, mesmo sabendo que não houve chuva nos últimos dois dias, decidimos preservar este atendimento. Até porque as ocorrências continuam alta”, afirmou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês.Com a paralisação na Sucop, está comprometida a operação tapa-buraco na cidade. Segundo Mercês, a Administração do órgão no Dique do Tororó e os postos situados na entrada da Estação da Lapa, no bairro da Sete Portas, na Baixinha e no Retiro estão fechados.Os manifestantes reivindicam um reajuste salarial de 50%, a implantação de plano de saúde para os funcionários municipais e melhores condições de trabalho. Pelo cronograma do sindicato, a paralisação amanhã (27) deve atingir os funcionários da saúde. Na quinta-feira (28) será a vez da Guarda Municipal e na sexta-feira (29), da Sefaz, Educação e Desal. Na próxima terça-feira (2), será realizada uma assembleia geral para definir os rumos do movimento. O Sindseps aguarda uma contra-proposta da prefeitura para iniciar a negociação. “Mas ao que tudo indica, iremos entrar em greve geral mesmo, até porque ninguém entrou em contato com a gente”, afirmou Mercês.
Em seu quinto dia de paralisações, hoje, dia 26 de maio, nas unidades operacionais da SUCOP, cerca de 900 servidores municipais paralisaram as atividades da superintendência responsável pelos serviços de obras púbicas da cidade do Salvador, incluindo órgãos que abrangem as antigas autarquias (SMA, antiga SUMAC, Operação Chuva, SPJ e CODESAL).
Redação CORREIO
Cerca de 180 mil alunos de 417 escolas em Salvador poderão ficar sem aulas nas próximas 72 horas, se for cumprida a ameaça de paralisação dos professores da rede municipal de ensino. Segundo o sindicato da categoria, o prazo pode ainda ser estendido caso não haja avanço nas negociações com a prefeitura.
As principais reivindicações da categoria são reajuste salarial de 9,01%, plano de saúde e novo concurso público. Os professores decidiram pela paralisação na manhã desta terça-feira (26), em uma assembléia no Ginásio dos Bancários, no Largo dos Aflitos.Uma nova reunião na sexta-feira (29) definirá se a greve será deflagrada, segundo informações de Elza Melo, diretora da Associação dos Professores Licenciados da Bahia (APLB).'Nós demos um prazo de 72 horas para pressionar a prefeitura já que apresentamos para a Secretaria Municipal de Educação (Smec) e diversos outros órgãos uma pauta com 34 reivindicações desde o dia 01 de abril e nada aconteceu após 56 dias', disse a diretora indignada.Segundo Elza, após a assembléia realizada nesta manhã, a Smec convocou a APLB para uma conversa ainda nesta tarde, para tentar solucionar os problemas. ' Tudo dependerá exclusivamente do executivo municipal, o prefeito diz que quer dialogar, e esperamos que sim, pois estamos abertos para negociar e ver o que realmente vai acontecer', enfatizou a diretora. ManifestaçãoApós a assembléia, os professores da rede municipal saíram emprotesto pela avenida Sete, no Campo Grande e causaram congestionamento na região, deixando o trânsito parado em frente ao Sebrae, segundo informações da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador).
Cerca de 180 mil alunos de 417 escolas em Salvador poderão ficar sem aulas nas próximas 72 horas, se for cumprida a ameaça de paralisação dos professores da rede municipal de ensino. Segundo o sindicato da categoria, o prazo pode ainda ser estendido caso não haja avanço nas negociações com a prefeitura.
As principais reivindicações da categoria são reajuste salarial de 9,01%, plano de saúde e novo concurso público. Os professores decidiram pela paralisação na manhã desta terça-feira (26), em uma assembléia no Ginásio dos Bancários, no Largo dos Aflitos.Uma nova reunião na sexta-feira (29) definirá se a greve será deflagrada, segundo informações de Elza Melo, diretora da Associação dos Professores Licenciados da Bahia (APLB).'Nós demos um prazo de 72 horas para pressionar a prefeitura já que apresentamos para a Secretaria Municipal de Educação (Smec) e diversos outros órgãos uma pauta com 34 reivindicações desde o dia 01 de abril e nada aconteceu após 56 dias', disse a diretora indignada.Segundo Elza, após a assembléia realizada nesta manhã, a Smec convocou a APLB para uma conversa ainda nesta tarde, para tentar solucionar os problemas. ' Tudo dependerá exclusivamente do executivo municipal, o prefeito diz que quer dialogar, e esperamos que sim, pois estamos abertos para negociar e ver o que realmente vai acontecer', enfatizou a diretora. ManifestaçãoApós a assembléia, os professores da rede municipal saíram emprotesto pela avenida Sete, no Campo Grande e causaram congestionamento na região, deixando o trânsito parado em frente ao Sebrae, segundo informações da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador).
Professores municipais param atividades por 72h
Paula Pitta A TARDE On Line
Luciano da Matta Agência A Tarde
Professores da rede municipal de ensino saíram em passeata pelo centro da cidade
Os professores da rede municipal de ensino decretaram paralisação de advertência de três dias, a contar desta quarta-feira, 27, mas as aulas desta terça já foram prejudicadas por causa da assembleia da categoria, que aconteceu no turno da manhã. Os cerca de 300 docentes que estiveram presentes ao encontro seguem em passeata do Largo dos Aflitos até a Praça Municipal.
Eles alegam que a Prefeitura não se posicionou sobre três itens da pauta de reivindicações entregue há 56 dias. "Discutiram algumas questões, mas não deram resposta no que diz respeito ao reajuste, plano de saúde e concurso público, que são prioritários, pois atingem diretamente o servidor", diz Marilene Betros, vice-coordenadora da APLB. Os professores municipais querem reajuste de 9,01%.
A categoria pretende protestar em frente à Secretaria Municipal de Educação, em Brotas, nesta quarta, às 14h. Na sexta, eles se reúnem para avaliar o movimento em assembleia no Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos, às 9h. De acordo com a sindicalista, Salvador conta com cerca de 8 mil professores municipais.
A reportagem tentou contato com a Prefeitura através dos telefones da Secretaria de Educação e a de Comunicação, mas não conseguiu falar com os assessores destes órgãos.