Servidores da saúde municipal aderem à paralisação da categoria
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A paralisação dos servidores municipais entra no segundo dia nesta terça-feira, 9, com a adesão de cerca de 800 trabalhadores que atuam na parte administrativa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Com mais esse setor parado, deixam de funcionar os processos de licitação, o atendimento interno e as questões de logística relacionadas com o serviço municipal de saúde. A paralisação, no entanto, segundo o sindicato da categoria, não atinge os postos de saúde, que mantém o atendimento normalizado.
Essa é a segunda paralisação de 72 horas dos servidores. A primeira aconteceu na semana passada (de quarta até sexta-feira). Esta semana, a categoria deciciu fazer nova paralisação que se estende até esta quarta, 10. De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps), Gustavo Mercês, o mau tempo hoje impede que manifestações aconteçam pela manhã, mas novos protestos podem acontecer durante a tarde. Nesta segunda, os servidores saíram em passeata dos Barris até a entrada da Estação da Lapa, causando grande congestionamento na região.
Com a paralisação, deixam de funcionar serviços prestados por órgãos como a Transalvador, Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Salvamar e Guarda Municipal. Além dos postos de saúde, a mobilização não afeta o atendimento do Samu, Defesa Civil e dos trabalhos de combate à endemias.
Os servidores exigem plano de saúde, reajuste de 50% no salário-base de R$ 465 e melhoria nas condições de trabalho para funcionários de órgãos como Codesal, Salvamar e Guarda Municipal.
Fonte: Raphael Carneiro 09/06/2009 09h00 Cidade Manhã deve ser de mais protestos nas ruas de SalvadorAlém da chuva, servidores municipais devem atrapalhar trânsito com mais uma passeata na cidade
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Além da forte chuva que cai na cidade, a população de Salvador pode sofrer com mais um problema na manhã de hoje (9). O Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) pretende realizar mais uma passeata, desta vez na Avenida Mário Leal Ferreira. Os manifestantes reivindicam reajuste salarial de 50%, plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho.
O único empecilho para a realização do protesto nas ruas é a chuva. De acordo com o diretor de comunicação do sindicato, Gustavo Mercês, os líderes do movimento vão “avaliar as condições climáticas com os manifestantes para decidir se será realizada a passeata”. Caso se confirme, os servidores municipais sairão da sede da Sucom na Avenida Mário Leal Ferreira em direção ao Vale de Nazaré.
O sindicalista afirmou que desde a tarde de ontem a Transalvador foi avisada da possibilidade de manifestação. Só que, o órgão municipal também está em greve e funciona com apenas 30% de seu efetivo. “Eles que pedem ou não apoio para a Polícia Militar”, disse Mercês.
Hoje, além da Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Transalvador, Salvamar e Guarda Municipal, os manifestantes paralisaram também os serviços administrativos da Secretaria de Saúde. No entanto, os postos de saúde, o combate a endemias e o Samu continuam funcionando normalmente.
Professores da rede municipal decidem manter greve
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Arestides Baptista Agência A Tarde
Professores em assembleia decidem pela continuidade do movimento que já dura 11 dias
Os professores da rede municipal de ensino decidiram, após assembleia na manhã desta terça-feira, 9, manter a greve iniciada no dia 29 de maio. A categoria pretende fazer uma manifestação nesta quarta, às 14h, na Câmara de Vereadores, para pressionar o poder público municipal a oferecer uma contra-proposta às reivindicações da categoria que pede 9,01% de aumento e acréscimo de 25% no valor do tíquete-alimentação.
De acordo com Marilene Betros, vice- coordenadora da APLB, sindicato que representa os professores, a Prefeitura de Salvador não apresentou nenhuma proposta para que o movimento fosse interrompido. "Só dizem que estão estudanto a tabela de reajuste e nada de negociarem. Não podemos admitir que a prefeitura não se mobilize, mesmo com os estudantes sem aula", comenta Betros.
Estima-se que pelo menos 95% dos 5.793 professores da rede municipal tenham aderido à greve. Os outros 5% são servidores ligados ao governo do Estado e que são cedidos para atuar nas escolas municipais. Com 417 escolas, a rede de ensino deixa cerca de 180 mil alunos sem aula.