O Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador
(SINDSEPS) interpelou a SUMAC a respeito do
fornecimento de quentinhas para os servidores que
desempenham serviço em horário extraordinário. A
situação é irregular, tendo em vista que a lei determina
o pagamento através de vale refeição de serviço.
Vale transporte
Os servidores da prefeitura de Salvador estão
desempenhando atividades extraordinárias sem
receber o vale transporte serviço. Até o momento
apenas a SPJ (Secretaria de Parques e Jardins)
repassa os benefícios. Por esta razão, o SINDSEPS
irá acionar a administração municipal na
justiça, caso a situação não seja regularizada.
Pacientes e funcionários passam
mal em Centro de Saúde da PMS
Durante os meses de junho e julho, quando ocorria a reforma do 6º Centro de Saúde, em Tancredo
Neves, foram registradas diversas ocorrências de funcionários e pacientes da Unidade, que alegaram
mal-estar, náuseas, e dores de cabeça e, o pior, chegaram a apresentar sintomas de intoxicação
leve por causa do fortíssimo cheiro de tinta e solvente thinner. O caso foi denunciado ao Ministério
Público, visto que o posto deveria ser interditado, porém os gestores decidiram pelo funcionamento
normal, apesar das queixas de servidores e pacientes.
Servidor é punido por
denunciar descaso com a Saúde
O servidor municipal Antoniel Ferreira Junior, técnico de
enfermagem do Pronto – Atendimento do 6º Centro de Saúde
Dr. Rodrigo Argolo, localizado em Tancredo Neves, denunciou
ao SINDSEPS, à justiça e à imprensa o descaso da unidade
de Saúde com materiais, inclusive medicamentos, com prazo
de validade vencida.
Os materiais encontrados pelo funcionários do Pronto-
Atendimento estavam sem condições de uso, por isso foi devolvido
ao almoxarifado que, alguns dias depois, reenviou-os
para serem reutilizados. Inconformado com o ocorrido, Antoniel,
ao invés de solicitar novamente a devolução dos materiais,
preferiu descartá-los, registrando o lote, as datas de
fabricação e de vencimento no livro de ocorrências.
A atitude do servidor incomodou a gerente do posto que
solicitou a devolução do funcionário à Secretaria Municipal
de Saúde, que inicialmente não estava ciente da irregularidade.
Ao tomar conhecimento do problema, ao invés de
abrir sindicância, a SMS preferiu constranger o servidor. O
mesmo denunciou o caso ao MP, solicitou apoio ao SINDSEPS,
Conselho Regional de Enfermagem da Bahia e Conselho
Municipal de Saúde. O caso resultou em um mandado
de segurança contra a SMS, que está tramitando na 5ª Vara
da Fazenda Pública.