Todos os “benefícios” do servidor público Municipal de Salvador na área de saúde preventiva foram cortados ao longo da gestão do Prefeito João Henrique, que deu uma melhorada na remuneração, mais pecou na assistência a saúde dos servidores. Em nome da economia de palito e do desmanche da assistência à saúde do servidor público, tudo acabou no IPS, que gasta 1 milhão de reais por mês e não atende aos trabalhadores; O instituto virou sinônimo de incompetência, desrespeito aos direitos dos trabalhadores e desprezo pela vida humana.
Trabalhando em condições adversas, morando mal, vivendo mal, às voltas com as incertezas, com seus direitos sociais e garantias constitucionais sendo retirados, é óbvio que os servidores não resistiriam às doenças e aos seus agravos.
Trabalhando em condições adversas, morando mal, vivendo mal, às voltas com as incertezas, com seus direitos sociais e garantias constitucionais sendo retirados, é óbvio que os servidores não resistiriam às doenças e aos seus agravos.