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http://www.atarde.com.br/videos/index.jsf?id=1178935
Protestos de grevistas e interesses políticos marcaram o feriado de 2 de Julho em Salvador
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2009/07/02/ult5773u1567.jhtm
Heliana Frazão
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
O desfile cívico de 2 de julho em Salvador, data em que a Bahia celebra a expulsão definitiva das tropas portuguesas que resistiram à independência do Brasil, na manhã desta quinta-feira foi marcado pelo protesto de servidores insatisfeitos com o governo e a prefeitura da capital. Também marcaram presença virtuais candidatos ao governo do Estado, que aproveitaram a oportunidade para testar a popularidade para 2010.
Manifestantes protestam contra a política cultural do governo estadual durante o cortejo de 2 de Julho
Faixas, cartazes, palavras de ordem, papéis e até ovos foram usados nos protestos dos servidores. O governador Jaques Wagner (PT), por exemplo, enfrentou manifestações contra a política cultural de sua gestão. Usando máscaras cirúrgicas, um grupo ligado à área gritava palavras de ordem contra a decisão do governo de cortar verbas de museus e institutos. Perto do centro histórico, manifestantes pediram, com vaias, a demissão do secretário de Cultura, Márcio Meirelles, e mais verbas para a educação. Wagner considerou os protestos normais e alegou que, durante o percurso, também foi aplaudido. Já o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) teve que enfrentar servidores municipais em greve desde o dia 7 de junho, que cobraram reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho. Houve confusão e empurra-empurra no início do evento, quando parte dos servidores que permanecem em atividade decidiram retirar as faixas de protesto dos grevistas.O presidente do Sindicato dos Funcionários da Prefeitura de Salvador, Gustavo Mercês, disse ter sido cercado por seguranças da prefeitura, que tentavam impedir a continuidade dos protestos. O clima se intensificou quando o prefeito e seu padrinho político, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), passaram pela multidão para hastear as bandeiras. Os manifestantes jogaram papéis, ovos e até um guarda-chuva contra Carneiro. A Polícia Militar foi chamada e o tumulto foi controlado. Já temendo os protestos, Carneiro confirmou sua participação no evento em cima da hora. Durante toda a semana circularam informações de que ele não participaria das comemorações e, em nota, a assessoria do prefeito informou que ele cumpriria "intensa agenda" em Brasília e São Paulo nesta quinta-feira.
Protógenes
O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que é baiano, participou pela primeira vez do cortejo. Ele admitiu que poderá candidatar-se nas eleições de 2010, movido por um "clamor popular".Integrantes do PSOL também levaram para o desfile o movimento "Fora Sarney", que pede a destituição do presidente do Senado.
FOTOS DA IMPRENSA - JORNAL A TARDE
FOTOS: IRACEMA CHEQUER
Diretor Everaldo Braga sendo agredido por seguranças do prefeito

Diretor Gustavo e servidores vaiando o Superintendente da Sucom (Claudio Silva)

FOTOS DO CORREIO
Diretora Mércia e os grevistas da Guarda municipal em protesto

Manifestantes arremessam ovos em João Henrique
Clima tenso no início do desfile do 2 de Julho aumentou com tumulto entre segurança e servidores
http://www.radiometropole.com.br/portal2009/index_noticias.php?id=VDBSbk1FMUJQVDA9
Clima de confusão dominou hoje (2) o início dos festejos do 2 de Julho, no Largo da Lapinha. A cerimônia de hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador reuniu o governador da Bahia, Jaques Wagner,o prefeito João Henrique, e os ministros baianos Juca Ferreira (Cultura) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).Logo após a cerimônia das bandeiras, as autoridades se deslocaram até o momento do general Labatut. Eram 9h10, quando a passagem do prefeito João Henrique desencadeou enorme tumulto. Servidores municipais arremessaram ovos no prefeito. Seguranças precisaram abrir um guarda-chuva preto para proteger o prefeito.Os policiais à paisana, responsáveis pela segurança pessoal do prefeito, entraram em confronto com os servidores municipais. Tentaram identificar quem arremessou os ovos e agarraram os manifestantes para afastá-los.Liberados pouco depois, os manifestantes denunciaram agressões dos seguranças. Os servidores estão em greve há 17 dias, reivindicando reajuste salarial de 14%. A contra-proposta da prefeitura foi de 2%. Um dos cartazes levados para a manifestação trazia os dizeres: "2% é coisa de jumento".O diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, um dos coordenadores do protesto foi contundente nas críticas ao prefeito: "O nosso manifesto é justamente para atestar a incompetência da gestão da cidade e mostrar o estágio deste impasse".
Democracia - Ao comentar os momentos de tensão e a agressividade de manifestantes, o prefeito preferiu manter a elegância: "Todas as manifestações são positivas", declarou. "Elas fazem parte do processo democrático".Sobre o impasse vivido com o funcionalismo municipal, o prefeito disse que a situação é fruto da crise financeira internacional: "A receita do município caiu cerca de 15%, principalmente nas transferências do Estado e União. E por isso, não posso reajustar o salários dos servidores", explicou.Após o tumulto, ocorrido nas proximidades do monumento ao General Labatut, o prefeito ainda cumpriu parte da programação.Em companhia dos peemedebistas Lúcio e Geddel Vieira Lima, deputados, vereadores e prefeitos do partido, João Henrique percorreu o trecho inicial do percurso e, pouco depois das 10 horas, afastou-se do grupo.O PMDB levou para as ruas do Centro Histórico correligionários vestidos com camisetas do partido, uma animada banda, balões e incontáveis faixas com elogios ao prefeito e ao ministro Geddel Vieira Lima.
Fotos: Humberto Farias

Redação CORREIO
O início das comemorações do 2 de Julho que começou com a alvorada de fogos e em seguida, a saída do cortejo do Largo da Lapinha em direção ao centro da cidade foi marcado por protestos e muito empurra-empurra do lado das autoridades nesta quinta-feira (2).
O coordenador geral do Sindicato dos Funcionários da Prefeitura de Salvador, Everaldo Braga, chegou a ser detido depois de ter sido acusado de jogar ovos e até mesmo um guarda-chuva contra o prefeito João Henrique.
Houve briga e confusão com os seguranças da prefeitura e Everaldo Braga chegou a ser levado para trás da Igreja de Lapinha. 'Fui jogado no chão e chamado de burro. Sou servidor público e trabalho na prefeitura com amor, não sou burro senão não seria servidor público', declarou indignado. Ele voltou à manifestação após ser liberado pelos PMs.
Na manhã de quarta-feira (1), os servidores municipais que estão em greve desde o dia 7 de junho também impediram a entrada do superintendente da Sucom, Claudio Silva e chegaram a atirar ovos contra os carros estacaionados no pátio do prédio.
(com informações da TV Bahia e do fotográfo Antonio Saturnino)
JORNAL O GLOBO
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/07/02/servidor-publico-acusado-de-jogar-ovo-em-prefeito-de-salvador-756623332.asp
Servidor público é acusado de jogar ovo em prefeito de Salvador
Plantão Publicada em 02/07/2009 às 14h48m
SALVADOR - O coordenador geral do Sindicato dos funcionários da prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, foi acusado de jogar um ovo no prefeito da capital baiana, João Henrique, durante os festejos do 2 de julho, na manhã desta quinta-feira. Por causa do incidente, Mercês diz que foi agredido por policiais.
O sindicalista disse que está sendo acusado injustamente e que foi conduzido violentamente por seguranças do prefeito e por homens da Polícia Militar para trás da Igreja da Lapinha.
- Fui jogado no chão e chamado de burro. Sou servidor público e trabalho na prefeitura com amor, não sou burro senão não seria servidor público - declarou.
Os funcionários da prefeitura de Salvador foram às ruas para manifestar insatisfação com o reajuste proposto pelo órgão, que é de 2%. Após ser conduzido por policiais, o coordenador voltou à manifestação juntamente com colegas que vestiam a camisa do sindicato.
Policiais civis e outros servidores também estiveram nas comemorações do 2 de julho para reivindicar direitos. Os servidores municipais estão em greve há mais de 15 dias.
MANIFESTANTES JOGAM OVOS NO PREFEITO SALVADOR NO CORTEJO AO 2 DE JULHO
http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=16684
Foto: BJÁ
Briga entre sindicalistas e seguranças do prefeito João Henrique na Lapinha
O prefeito João Henrique (PMDB) não conseguiu concluir o percurso da primeira parte do cortejo ao 2 de Julho, entre a Lapinha e a Praça da Sé, diante de tumultos promovidos por sindicalistas e grevistas da Prefeitura que, além de vaias, lançaram ovos e um guarda-chuva sobre o prefeito. Na altura da Cruz da Pascoal o prefeito se retirou do cortejo, muito suado e esbaforido. O prefeito as atitudes de alguns movimentos isolados de grevistas que agiram com truculência e claro espírito antidemocrático ao agredi-lo e outras pessoas com o arremesso de ovos em um ato que em nada lembra "a democracia que tanto defendemos". O prefeito - segundo sua assessoria - não se intimidou com os gestos dos gravistas e seguiu o trajeto até metade do caminho. Como acontece todos os anos, o cortejo ao 2 de Julho a partir da Estrada das Boiadas até a Sé, foi bastante tumultuado. Logo no início da manhã, na Laprinha, muita confusão e empurra-empurra devido às manifestações de servidores da prefeitura em greve. O tumulto começou porque alguns trabalhadores que não aderiram à greve da categoria retiraram do Largo a faixa colocada pelos grevistas. Logo depois, o superintendente da Sucom, órgão da prefeitura também em greve, Cláudio Silva, chegou ao local e foi cercado por manifestantes, que o vaiaram e xingaram. Gustavo Mercês, presidente do Sindseps, sindicato que representa os servidores da prefeitura, foi cercado por seguranças da Prefeitura, que o impediram de dar continuidade aos protestos. O clima de tensão começou quando o prefeito e o ministro Geddel Vieira Lima passaram pela multidão para a cerimônia de hasteamento e os servidores começaram a atirar papéis contra as autoridades. Os manifestantes jogaram ainda ovos e até um guarda-chuva em João Henrique. Logo em seguida, houve briga e confusão entre representantes do sindicato da categoria e os supostos seguranças da prefeitura e do partido político. Gustavo Mercês foi agarrado pelos homens, sofreu uma "gravata" e foi levado para os fundos da Igreja da Lapinha. Em seguida, chegou um outro grupo atrás da igreja e a confusão recomeçou. A Polícia Militar (PM), então, chegou ao local e o tumulto foi encerrado em seguida. Os trabalhadores estão em greve desde o dia 7 de junho para reivindicar reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho, além de outros benefícios.
SOLENIDADE
As bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador e do Instituto Geográfico da Bahia, foram hasteadas no Largo da Lapinha, no começo da manhã, pelo governador Jaques Wagner, o prefeito João Henrique e outras autoridades. Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, colocaram coroas de flores para homenagear o general Labatut, comandante das tropas que atuaram na independência da Bahia. Outros políticos, como o senador Antônio Carlos Júnior e o deputado federal ACM, também estavam presentes. Durante o desfile, o PT usou a mesma tática da época de ACM "segurando" os Democratas e os "tucanos" na fila de espera e estes só desfilaram na "rabeira" depois do PCdoB, PMDB, PV, PSB e PT. O bloco do PMDB foi dividido em duas partes. Na primeira, o comando foi do ministro Geddel Vieira Lima; e na segunfa, por uma batucada com balões e o secretário geral do partido, Genebaldo Correia.
TCM multa ex-comandante da Guarda
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) multou ontem em R$ 4 mil o ex-comandante da Guarda Municipal de Salvador (GMS), coronel José Alberto GuanaisMineiro.O ex-gestor foi denunciado por mentir em declarações ao órgão e pelo pagamento de despesas antes de terem sido efetivamente realizadas, infringindo dois artigos da Lei Federal nº 4.320/64, referentes à liquidação de despesas.Nota pública divulgada no site do TCM informa que o conselheiro substituto e relator do caso Oyama Araújo, aplicou também multa de R$ 1 mil ao gerente administrativofinanceiro da GMS, Arnaldo Mendes, responsável pela liquidação dos processos.Parte da denúncia foi julgada procedente pelo Tribunal.A GMS firmou convênio no ano passado, e posteriormente houve aditivo, com a Fundação de Assistência Sócio Educativa e Cultural (Fasec) no valor total de R$ 348 mil, pagos de maneira antecipada.A entidade foi contratada para ministrar curso de capacitação de 1.478 guardas municipais e pagamento de despesas de aluguel de salas de aulas.Guanais foi acusado também por instituir “injustificável privilégio em favor do credor”, e assim desrespeitar os princípios da administração pública de legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência.Guanais alegou ao TCM que “diante da ausência de pagamentos no cenário de fornecedores e prestadores de serviço para prefeitura em setembro de 2008, a empresa colocara-se numa tentativa de ver o pagamento garantido, tendo sido atendida, o que possibilitara, tal como se deu, a perfeita execução do objeto”.Ele defendeu-se também ao dizer que a Fasec provou estar em regular funcionamento.SAÍDA – Guanais deixou o comando da GMS há pouco mais de uma semana, diante da série de denúncias de envolvimento nas irregularidades do contrato com a fornecedora do fardamento da corporação – a empresa Central de Negócios Comércio Ltda, que é de propriedade do lobista Gracílio Junqueira.Durante a investigação da Operação Nêmesis, a Polícia Civil flagrou conversas telefônicas em que ambos tratavam-se como amigos. O fornecimento do uniforme atrasou deixando pelo menos 300 guardas sem trabalhar.Guanais é investigado em inquéritos abertos peloMinistério Público Estadual (MP-BA) e pela Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap).
http://www.atarde.com.br/videos/index.jsf?id=1178935
Protestos de grevistas e interesses políticos marcaram o feriado de 2 de Julho em Salvador
http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2009/07/02/ult5773u1567.jhtm
Heliana Frazão
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
O desfile cívico de 2 de julho em Salvador, data em que a Bahia celebra a expulsão definitiva das tropas portuguesas que resistiram à independência do Brasil, na manhã desta quinta-feira foi marcado pelo protesto de servidores insatisfeitos com o governo e a prefeitura da capital. Também marcaram presença virtuais candidatos ao governo do Estado, que aproveitaram a oportunidade para testar a popularidade para 2010.
Manifestantes protestam contra a política cultural do governo estadual durante o cortejo de 2 de Julho
Faixas, cartazes, palavras de ordem, papéis e até ovos foram usados nos protestos dos servidores. O governador Jaques Wagner (PT), por exemplo, enfrentou manifestações contra a política cultural de sua gestão. Usando máscaras cirúrgicas, um grupo ligado à área gritava palavras de ordem contra a decisão do governo de cortar verbas de museus e institutos. Perto do centro histórico, manifestantes pediram, com vaias, a demissão do secretário de Cultura, Márcio Meirelles, e mais verbas para a educação. Wagner considerou os protestos normais e alegou que, durante o percurso, também foi aplaudido. Já o prefeito João Henrique Carneiro (PMDB) teve que enfrentar servidores municipais em greve desde o dia 7 de junho, que cobraram reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho. Houve confusão e empurra-empurra no início do evento, quando parte dos servidores que permanecem em atividade decidiram retirar as faixas de protesto dos grevistas.O presidente do Sindicato dos Funcionários da Prefeitura de Salvador, Gustavo Mercês, disse ter sido cercado por seguranças da prefeitura, que tentavam impedir a continuidade dos protestos. O clima se intensificou quando o prefeito e seu padrinho político, o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), passaram pela multidão para hastear as bandeiras. Os manifestantes jogaram papéis, ovos e até um guarda-chuva contra Carneiro. A Polícia Militar foi chamada e o tumulto foi controlado. Já temendo os protestos, Carneiro confirmou sua participação no evento em cima da hora. Durante toda a semana circularam informações de que ele não participaria das comemorações e, em nota, a assessoria do prefeito informou que ele cumpriria "intensa agenda" em Brasília e São Paulo nesta quinta-feira.
Protógenes
O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que é baiano, participou pela primeira vez do cortejo. Ele admitiu que poderá candidatar-se nas eleições de 2010, movido por um "clamor popular".Integrantes do PSOL também levaram para o desfile o movimento "Fora Sarney", que pede a destituição do presidente do Senado.
FOTOS DA IMPRENSA - JORNAL A TARDE
FOTOS: IRACEMA CHEQUER
Diretor Everaldo Braga sendo agredido por seguranças do prefeito
Diretor Gustavo e servidores vaiando o Superintendente da Sucom (Claudio Silva)
FOTOS DO CORREIO
Grevistas em confronto com os governistas
Diretora Mércia e os grevistas da Guarda municipal em protesto
Manifestantes arremessam ovos em João Henrique
Clima tenso no início do desfile do 2 de Julho aumentou com tumulto entre segurança e servidores
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Clima de confusão dominou hoje (2) o início dos festejos do 2 de Julho, no Largo da Lapinha. A cerimônia de hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador reuniu o governador da Bahia, Jaques Wagner,o prefeito João Henrique, e os ministros baianos Juca Ferreira (Cultura) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional).Logo após a cerimônia das bandeiras, as autoridades se deslocaram até o momento do general Labatut. Eram 9h10, quando a passagem do prefeito João Henrique desencadeou enorme tumulto. Servidores municipais arremessaram ovos no prefeito. Seguranças precisaram abrir um guarda-chuva preto para proteger o prefeito.Os policiais à paisana, responsáveis pela segurança pessoal do prefeito, entraram em confronto com os servidores municipais. Tentaram identificar quem arremessou os ovos e agarraram os manifestantes para afastá-los.Liberados pouco depois, os manifestantes denunciaram agressões dos seguranças. Os servidores estão em greve há 17 dias, reivindicando reajuste salarial de 14%. A contra-proposta da prefeitura foi de 2%. Um dos cartazes levados para a manifestação trazia os dizeres: "2% é coisa de jumento".O diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, um dos coordenadores do protesto foi contundente nas críticas ao prefeito: "O nosso manifesto é justamente para atestar a incompetência da gestão da cidade e mostrar o estágio deste impasse".
Democracia - Ao comentar os momentos de tensão e a agressividade de manifestantes, o prefeito preferiu manter a elegância: "Todas as manifestações são positivas", declarou. "Elas fazem parte do processo democrático".Sobre o impasse vivido com o funcionalismo municipal, o prefeito disse que a situação é fruto da crise financeira internacional: "A receita do município caiu cerca de 15%, principalmente nas transferências do Estado e União. E por isso, não posso reajustar o salários dos servidores", explicou.Após o tumulto, ocorrido nas proximidades do monumento ao General Labatut, o prefeito ainda cumpriu parte da programação.Em companhia dos peemedebistas Lúcio e Geddel Vieira Lima, deputados, vereadores e prefeitos do partido, João Henrique percorreu o trecho inicial do percurso e, pouco depois das 10 horas, afastou-se do grupo.O PMDB levou para as ruas do Centro Histórico correligionários vestidos com camisetas do partido, uma animada banda, balões e incontáveis faixas com elogios ao prefeito e ao ministro Geddel Vieira Lima.
Fotos: Humberto Farias

Protestos de servidores marcam desfile do Dois de Julho
A TARDE On Line*
A TARDE On Line*
As homenagens ao 2 de Julho, cujo cortejo segue para o Centro Histórico, começaram tensas nesta manhã. Houve confusão e empurra-empurra devido às manifestações de servidores da prefeitura em greve. O tumulto começou porque alguns trabalhadores que não aderiram à greve da categoria retiraram do Largo a faixa colocada pelos grevistas. Logo depois, o superintendente da Sucom, órgão da prefeitura também em greve, Cláudio Silva, chegou ao local e foi cercado por manifestantes, que o vaiaram e xingaram.Everaldo Braga, diretor do Sindseps, sindicato que representa os servidores da prefeitura, foi cercado por integrantes da comitiva do PMDB, que o impediram de sair do local e se juntar aos demais servidores. O clima de tensão começou quando o prefeito e o ministro Geddel Vieira Lima passaram pela multidão para a cerimônia de hasteamento e os servidores começaram a atirar papéis contra as autoridades. Os manifestantes jogaram ainda ovos e até um guarda-chuva em João Henrique. Logo em seguida, houve briga e confusão entre representantes do sindicato da categoria e os supostos seguranças da prefeitura e do partido político. Everaldo foi agarrado pelos homens, sofreu uma "gravata" e foi levado para os fundos da Igreja da Lapinha. Em seguida, chegou um outro grupo atrás da igreja e a confusão recomeçou. A Polícia Militar (PM), então, chegou ao local e o tumulto foi encerrado em seguida. Os trabalhadores estão em greve desde o dia 7 de junho para reivindicar reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho, além de outros benefícios.
Pessoas ligadas ao Cedeca e movimentos pela paz, além de funcionários da Fundac, afirmaram, ter sofrido agressões de seguranças particulares que acompanhavam a comitiva do PMDB. Sílvio Batista, integrante do Cedeca, afirmou ter sido agredido com um soco no rosto.
Solenidade e candidatura - As bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador e do Instituto Geográfico da Bahia, foram hasteadas no Largo da Lapinha, no começo da manhã, pelo governador da Bahia, o prefeito João Henrique e outras autoridades. Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, colocaram coroas de flores para homenagear o general Labatut, comandante das tropas que efetivaram a independência do país. Outros políticos, como o senador Antônio Carlos Júnior e o deputado federal ACM, também estavam presentes.
O Governador Jaques Wagner falou sobre a importância do evento para a Bahia: "Importante fazer a reverência aos verdadeiros exemplos e heróis da nação brasileira e do estado baiano. Os heróis da independência são aqueles que entregaram a vida por uma causa, a política no Brasil precisa ser feita dessa forma, de gente que fazer política por ideais, por projetos e não por conveniência”.O delegado da Polícia Federal (PF) Protógenes Queiroz, que nasceu em Salvador e participa do cortejo do Dois de Julho pela primeira vez, admitiu que se candidatará às eleições de 2010. Protógenes ganhou visibilidade nacional após comandar as investigações da Operação Satiagraha, para apurar crimes envolvendo o banqueiro Daniel Dantas.Acompanhado por militantes do PSOL e por funcionários da Petrobras, o delegado disse que resolveu investir na carreira política por conta do clamor popular que exige que ele saia candidato por conta da corrupção que assola o poder judiciário e legislativo no país.Protógenes destacou ainda que foi perseguido por conta da sua atuação na Satiagraha, que culminou com a prisão de Daniel Dantas, solto após impetração de Habeas Corpus aprovado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Em relação ao arquivamento do inquérito sobre as supostas escutas no STF, ele afirma que o episódio foi um escândalo produzido por Gilmar Mendes.
*Com informações de Flávio Costa, do A TARDE
Pessoas ligadas ao Cedeca e movimentos pela paz, além de funcionários da Fundac, afirmaram, ter sofrido agressões de seguranças particulares que acompanhavam a comitiva do PMDB. Sílvio Batista, integrante do Cedeca, afirmou ter sido agredido com um soco no rosto.
Solenidade e candidatura - As bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador e do Instituto Geográfico da Bahia, foram hasteadas no Largo da Lapinha, no começo da manhã, pelo governador da Bahia, o prefeito João Henrique e outras autoridades. Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, colocaram coroas de flores para homenagear o general Labatut, comandante das tropas que efetivaram a independência do país. Outros políticos, como o senador Antônio Carlos Júnior e o deputado federal ACM, também estavam presentes.
O Governador Jaques Wagner falou sobre a importância do evento para a Bahia: "Importante fazer a reverência aos verdadeiros exemplos e heróis da nação brasileira e do estado baiano. Os heróis da independência são aqueles que entregaram a vida por uma causa, a política no Brasil precisa ser feita dessa forma, de gente que fazer política por ideais, por projetos e não por conveniência”.O delegado da Polícia Federal (PF) Protógenes Queiroz, que nasceu em Salvador e participa do cortejo do Dois de Julho pela primeira vez, admitiu que se candidatará às eleições de 2010. Protógenes ganhou visibilidade nacional após comandar as investigações da Operação Satiagraha, para apurar crimes envolvendo o banqueiro Daniel Dantas.Acompanhado por militantes do PSOL e por funcionários da Petrobras, o delegado disse que resolveu investir na carreira política por conta do clamor popular que exige que ele saia candidato por conta da corrupção que assola o poder judiciário e legislativo no país.Protógenes destacou ainda que foi perseguido por conta da sua atuação na Satiagraha, que culminou com a prisão de Daniel Dantas, solto após impetração de Habeas Corpus aprovado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. Em relação ao arquivamento do inquérito sobre as supostas escutas no STF, ele afirma que o episódio foi um escândalo produzido por Gilmar Mendes.
*Com informações de Flávio Costa, do A TARDE
Clima tenso durante o cortejo em comemoração ao Dois de Julho
Redação CORREIO
O início das comemorações do 2 de Julho que começou com a alvorada de fogos e em seguida, a saída do cortejo do Largo da Lapinha em direção ao centro da cidade foi marcado por protestos e muito empurra-empurra do lado das autoridades nesta quinta-feira (2).
O coordenador geral do Sindicato dos Funcionários da Prefeitura de Salvador, Everaldo Braga, chegou a ser detido depois de ter sido acusado de jogar ovos e até mesmo um guarda-chuva contra o prefeito João Henrique.
Houve briga e confusão com os seguranças da prefeitura e Everaldo Braga chegou a ser levado para trás da Igreja de Lapinha. 'Fui jogado no chão e chamado de burro. Sou servidor público e trabalho na prefeitura com amor, não sou burro senão não seria servidor público', declarou indignado. Ele voltou à manifestação após ser liberado pelos PMs.
Na manhã de quarta-feira (1), os servidores municipais que estão em greve desde o dia 7 de junho também impediram a entrada do superintendente da Sucom, Claudio Silva e chegaram a atirar ovos contra os carros estacaionados no pátio do prédio.
(com informações da TV Bahia e do fotográfo Antonio Saturnino)
JORNAL O GLOBO
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/07/02/servidor-publico-acusado-de-jogar-ovo-em-prefeito-de-salvador-756623332.asp
Servidor público é acusado de jogar ovo em prefeito de Salvador
Plantão Publicada em 02/07/2009 às 14h48m
SALVADOR - O coordenador geral do Sindicato dos funcionários da prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês, foi acusado de jogar um ovo no prefeito da capital baiana, João Henrique, durante os festejos do 2 de julho, na manhã desta quinta-feira. Por causa do incidente, Mercês diz que foi agredido por policiais.
O sindicalista disse que está sendo acusado injustamente e que foi conduzido violentamente por seguranças do prefeito e por homens da Polícia Militar para trás da Igreja da Lapinha.
- Fui jogado no chão e chamado de burro. Sou servidor público e trabalho na prefeitura com amor, não sou burro senão não seria servidor público - declarou.
Os funcionários da prefeitura de Salvador foram às ruas para manifestar insatisfação com o reajuste proposto pelo órgão, que é de 2%. Após ser conduzido por policiais, o coordenador voltou à manifestação juntamente com colegas que vestiam a camisa do sindicato.
Policiais civis e outros servidores também estiveram nas comemorações do 2 de julho para reivindicar direitos. Os servidores municipais estão em greve há mais de 15 dias.
MANIFESTANTES JOGAM OVOS NO PREFEITO SALVADOR NO CORTEJO AO 2 DE JULHO
http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=16684
Foto: BJÁ
Briga entre sindicalistas e seguranças do prefeito João Henrique na LapinhaO prefeito João Henrique (PMDB) não conseguiu concluir o percurso da primeira parte do cortejo ao 2 de Julho, entre a Lapinha e a Praça da Sé, diante de tumultos promovidos por sindicalistas e grevistas da Prefeitura que, além de vaias, lançaram ovos e um guarda-chuva sobre o prefeito. Na altura da Cruz da Pascoal o prefeito se retirou do cortejo, muito suado e esbaforido. O prefeito as atitudes de alguns movimentos isolados de grevistas que agiram com truculência e claro espírito antidemocrático ao agredi-lo e outras pessoas com o arremesso de ovos em um ato que em nada lembra "a democracia que tanto defendemos". O prefeito - segundo sua assessoria - não se intimidou com os gestos dos gravistas e seguiu o trajeto até metade do caminho. Como acontece todos os anos, o cortejo ao 2 de Julho a partir da Estrada das Boiadas até a Sé, foi bastante tumultuado. Logo no início da manhã, na Laprinha, muita confusão e empurra-empurra devido às manifestações de servidores da prefeitura em greve. O tumulto começou porque alguns trabalhadores que não aderiram à greve da categoria retiraram do Largo a faixa colocada pelos grevistas. Logo depois, o superintendente da Sucom, órgão da prefeitura também em greve, Cláudio Silva, chegou ao local e foi cercado por manifestantes, que o vaiaram e xingaram. Gustavo Mercês, presidente do Sindseps, sindicato que representa os servidores da prefeitura, foi cercado por seguranças da Prefeitura, que o impediram de dar continuidade aos protestos. O clima de tensão começou quando o prefeito e o ministro Geddel Vieira Lima passaram pela multidão para a cerimônia de hasteamento e os servidores começaram a atirar papéis contra as autoridades. Os manifestantes jogaram ainda ovos e até um guarda-chuva em João Henrique. Logo em seguida, houve briga e confusão entre representantes do sindicato da categoria e os supostos seguranças da prefeitura e do partido político. Gustavo Mercês foi agarrado pelos homens, sofreu uma "gravata" e foi levado para os fundos da Igreja da Lapinha. Em seguida, chegou um outro grupo atrás da igreja e a confusão recomeçou. A Polícia Militar (PM), então, chegou ao local e o tumulto foi encerrado em seguida. Os trabalhadores estão em greve desde o dia 7 de junho para reivindicar reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho, além de outros benefícios.
SOLENIDADE
As bandeiras do Brasil, da Bahia, de Salvador e do Instituto Geográfico da Bahia, foram hasteadas no Largo da Lapinha, no começo da manhã, pelo governador Jaques Wagner, o prefeito João Henrique e outras autoridades. Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, colocaram coroas de flores para homenagear o general Labatut, comandante das tropas que atuaram na independência da Bahia. Outros políticos, como o senador Antônio Carlos Júnior e o deputado federal ACM, também estavam presentes. Durante o desfile, o PT usou a mesma tática da época de ACM "segurando" os Democratas e os "tucanos" na fila de espera e estes só desfilaram na "rabeira" depois do PCdoB, PMDB, PV, PSB e PT. O bloco do PMDB foi dividido em duas partes. Na primeira, o comando foi do ministro Geddel Vieira Lima; e na segunfa, por uma batucada com balões e o secretário geral do partido, Genebaldo Correia.
TCM multa ex-comandante da Guarda
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) multou ontem em R$ 4 mil o ex-comandante da Guarda Municipal de Salvador (GMS), coronel José Alberto GuanaisMineiro.O ex-gestor foi denunciado por mentir em declarações ao órgão e pelo pagamento de despesas antes de terem sido efetivamente realizadas, infringindo dois artigos da Lei Federal nº 4.320/64, referentes à liquidação de despesas.Nota pública divulgada no site do TCM informa que o conselheiro substituto e relator do caso Oyama Araújo, aplicou também multa de R$ 1 mil ao gerente administrativofinanceiro da GMS, Arnaldo Mendes, responsável pela liquidação dos processos.Parte da denúncia foi julgada procedente pelo Tribunal.A GMS firmou convênio no ano passado, e posteriormente houve aditivo, com a Fundação de Assistência Sócio Educativa e Cultural (Fasec) no valor total de R$ 348 mil, pagos de maneira antecipada.A entidade foi contratada para ministrar curso de capacitação de 1.478 guardas municipais e pagamento de despesas de aluguel de salas de aulas.Guanais foi acusado também por instituir “injustificável privilégio em favor do credor”, e assim desrespeitar os princípios da administração pública de legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência.Guanais alegou ao TCM que “diante da ausência de pagamentos no cenário de fornecedores e prestadores de serviço para prefeitura em setembro de 2008, a empresa colocara-se numa tentativa de ver o pagamento garantido, tendo sido atendida, o que possibilitara, tal como se deu, a perfeita execução do objeto”.Ele defendeu-se também ao dizer que a Fasec provou estar em regular funcionamento.SAÍDA – Guanais deixou o comando da GMS há pouco mais de uma semana, diante da série de denúncias de envolvimento nas irregularidades do contrato com a fornecedora do fardamento da corporação – a empresa Central de Negócios Comércio Ltda, que é de propriedade do lobista Gracílio Junqueira.Durante a investigação da Operação Nêmesis, a Polícia Civil flagrou conversas telefônicas em que ambos tratavam-se como amigos. O fornecimento do uniforme atrasou deixando pelo menos 300 guardas sem trabalhar.Guanais é investigado em inquéritos abertos peloMinistério Público Estadual (MP-BA) e pela Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap).