segunda-feira, 8 de junho de 2009

Servidores municipais iniciam mais uma paralisação


Manifestantes decidem realizar caminhada dos Barris à Estação da Lapa a partir das 11 horas



Atualizada às 10h39min

Os servidores da Prefeitura de Salvador iniciam hoje a segunda paralisação de 72 horas da categoria. Reivindicando reajuste salarial de 50%, plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho, os manifestantes reclamam que a Prefeitura não entrou em contato com os líderes do movimento para negociação.

De acordo com Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), estarão paralisadas a Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Transalvador, Salvamar e Guarda Municipal, apenas preservando o atendimento nos postos de saúde, combate à endemias, Samu e Codesal. "Não nos restou outro caminho que não seja paralisar tudo visto que a Prefeitura não quer negociar com o movimento, assim, nós não iremos nos sujeitar a prepotência do Executivo Municipal", afirmou Mercês.

Assim como ocorreu na semana passada, os manifestantes prometem realizar passeatas nas ruas da cidade. Mesmo com a maioria da população se posicionando contra a este tipo de movimento, que praticamente trava o trânsito de Salvador, o diretor do Sindseps se defende: "É um direito constitucional realizar caminhadas pacíficas e ordeiras previamente avisadas às autoridades locais e assim temos feito, só deixaremos de caminhar até o prefeito nos receber".

Redação CORREIO
Os servidores municipais de Salvador decidiram, em assembleia na manhã desta segunda-feira (8), paralisar novamente as atividades pelo período de 72 horas. A categoria reivindica a criação de um piso salarial e 50% de reajuste em cima desse píso.
Além disso, pedem a elaboração de um plano de saúde e melhoria nas condições de trabalho, já que alguns funcionários trabalham em áreas de risco e não usam equipamentos de proteção individual.
Segundo o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, a prefeitura ainda não recebeu o movimento para discutir os pontos da pauta da campanha salarial. A categoria saiu em caminhada dos Barris, por volta das 11h desta segunda, em direção à Estação da Lapa.
Até a próxima quarta-feira (10) estarão paralisadas as atividades na Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom), Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesp), Superintendência do Meio Ambiente (SMA), Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop), Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag), Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar) e Guarda Municipal.
O atendimento permanecerá normalizado apenas nos postos de saúde, combate à endemias, no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e na Coordenadoria de Defesa Civil (Codesal).
Na última semana, os servidores também paralisaram as atividades por 72h, entre a quarta (3) e a sexta-feira (5). Na quinta(4), eles realizaram uma manifestação que saiu da Rótula do Abacaxi em direção a Sete Portas, provocando grande congestionamento.

08/06/2009 - 15h41
Policiais civis e servidores municipais de Salvador paralisam atividades na BA
Heliana Frazão
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador

Cerca de 22 mil servidores públicos municipais de Salvador e aproximadamente 6.000 policiais civis da Bahia iniciaram a semana com as atividades paralisadas. As categorias resolveram declarar greve por 72 horas.

Servidores da Prefeitura de Salvador (BA) realizam assembleia na manhã de hoje
Veja a imagem ampliada
Outras notícias de hoje
Entre os servidores municipais, o Sindicato dos Servidores Municipais de Salvador (Sindseps) reivindica plano de saúde, reajuste de 50% no salário-base de R$ 465 e melhoria nas condições de trabalho. Estão paralisados funcionários de diversas secretarias do município e de órgãos vinculados a ele, como Samu, Defesa Civil, Controle do Tráfego e Guarda Municipal. Na manhã desta segunda-feira (8), após uma assembleia geral, os servidores da prefeitura saíram em caminhada pelo centro da cidade, em direção à estação da Lapa - a maior e mais movimentada da capital baiana. O trânsito ficou congestionado durante a passeata. Na estação da Lapa, os servidores fizeram uma roda e cantaram o hino nacional. O diretor do Sindseps, Gustavo Mercês, reclama da condição dos servidores. Segundo ele, funcionários atuam sem equipamentos de proteção na Defesa Civil, por exemplo. "Não podemos aceitar isso", disse Mercês, acrescentando que a situação na Defesa Civil não é um caso isolado.
Policiais civis
Já os policiais civis da Bahia decretaram nesta segunda-feira a quarta paralisação por 72 horas desde maio, mantendo apenas 30% do efetivo em atividade. Eles reivindicam reajuste salarial de 60% a 65% sobre os salários dos delegados, que é de R$ 4.500, segundo o Departamento de Polícia Metropolitana.Conforme o presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc), Carlos Lima, a categoria recebe apenas 24% dos salários dos delegados e a oferta do governo é elevar esse percentual para 30%, escalonado em três anos. "Não estamos dispostos a aceitar", diz o sindicalista, informando que, se o governo não elevar a oferta, será decretada greve por tempo indeterminado a partir de 20 de junho. Nos próximos três dias de greve, estão suspensas atividades como a custódia de presos, perícia e investigações. O registro de ocorrências também não está sendo feito, mas pode ser realizado por meio do site da polícia .
Professores
Também em greve, professores da rede municipal completam nesta segunda-feira uma semana com as atividades suspensas, deixando cerca de 180 mil alunos, de 417 escolas, fora das salas de aula. Eles já haviam cruzados os braços por 72 horas na semana anterior, antes de deflagrar greve por tempo indeterminado.Elza Melo, diretora da APLB-Sindicato - entidade que representa a categoria -, explica que houve avanços nas negociações com a Secretaria de Educação, mas as propostas não foram suficientes para suspender o movimento. "Já obtivemos da secretaria o compromisso com a realização de concurso público e uma proposta de plano de saúde para os docentes, mas ainda não há nada de concreto relacionado a reajuste salarial. Pedimos 9,01% e ainda não recebemos nenhuma contraproposta, por isso continuamos em greve", afirma Melo.A diretora disse ainda que os professores voltarão a se reunir em assembleia nesta terça-feira (9) para decidir se retomam os trabalhos ou continuam parados à espera de nova proposta.

Servidores fazem manifestação rumo à Lapa
08/06/2009 - 11h52m

*Da Redação
redacao@portalibahia.com.br

Os servidores municipais, que paralisaram as atividades por 72 horas, saíram em manifestação pelas ruas de Salvador, no fim da manhã desta segunda-feira (8). Segundo o presidente do sindicato, Gustavo Mercês, os manifestantes irão seguir rumo à Estação da Lapa.
A categoria quer 50% de reajuste, assistência médica e melhoria nas condições de trabalho. Há duas semanas os servidores vêm fazendo paralisações, mas segundo eles não chegaram a nenhum acordo que impedisse a greve.A Superintendência de Transportes e Trânsito de Salvador (Transalvador) informa que devido à manifestação o trânsito está congestionado no sentido Barris - Estação da Lapa.

Servidores municipais fazem caminhada até a Estação da Lapa
A TARDE On Line
Fernando Vivas Agência A Tarde

Servidores decidiram parar por mais 72 horas
Depois de uma assembleia na manhã desta segunda-feira, 8, os servidores municipais de Salvador decidiram decretar mais uma paralisação de 72 horas. No encontro, também ficou definida a realização de uma caminhada saindo dos Barris, da sede da Transalvador, em direção à Estação da Lapa. A categoria ameaçava parar a Estação da Lapa novamente, como havia acontecido na semana passada, mas a passeata somente provocou lentidão no trânsito na rotatória que liga os Barris ao terminal.
Por mais de 10 minutos os trabalhadores fizeram uma roda, deram as mãos e cantaram o hino nacional e as cerca de 100 pessoas que participaram do protesto nem chegaram a entrar na Lapa e se dispersaram depois dos protestos em frente a estação.
Com a paralisação deixam de funcionar serviços prestados por órgãos como a Transalvador, Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Salvamar e Guarda Municipal. Segundo a categoria, a paralisação não afeta o atendimento nos postos de saúde, o Samu, a Defesa Civil e os trabalhos de combate à endemias.
Os trabalhadores exigem plano de saúde, reajuste de 50% no salário-base de R$ 465 e melhoria nas condições de trabalho para funcionários de órgãos como Codesal, Salvamar e Guarda Municipal. Em entrevista ao A TARDE durante a paralisação da última semana, o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps), Gustavo Mercês, desabafou: “Na Codesal há quem trabalhe na Operação Chuva sem os equipamentos de proteção (EPIs). Já na Salvamar, faltam toldos de proteção aos salva-vidas. E pior é na Guarda Municipal, onde foi oferecida uma farda para trabalharem todos os dias. E os guardas tiveram de arcar com a aquisição de coturnos“, disse.
PROFESSORES – Já os professores da rede pública municipal, em greve desde o dia 29 de maio, se reúnem em audiência pública às 14 horas no Centro Cultural da Câmara de Vereadores para discutir o Plano Municipal de Educação. Ás 17h os docentes se reúnem representantes das escolas e amanhã têm assembleia às 9h no Sindicato dos Bancários.
São 5.700 educadores de braços cruzados, com cerca de 180 mil alunos sem aula. Na pauta de reivindicações estão 9,1% de reajuste em cima do salário-base de R$ 593, plano de saúde e a realização de concursos públicos para servidores de apoio como merendeiras, porteiros e serventes.

Servidores municipais fazem nova paralisação de 72 horas
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=31506
8/6/2009 10:34 | Thiago Pereira

Os servidores municipais de Salvador decidiram adiar a greve, que seria deflagrada nesta segunda-feira (08), e programaram mais uma paralisação de 72 horas, que deve ser encerrada na próxima quarta (10).

A decisão foi tomada esta manhã, durante uma assembléia realizada em frente a sede da Secretaria Municipal de Administração (Seplag), o que provocou um intenso congestionamento na região dos Barris, no centro da cidade.

Os servidores alegam que a prefeitura não recebeu os manifestantes para discutir os pontos reivindicados na pauta de campanha salarial da categoria. Eles reivindicam um reajuste de 50% nos vencimentos mensais, além da implantação de plano de saúde e melhores condições de trabalho.

A paralisação deve afetar diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Uso e Ordenamento do Solo (Sucom), Secretaria de Serviço Público (Sesp), Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Guarda Municipal (GMS). Apenas atividades ligadas aos postos de saúde, combate à endemias, Samu e Codesal serão preservados durante a manifestação.

"Não nos restou outro caminho que não seja paralisar tudo visto que a prefeitura não quer negociar com o movimento, assim, nós não iremos nos sujeitar a prepotência do Executivo Municipal", afirmou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês.

Além da paralisação, os servidores prometeram realizar diversas manifestações pela cidade. Na última semana, a categoria se concentrou em uma das pistas do Iguatemi e impediu que o trânsito fluísse normalmente por quase duas horas.

Sobre os possíveis transtornos causados à cidade, o diretor do Sindseps alegou que os servidores têm o direito de manifestar livremente pelas ruas de Salvador. "Já que a Prefeitura não quer nos ouvir ou finge não nos ver, iremos às ruas denunciar o descaso desta administração com os servidores e com a cidade. É um direito constitucional realizar caminhadas pacíficas e ordeiras previamente avisadas às autoridades locais e assim temos feito, só deixaremos de caminhar até o prefeito nos receber", disse Mercês.