A TARDE On Line
Os servidores municipais param o setor administrativo da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no Comércio, e a Vigilância Sanitária, na Vasco da Gama, nesta quarta-feira, 27, dentro da série de paralisações iniciada na semana passada como parte da campanha salarial da categoria. De acordo com Gustavo Mercês, diretor do sindicato que representa os servidores municipais, serão mantidos apenas os serviços essenciais da Vigilância Sanitária, como testes de laboratório para confirmação de diagnóstico de dengue.
Mercês também afirma que a paralisação de 24 horas não afetará o atendimento nos postos de saúde. "A maioria dos funcionários dos postos trabalha por contrato temporário ou são terceirizados e os poucos servidores que trabalham nestas unidades não vão parar. Os postos que estão fechados estão assim por ausência de médicos e segurança".
A paralisação desta quarta atinge 800 servidores, 400 em cada órgão. Nesta quinta, a categoria pretende cruzar os braços na Guarda Municipal e Sesp. Eles já interromperam o trabalho por um dia na Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop e SMA.
Eles reivindicam 50% de reajuste, assistência de saúde e melhorias nas condições de trabalho. Os servidores se reúnem no dia 2 de junho em assembleia para votar estado de greve. "Se existe possibilidade de greve, cada dia está mais se aproximando disso, porque a gente está aberto para negociar, mas não tem como negociar com o silêncio da Prefeitura", diz Mercês.
Servidores param as atividades na Secretaria Municipal de Saúde
Redação CORREIO
Os servidores municipais de Salvador continuam em campanha salarial fazendo paralisações nas diversas secretarias da cidade. Nesta quarta-feira (27), cerca de 800 trabalhadores pararam as atividades no prédio administrativo da Secretaria Municipal de Saúde, no Comércio, e na sede da Vigilância Sanitária, na Vasco da Gama, onde o atendimento ao público foi suspenso. Continua sendo feita apenas a coleta de sangue para detectar os casos de dengue.
'Nós queremos a criação de um piso salarial para a categoria e 50% de reajuste em cima desse píso. Além disso, pedimos a criação de um plano de saúde', explicou o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês. Ainda segundo ele, a categoria reivindica também a melhoria nas condições de trabalho, já que alguns funcionários trabalham em áreas de risco e não usam equipamentos de proteção individual.
Mercês alegou ainda que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) fez um cálculo que os fez perder 114% no ganho salarial, e que o reajuste de 50% é até pouco para o prejuízo que tiveram. O diretor do sindicato disse que, até o momento, a prefeitura não fez nenhum tipo de contato propondo uma negociação.
As paralisações iniciaram no último dia 20 e já atingiram diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag). Os servidores vão se reunir em assembleia às 17h30 do dia 2 de junho, no Sindicato dos Bancários, quando podem definir pela greve geral, atingido os 22 mil trabalhadores da prefeitura.
Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária paralisadas
Movimento dos servidores municipais chega hoje ao sexto dia com ameaça de greve geral no dia
http://www.radiometropole.com.br/portal2009/index_noticias.php?id=VG1wQk0wNW5QVDA9
O protesto dos servidores municipais por reajuste salarial segue hoje (27) com a paralisação dos serviços administrativos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no Comércio, e a Vigilância Sanitária, na Vasco da Gama. De acordo com o Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), a manifestação atinge 800 funcionários, 400 em cada órgão.O diretor do Sindseps, Gustavo Mercês, garantiu que os serviços emergenciais como os testes de laboratório para a verificação da dengue estão funcionando normalmente. "Nós sabemos que a população sofre com os postos de saúde e, mesmo que o serviço seja mínimo, vamos manter", afirmou.Hoje é o sexto dia da manifestação dos servidores municipais. Desde a última quarta-feira (21), eles já paralisaram os trabalhos por um dia na Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop e SMA. Amanhã (28) será a vez da Guarda Municipal e dos agentes de fiscalização da Sesp. Na sexta-feira, encerrando o cronograma as atividades serão interrompidas as atividades na Sefaz, Educação e Desal.Os manifestantes reivindicam um reajuste salarial de 50%, a implantação de plano de saúde para os funcionários municipais e melhores condições de trabalho. O sindicato reclama que, até o momento, a Prefeitura não entrou em contato. No dia 2 de junho haverá uma assembleia com possibilidades de greve geral dos servidores municipais.
SERVIDORES DA SMS PARALISAM ATIVIDADES
16:18:12
http://www.samuelcelestino.com.br/noticias/noticia/2009/05/27/40762,servidores-da-sms-paralisam-atividades.html
A estratégia de paralisação do sindicato dos servidores municipais de Salvador a cada dia nesta quarta (27) alcança a Secretaria Municipal de Saúde. Ao todo, o movimento paralisa 800 pessoas no prédio administrativo da Secretaria Municipal de Saúde, no Comércio, e na sede da Vigilância Sanitária, na Vasco da Gama. Neste último, apenas a coleta de sangue para detectar os casos de dengue. Os trabalhadores querem a criação de um piso salarial para a categoria e, logo depois, reajuste de 50% em cima desse valor.
Servidores municipais da área de Saúde paralisam serviços
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=30852
27/5/2009 12:04 Thiago Pereira
Os servidores municipais deram seguimento nesta quarta-feira (27) a série de paralisações que tem como objetivo acelerar as negociações referentes à campanha salarial da categoria. Cerca de 800 trabalhadores da área da Saúde suspenderam os serviços no prédio administrativo da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), localizado no Comércio, e na sede da Vigilância Sanitária, na Avenida Vasco da Gama, onde o atendimento ao público foi suspenso.
As manifestações dos servidores foram iniciadas no último dia 20, e já atingiram diversos órgãos públicos da cidade, como a Superintendência de Controle e Ordenamento do Solo (Sucom), a Defesa Civil (Codesal) e a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador).
De acordo com o Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), a prefeitura ainda não entrou em contato para abrir negociações com os trabalhadores. Caso a situação permaneça inalterada, a categoria deve se reunir em uma assembléia na próxima terça-feira (02), às 17h30 na sede do Sindicato dos Bancários, no Centro da Cidade.
"Dessa forma iremos levar pra assembléia da categoria no dia 2/06 que não houve interesse da Prefeitura em resolver o impasse e assim marcharemos para uma greve geral de todos os órgãos e secretarias" afirmou Gustavo Mercês, diretor do Sindseps.
A categoria reivindica uma reposição salarial de 50%, a constituição de um plano de saúde para os servidores financiada pela Prefeitura e melhores condições de trabalho. Outra reclamação presente na paralisação de hoje está relacionada com o alto número de terceirizados ocupando atividades-fim da competência efetiva dos servidores de carreira.
Servidores da saúde fazem paralisação hoje (27)
27/05/2009 - 11h39m
*Da Redação, com informações do Correio redacao@portalibahia.com.br
Os servidores municipais de Salvador continuam em campanha salarial e fazem paralisações nas diversas secretarias da cidade. Nesta quarta-feira (27), cerca de 800 trabalhadores pararam as atividades no prédio administrativo da Secretaria Municipal de Saúde, no Comércio, e na sede da Vigilância Sanitária, na Vasco da Gama, onde o atendimento ao público foi suspenso. Continua a ser feita apenas a coleta de sangue para detectar os casos de dengue.
'Nós queremos a criação de um piso salarial para a categoria e 50% de reajuste em cima desse píso. Além disso, pedimos a criação de um plano de saúde', explicou o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês. Ainda segundo ele, a categoria reivindica também a melhoria nas condições de trabalho, já que alguns funcionários trabalham em áreas de risco e não usam equipamentos de proteção individual.
Funcionários municipais paralisam atividades na Secretaria da Saúde
tribuna online
http://www.digita.com.br/tribunadabahia/news.php?idAtual=10170
Manuela Matos
Como estava previsto,cerca de 800 funcionários da Secretaria Municipal de Saúde suspenderam o atendimento ao público. A ação faz parte da campanha salarial dos funcionários públicos municipais.
A categoria reivindica a criação de um piso salaraial e um reajuste de 50% em cima desse piso, além de melhores condições de trabalho e a criação de um plano de saúde para os servidores.
As paralisações iniciaram no último dia 20 e já atingiram diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag). Os servidores vão se reunir em assembleia às 17h30 do dia 2 de junho, no Sindicato dos Bancários, quando podem definir pela greve geral, atingindo os 22 mil trabalhadores da prefeitura.
De acordo com o diretor do sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, a paralisação espaçada em setores diferentes do serviço municipal foi a única forma que o sindivato teve de não prejudicar a população, tendo em vista os problemas enfrentados por conta do período chuvoso.