Servidores da saúde municipal aderem à paralisação da categoria
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A paralisação dos servidores municipais entra no segundo dia nesta terça-feira, 9, com a adesão de cerca de 800 trabalhadores que atuam na parte administrativa da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Com mais esse setor parado, deixam de funcionar os processos de licitação, o atendimento interno e as questões de logística relacionadas com o serviço municipal de saúde. A paralisação, no entanto, segundo o sindicato da categoria, não atinge os postos de saúde, que mantém o atendimento normalizado.
Essa é a segunda paralisação de 72 horas dos servidores. A primeira aconteceu na semana passada (de quarta até sexta-feira). Esta semana, a categoria deciciu fazer nova paralisação que se estende até esta quarta, 10. De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps), Gustavo Mercês, o mau tempo hoje impede que manifestações aconteçam pela manhã, mas novos protestos podem acontecer durante a tarde. Nesta segunda, os servidores saíram em passeata dos Barris até a entrada da Estação da Lapa, causando grande congestionamento na região.
Com a paralisação, deixam de funcionar serviços prestados por órgãos como a Transalvador, Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Salvamar e Guarda Municipal. Além dos postos de saúde, a mobilização não afeta o atendimento do Samu, Defesa Civil e dos trabalhos de combate à endemias.
Os servidores exigem plano de saúde, reajuste de 50% no salário-base de R$ 465 e melhoria nas condições de trabalho para funcionários de órgãos como Codesal, Salvamar e Guarda Municipal.
Fonte: Raphael Carneiro 09/06/2009 09h00 Cidade Manhã deve ser de mais protestos nas ruas de SalvadorAlém da chuva, servidores municipais devem atrapalhar trânsito com mais uma passeata na cidade
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Além da forte chuva que cai na cidade, a população de Salvador pode sofrer com mais um problema na manhã de hoje (9). O Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) pretende realizar mais uma passeata, desta vez na Avenida Mário Leal Ferreira. Os manifestantes reivindicam reajuste salarial de 50%, plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho.
O único empecilho para a realização do protesto nas ruas é a chuva. De acordo com o diretor de comunicação do sindicato, Gustavo Mercês, os líderes do movimento vão “avaliar as condições climáticas com os manifestantes para decidir se será realizada a passeata”. Caso se confirme, os servidores municipais sairão da sede da Sucom na Avenida Mário Leal Ferreira em direção ao Vale de Nazaré.
O sindicalista afirmou que desde a tarde de ontem a Transalvador foi avisada da possibilidade de manifestação. Só que, o órgão municipal também está em greve e funciona com apenas 30% de seu efetivo. “Eles que pedem ou não apoio para a Polícia Militar”, disse Mercês.
Hoje, além da Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Transalvador, Salvamar e Guarda Municipal, os manifestantes paralisaram também os serviços administrativos da Secretaria de Saúde. No entanto, os postos de saúde, o combate a endemias e o Samu continuam funcionando normalmente.
Professores da rede municipal decidem manter greve
A TARDE On Line
Arestides Baptista Agência A Tarde
Professores em assembleia decidem pela continuidade do movimento que já dura 11 dias
Os professores da rede municipal de ensino decidiram, após assembleia na manhã desta terça-feira, 9, manter a greve iniciada no dia 29 de maio. A categoria pretende fazer uma manifestação nesta quarta, às 14h, na Câmara de Vereadores, para pressionar o poder público municipal a oferecer uma contra-proposta às reivindicações da categoria que pede 9,01% de aumento e acréscimo de 25% no valor do tíquete-alimentação.
De acordo com Marilene Betros, vice- coordenadora da APLB, sindicato que representa os professores, a Prefeitura de Salvador não apresentou nenhuma proposta para que o movimento fosse interrompido. "Só dizem que estão estudanto a tabela de reajuste e nada de negociarem. Não podemos admitir que a prefeitura não se mobilize, mesmo com os estudantes sem aula", comenta Betros.
Estima-se que pelo menos 95% dos 5.793 professores da rede municipal tenham aderido à greve. Os outros 5% são servidores ligados ao governo do Estado e que são cedidos para atuar nas escolas municipais. Com 417 escolas, a rede de ensino deixa cerca de 180 mil alunos sem aula.
terça-feira, 9 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Servidores municipais iniciam mais uma paralisação
Manifestantes decidem realizar caminhada dos Barris à Estação da Lapa a partir das 11 horas
Atualizada às 10h39min
Os servidores da Prefeitura de Salvador iniciam hoje a segunda paralisação de 72 horas da categoria. Reivindicando reajuste salarial de 50%, plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho, os manifestantes reclamam que a Prefeitura não entrou em contato com os líderes do movimento para negociação.
De acordo com Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), estarão paralisadas a Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Transalvador, Salvamar e Guarda Municipal, apenas preservando o atendimento nos postos de saúde, combate à endemias, Samu e Codesal. "Não nos restou outro caminho que não seja paralisar tudo visto que a Prefeitura não quer negociar com o movimento, assim, nós não iremos nos sujeitar a prepotência do Executivo Municipal", afirmou Mercês.
Assim como ocorreu na semana passada, os manifestantes prometem realizar passeatas nas ruas da cidade. Mesmo com a maioria da população se posicionando contra a este tipo de movimento, que praticamente trava o trânsito de Salvador, o diretor do Sindseps se defende: "É um direito constitucional realizar caminhadas pacíficas e ordeiras previamente avisadas às autoridades locais e assim temos feito, só deixaremos de caminhar até o prefeito nos receber".
Redação CORREIO
Os servidores municipais de Salvador decidiram, em assembleia na manhã desta segunda-feira (8), paralisar novamente as atividades pelo período de 72 horas. A categoria reivindica a criação de um piso salarial e 50% de reajuste em cima desse píso.
Além disso, pedem a elaboração de um plano de saúde e melhoria nas condições de trabalho, já que alguns funcionários trabalham em áreas de risco e não usam equipamentos de proteção individual.
Segundo o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, a prefeitura ainda não recebeu o movimento para discutir os pontos da pauta da campanha salarial. A categoria saiu em caminhada dos Barris, por volta das 11h desta segunda, em direção à Estação da Lapa.
Até a próxima quarta-feira (10) estarão paralisadas as atividades na Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom), Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesp), Superintendência do Meio Ambiente (SMA), Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop), Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag), Superintendência de Trânsito e Transporte do Salvador (Transalvador), Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar) e Guarda Municipal.
O atendimento permanecerá normalizado apenas nos postos de saúde, combate à endemias, no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e na Coordenadoria de Defesa Civil (Codesal).
Na última semana, os servidores também paralisaram as atividades por 72h, entre a quarta (3) e a sexta-feira (5). Na quinta(4), eles realizaram uma manifestação que saiu da Rótula do Abacaxi em direção a Sete Portas, provocando grande congestionamento.
08/06/2009 - 15h41
Policiais civis e servidores municipais de Salvador paralisam atividades na BA
Heliana Frazão
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
Cerca de 22 mil servidores públicos municipais de Salvador e aproximadamente 6.000 policiais civis da Bahia iniciaram a semana com as atividades paralisadas. As categorias resolveram declarar greve por 72 horas.
Servidores da Prefeitura de Salvador (BA) realizam assembleia na manhã de hoje
Veja a imagem ampliada
Outras notícias de hoje
Entre os servidores municipais, o Sindicato dos Servidores Municipais de Salvador (Sindseps) reivindica plano de saúde, reajuste de 50% no salário-base de R$ 465 e melhoria nas condições de trabalho. Estão paralisados funcionários de diversas secretarias do município e de órgãos vinculados a ele, como Samu, Defesa Civil, Controle do Tráfego e Guarda Municipal. Na manhã desta segunda-feira (8), após uma assembleia geral, os servidores da prefeitura saíram em caminhada pelo centro da cidade, em direção à estação da Lapa - a maior e mais movimentada da capital baiana. O trânsito ficou congestionado durante a passeata. Na estação da Lapa, os servidores fizeram uma roda e cantaram o hino nacional. O diretor do Sindseps, Gustavo Mercês, reclama da condição dos servidores. Segundo ele, funcionários atuam sem equipamentos de proteção na Defesa Civil, por exemplo. "Não podemos aceitar isso", disse Mercês, acrescentando que a situação na Defesa Civil não é um caso isolado.
Policiais civis
Já os policiais civis da Bahia decretaram nesta segunda-feira a quarta paralisação por 72 horas desde maio, mantendo apenas 30% do efetivo em atividade. Eles reivindicam reajuste salarial de 60% a 65% sobre os salários dos delegados, que é de R$ 4.500, segundo o Departamento de Polícia Metropolitana.Conforme o presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc), Carlos Lima, a categoria recebe apenas 24% dos salários dos delegados e a oferta do governo é elevar esse percentual para 30%, escalonado em três anos. "Não estamos dispostos a aceitar", diz o sindicalista, informando que, se o governo não elevar a oferta, será decretada greve por tempo indeterminado a partir de 20 de junho. Nos próximos três dias de greve, estão suspensas atividades como a custódia de presos, perícia e investigações. O registro de ocorrências também não está sendo feito, mas pode ser realizado por meio do site da polícia .
Professores
Também em greve, professores da rede municipal completam nesta segunda-feira uma semana com as atividades suspensas, deixando cerca de 180 mil alunos, de 417 escolas, fora das salas de aula. Eles já haviam cruzados os braços por 72 horas na semana anterior, antes de deflagrar greve por tempo indeterminado.Elza Melo, diretora da APLB-Sindicato - entidade que representa a categoria -, explica que houve avanços nas negociações com a Secretaria de Educação, mas as propostas não foram suficientes para suspender o movimento. "Já obtivemos da secretaria o compromisso com a realização de concurso público e uma proposta de plano de saúde para os docentes, mas ainda não há nada de concreto relacionado a reajuste salarial. Pedimos 9,01% e ainda não recebemos nenhuma contraproposta, por isso continuamos em greve", afirma Melo.A diretora disse ainda que os professores voltarão a se reunir em assembleia nesta terça-feira (9) para decidir se retomam os trabalhos ou continuam parados à espera de nova proposta.
Servidores fazem manifestação rumo à Lapa
08/06/2009 - 11h52m
*Da Redação
redacao@portalibahia.com.br
Os servidores municipais, que paralisaram as atividades por 72 horas, saíram em manifestação pelas ruas de Salvador, no fim da manhã desta segunda-feira (8). Segundo o presidente do sindicato, Gustavo Mercês, os manifestantes irão seguir rumo à Estação da Lapa.
A categoria quer 50% de reajuste, assistência médica e melhoria nas condições de trabalho. Há duas semanas os servidores vêm fazendo paralisações, mas segundo eles não chegaram a nenhum acordo que impedisse a greve.A Superintendência de Transportes e Trânsito de Salvador (Transalvador) informa que devido à manifestação o trânsito está congestionado no sentido Barris - Estação da Lapa.
Servidores municipais fazem caminhada até a Estação da Lapa
A TARDE On Line
Fernando Vivas Agência A Tarde
Servidores decidiram parar por mais 72 horas
Depois de uma assembleia na manhã desta segunda-feira, 8, os servidores municipais de Salvador decidiram decretar mais uma paralisação de 72 horas. No encontro, também ficou definida a realização de uma caminhada saindo dos Barris, da sede da Transalvador, em direção à Estação da Lapa. A categoria ameaçava parar a Estação da Lapa novamente, como havia acontecido na semana passada, mas a passeata somente provocou lentidão no trânsito na rotatória que liga os Barris ao terminal.
Por mais de 10 minutos os trabalhadores fizeram uma roda, deram as mãos e cantaram o hino nacional e as cerca de 100 pessoas que participaram do protesto nem chegaram a entrar na Lapa e se dispersaram depois dos protestos em frente a estação.
Com a paralisação deixam de funcionar serviços prestados por órgãos como a Transalvador, Sucom, Sesp, SMA, Sucop, Seplag, Salvamar e Guarda Municipal. Segundo a categoria, a paralisação não afeta o atendimento nos postos de saúde, o Samu, a Defesa Civil e os trabalhos de combate à endemias.
Os trabalhadores exigem plano de saúde, reajuste de 50% no salário-base de R$ 465 e melhoria nas condições de trabalho para funcionários de órgãos como Codesal, Salvamar e Guarda Municipal. Em entrevista ao A TARDE durante a paralisação da última semana, o diretor do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps), Gustavo Mercês, desabafou: “Na Codesal há quem trabalhe na Operação Chuva sem os equipamentos de proteção (EPIs). Já na Salvamar, faltam toldos de proteção aos salva-vidas. E pior é na Guarda Municipal, onde foi oferecida uma farda para trabalharem todos os dias. E os guardas tiveram de arcar com a aquisição de coturnos“, disse.
PROFESSORES – Já os professores da rede pública municipal, em greve desde o dia 29 de maio, se reúnem em audiência pública às 14 horas no Centro Cultural da Câmara de Vereadores para discutir o Plano Municipal de Educação. Ás 17h os docentes se reúnem representantes das escolas e amanhã têm assembleia às 9h no Sindicato dos Bancários.
São 5.700 educadores de braços cruzados, com cerca de 180 mil alunos sem aula. Na pauta de reivindicações estão 9,1% de reajuste em cima do salário-base de R$ 593, plano de saúde e a realização de concursos públicos para servidores de apoio como merendeiras, porteiros e serventes.
Servidores municipais fazem nova paralisação de 72 horas
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=31506
8/6/2009 10:34 | Thiago Pereira
Os servidores municipais de Salvador decidiram adiar a greve, que seria deflagrada nesta segunda-feira (08), e programaram mais uma paralisação de 72 horas, que deve ser encerrada na próxima quarta (10).
A decisão foi tomada esta manhã, durante uma assembléia realizada em frente a sede da Secretaria Municipal de Administração (Seplag), o que provocou um intenso congestionamento na região dos Barris, no centro da cidade.
Os servidores alegam que a prefeitura não recebeu os manifestantes para discutir os pontos reivindicados na pauta de campanha salarial da categoria. Eles reivindicam um reajuste de 50% nos vencimentos mensais, além da implantação de plano de saúde e melhores condições de trabalho.
A paralisação deve afetar diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Uso e Ordenamento do Solo (Sucom), Secretaria de Serviço Público (Sesp), Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Guarda Municipal (GMS). Apenas atividades ligadas aos postos de saúde, combate à endemias, Samu e Codesal serão preservados durante a manifestação.
"Não nos restou outro caminho que não seja paralisar tudo visto que a prefeitura não quer negociar com o movimento, assim, nós não iremos nos sujeitar a prepotência do Executivo Municipal", afirmou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês.
Além da paralisação, os servidores prometeram realizar diversas manifestações pela cidade. Na última semana, a categoria se concentrou em uma das pistas do Iguatemi e impediu que o trânsito fluísse normalmente por quase duas horas.
Sobre os possíveis transtornos causados à cidade, o diretor do Sindseps alegou que os servidores têm o direito de manifestar livremente pelas ruas de Salvador. "Já que a Prefeitura não quer nos ouvir ou finge não nos ver, iremos às ruas denunciar o descaso desta administração com os servidores e com a cidade. É um direito constitucional realizar caminhadas pacíficas e ordeiras previamente avisadas às autoridades locais e assim temos feito, só deixaremos de caminhar até o prefeito nos receber", disse Mercês.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Servidores municipais ameaçam parar novamente os serviços
Redação CORREIO
Os servidores municipais decidiram nesta sexta-feira (5), em assembleia realizada em frente à Câmara Municipal, pela continuação das paralisações. Segundo Gustavo Mercês, líder do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsesp), até o momento não houve nenhum contato por parte da prefeitura para começar as negociações.
O prazo de 72 horas dado pelos servidores quando começaram a paralisação na terça-feira (2) se encerrou nesta sexta. Entretanto, eles já preparam uma nova mobilização para a segunda (8), com todos os serviços municipais novamente parados pelo prazo de 72 horas.
Uma nova assembleia será realizada a partir das 7h da segunda no prédio da Seplag, nos Barris, para definir os rumos da manifestação e organizar novas caminhadas pela cidade. Ainda de acordo com Gustavo, no final de semana os serviços essenciais serão mantidos, como os atendimentos de urgência, por exemplo.
As principais reinvidicações dos servidores são melhorias nas condições de trabalho, plano de saúde e reajuste e constituição de um piso salarial.
Servidores municipais chegam ao terceiro dia de paralisação
Redação CORREIO
O prazo dado pelos servidores municipais para a Prefeitura de Salvador se pronunciar e convocar o movimento para negociar a pauta salarial de rejuste de 9,01% termina nesta sexta-feira (5), o terceiro e último dia da paralisação de 72 horas. Nesta manhã, os servidores que estão concentrados em frente ao Colégio Central, na Piedade, sairão em caminhada pela ruas do centro. Na quinta-feira (4) os servidores realizaram uma manifestação que saiu da Rótula do Abacaxi em direção a Sete Portas, provocando grande congestionamento.Segundo Gustavo Mercês, diretor do Sindseps (Sindicato dos servidores da Prefeitura do Salvador), a paciência do servidores está se esgotando. 'Em todo esse tempo fizemos questão de sentar na mesa pra negociar e nem nos chamar para conversar essa prefeitura foi capaz de fazer', disse indignado.
Ainda segundo Mercês, caso essa situação não seja solucionada, é possível que uma greve geral por tempo indeterminado seja decretada. ' Nós queremos resolver os problemas de nossa categoria e também abrir uma discussão franca quanto a situação de calamidade e emergência que se encontra a cidade com as péssimas condições que estão as escolas', infomou.
Professores e servidores municipais saem em passeata pelo Centro
George Britto A TARDE*
As ruas do centro de Salvador foram mais uma vez tomadas nesta sexta-feira, 5, pelos protestos dos servidores e professores municipais. No terceiro e último dia da paralisação de 72 horas, os servidores municipais se reuniram por volta das 10 horas em frente ao Colégio Central e seguiram em passeata pela Avenida Joana Angélica até a Praça Municipal. Cerca de 100 pessoas participaram da manifestação, que provocou congestionamento na Av. Joana Angélica, Av. Sete e ruas adjacentes.Os professores municipais se juntaram ao grupo após a assembleia realizada nesta sexta, às 9h30, no Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos. Ao chegar na Praça da Sé, os manifestantes pretendiam exigir a presença do prefeito João Henrique. Sem sucesso, servidores e professores municipais retornaram em passeata para a Avenida Joana Angélica e os protestos só se encerraram por volta das 13h30.Os servidores municipais prometem entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, dia 8, caso a prefeitura não entre em contato com o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) para negociação. A categoria pede 50% de reajuste, assistência médica e melhorias nas condições de trabalho. Eles já fizeram outros protestos durante as 72 horas de paralisação, além da interrupção de 24 horas nos órgãos municipais no mês de maio. Os serviços da Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop, SMA, Sesp e Guarda Municipal foram atingidos.PROFESSORES - Em greve desde o último dia 29, os professores pedem 9,01% de reajuste. A questão é o único impasse nas negociações com a prefeitura, que aceitou o pedido de criação de um plano de saúde para a categoria. Nesta quinta-feira, 4, ficou decidido que uma comissão será formada para propor a estrutura do plano no prazo de 90 dias.
*Com redação de Paula Pitta A TARDE On Line
Redação CORREIO
Os servidores municipais decidiram nesta sexta-feira (5), em assembleia realizada em frente à Câmara Municipal, pela continuação das paralisações. Segundo Gustavo Mercês, líder do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsesp), até o momento não houve nenhum contato por parte da prefeitura para começar as negociações.
O prazo de 72 horas dado pelos servidores quando começaram a paralisação na terça-feira (2) se encerrou nesta sexta. Entretanto, eles já preparam uma nova mobilização para a segunda (8), com todos os serviços municipais novamente parados pelo prazo de 72 horas.
Uma nova assembleia será realizada a partir das 7h da segunda no prédio da Seplag, nos Barris, para definir os rumos da manifestação e organizar novas caminhadas pela cidade. Ainda de acordo com Gustavo, no final de semana os serviços essenciais serão mantidos, como os atendimentos de urgência, por exemplo.
As principais reinvidicações dos servidores são melhorias nas condições de trabalho, plano de saúde e reajuste e constituição de um piso salarial.
Servidores municipais chegam ao terceiro dia de paralisação
Redação CORREIO
O prazo dado pelos servidores municipais para a Prefeitura de Salvador se pronunciar e convocar o movimento para negociar a pauta salarial de rejuste de 9,01% termina nesta sexta-feira (5), o terceiro e último dia da paralisação de 72 horas. Nesta manhã, os servidores que estão concentrados em frente ao Colégio Central, na Piedade, sairão em caminhada pela ruas do centro. Na quinta-feira (4) os servidores realizaram uma manifestação que saiu da Rótula do Abacaxi em direção a Sete Portas, provocando grande congestionamento.Segundo Gustavo Mercês, diretor do Sindseps (Sindicato dos servidores da Prefeitura do Salvador), a paciência do servidores está se esgotando. 'Em todo esse tempo fizemos questão de sentar na mesa pra negociar e nem nos chamar para conversar essa prefeitura foi capaz de fazer', disse indignado.
Ainda segundo Mercês, caso essa situação não seja solucionada, é possível que uma greve geral por tempo indeterminado seja decretada. ' Nós queremos resolver os problemas de nossa categoria e também abrir uma discussão franca quanto a situação de calamidade e emergência que se encontra a cidade com as péssimas condições que estão as escolas', infomou.
Professores e servidores municipais saem em passeata pelo Centro
George Britto A TARDE*
As ruas do centro de Salvador foram mais uma vez tomadas nesta sexta-feira, 5, pelos protestos dos servidores e professores municipais. No terceiro e último dia da paralisação de 72 horas, os servidores municipais se reuniram por volta das 10 horas em frente ao Colégio Central e seguiram em passeata pela Avenida Joana Angélica até a Praça Municipal. Cerca de 100 pessoas participaram da manifestação, que provocou congestionamento na Av. Joana Angélica, Av. Sete e ruas adjacentes.Os professores municipais se juntaram ao grupo após a assembleia realizada nesta sexta, às 9h30, no Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos. Ao chegar na Praça da Sé, os manifestantes pretendiam exigir a presença do prefeito João Henrique. Sem sucesso, servidores e professores municipais retornaram em passeata para a Avenida Joana Angélica e os protestos só se encerraram por volta das 13h30.Os servidores municipais prometem entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, dia 8, caso a prefeitura não entre em contato com o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps) para negociação. A categoria pede 50% de reajuste, assistência médica e melhorias nas condições de trabalho. Eles já fizeram outros protestos durante as 72 horas de paralisação, além da interrupção de 24 horas nos órgãos municipais no mês de maio. Os serviços da Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop, SMA, Sesp e Guarda Municipal foram atingidos.PROFESSORES - Em greve desde o último dia 29, os professores pedem 9,01% de reajuste. A questão é o único impasse nas negociações com a prefeitura, que aceitou o pedido de criação de um plano de saúde para a categoria. Nesta quinta-feira, 4, ficou decidido que uma comissão será formada para propor a estrutura do plano no prazo de 90 dias.
*Com redação de Paula Pitta A TARDE On Line
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Professores em greve param a Estação da Lapa
A TARDE On Line*
Os professores municipais pararam a Estação da Lapa nesta quinta-feira, 4, congestionando o trânsito no local e impedindo a entrada dos ônibus no terminal. O protesto começou no Largo dos Aflitos, de onde eles seguiram em passeata até a Lapa. A caminhada causa tumulto no centro da cidade. Na altura da Avenida Centenário, um homem, não identificado, pedia desesperado para os manifestantes liberarem a passagem do seu veículo, que transporta uma mulher grávida em trabalho de parto. A estudante de enfermagem Taíse Dourado, também estava nervosa pedindo para passar pelo protesto. Ela alegou que ia se atrasar para o estágio e temia ser desligada da empresa, já que tinha pouco tempo trabalhando no local. A professora Galbani Menezes diz que cerca de 1.500 docentes participam do protesto. "Estamos tumultuando para ver se resolve", admitiu. A vice-coordenadora da APLB, sindicato da categoria, Marilene Betros, disse que a passeata foi aprovada em assembleia, realizada na manhã desta quinta-feira, 4. De acordo com o secretário-geral da APLB, Claudemir Nonato, a decisão foi tomada porque a Prefeitura não tinha se posicionado sobre a pauta de reivindicação. Diretores do sindicato e representantes da Prefeitura se reuniram em uma mesa de negociação nesta manhã, em que o governo municipal aceitou oferecer o plano de saúde. De acordo o sub-secretário, Eliezer Cruz, será formada uma comissão para elaborar, no prazo de 90 dias, a estrutura do plano de saúde. Cruz também diz que a Prefeitura se compromete em melhorar o atendimento no sistema de saúde municipal.
O plano de saúde era um dos pontos pendentes da negociação, o outro é o reajuste da categoria. Eles pedem 9,01% de aumento, mas a Prefeitura ainda não definiu uma contra-proposta sobre este ponto. De acordo com Nonato, sindicalistas e governo se reúnem novamente às 14h para discutir o percentual de reajuste. A categoria se reúne em assembleia nesta sexta-feira, 5, às 9h, para analisar as contra-propostas do governo municipal. Eles estão em greve desde a última sexta-feira, 29.
SERVIDORES - Os servidores municipais também protestam na tarde desta quinta. De acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), os manifestantes pretendem sair em caminhada até o Aquidabã. Por volta das 16h, cerca de 100 pessoas já se concentravam na Rótula do Abacaxi, em frente ao Supermecado Extra.
A categoria pede reajuste salarial de 50%, Plano de Cargos e Salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho. "Se a prefeitura continuar ignorando nosso movimento, vamos deflagrar greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (8)", afirma Mercês.Este é o segundo dia da paralização de 72 horas iniciada pelos servidores municipais na quarta-feira, 3. No primeiro dia, a categoria realizou uma passeata que começou por volta das 16h30 em frente ao Iguatemi e seguiu pela Avenida ACM até o Hospital Sarah. A manifestação congestionou as avenidas ACM, Bonocô, Tancredo Neves e Paralela, com reflexos até a Orla.Mercês minimiza os transtornos causados à população. "A sociedade precisa saber que este é um problema sério e que nós não vamos aceitar o silêncio da prefeitura", afirma.
Passeata trava o trânsito na Rótula do Abacaxi
A TARDE On Line
A passeata realizada pelos servidores municipais trava o trânsito na Sete Portas, Rótula do Abacaxi e na Avenida Barros Reis no final da tarde desta quinta-feira, 4. O congestionamento se reflete em outras regiões como Matatu, Retiro e início da BR-324. O protesto segue pela Avenida Heitor Dias em direção ao Aquidabã, de acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps).
A categoria ameaça entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, 8, caso a prefeitura não apresente uma contra-proposta. Os servidores pedem reajuste salarial de 50%, implantação do plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho
Servidores municipais fazem nova caminhada na tarde desta quinta (4)
Redação CORREIO
Servidores municipais fazem nova manifestação nesta quinta-feira (5), por volta das 16h50, com uma caminhada que saiu do canteiro central da Rótula do Abacaxi, onde eles estavam concentrados, em direção à Sete Portas, utilizando faixas e apitos. De acordo com a Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), o motorista já encontra congestionamento na região da Barros Reis, sentido Dois Leões.
De acordo com informações de Gustavo Mercês, líder do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep), as negociações ainda não foram iniciadas.
'Estamos muito preocupados porque a prefeitura ainda não entrou em contato com o sindicato e não mostrou nenhuma vontade em querer negociar o fim da paralisação, apesar de estarmos abertos a ouvir as propostas que eles possuem', disse Gustavo.
A Secretaria de Comunicação da Prefeitura (Secom) informou que houve uma reunião nesta quinta, no prédio da Secult, para definir o fim das paralisações e o atendimento de itens da pauta de reinvidicações dos servidores como, por exemplo, a extensão da gratificação gerencial aos secretários escolares e a recomposição do Conselho Deliberativo do Previs – Instituto de Previdência do Salvador.
Servidores municipais prometem paralisar outra avenida de Salvador
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=31300
Os servidores municipais, que deflagraram uma paralisação de 72 horas na última quarta-feira (03) e prometem uma greve por tempo indeterminado para a próxima segunda-feira (08), prometeram continuar com manifestações nos moldes da ocorrida na última quarta, quando dezenas de trabalhadores ocuparam as pistas da região do Iguatemi e impediram que o trânsito fluísse normalmente, o que causou um intenso congestionamento que durou mais de duas horas.
De acordo com o Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), as movimentações dos servidores tem o objetivo de sensibilizar a prefeitura com relação aos pontos da campanha salarial, que inclui melhorias nas condições de trabalho, custeio de um plano de saúde por parte da prefeitura e constituição de um piso salarial e reajuste para categoria.
Ainda segundo o Sindseps, uma outra paralisação em uma grande avenida da cidade deve ser ealizada às 16 horas desta quinta-feira (04)
"A duração da greve depende exclusivamente do bom senso e da responsabilidade do prefeito, afinal o sindicato esteve a todo momento a disposição de negociar e resolver o impasse", afirmou Gustavo Mercês, diretor do Sindseps.
Os servidores alegam que, até o momento, a prefeitura não entrou em contato com o sindicato, o que pode gerar transtornos ainda maiores para população soteropolitana. "Se a aposta do prefeito é vencer o movimento pelo cansaço pode ser um tiro no pé, afinal temos fôlego para o que vier e se a população está sendo prejudicada a culpa é de João Henrique, que não se posiciona frente a situação”, concluiu Mercês.
Manifestação trava mais uma vez o trânsito em Salvador
http://www.radiometropole.com.br/portal2009/index_noticias.php?id=VG1wamVFNUJQVDA9
Salvador parou mais uma vez no início da noite de hoje (4), por conta das manifestações dos servidores municipais. Cerca de 100 servidores fizeram caminhada nas imediações das Sete Portas em direção ao Aquidabã, o que deixou o trânsito totalmente parado naquela região da cidade.A categoria pede reajuste salarial de 50%, plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho. Se não houver acordo, a capital baiana pode enfrentar uma greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (8), informa Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps).Hoje é o segundo dia da paralisação de 72 horas iniciada pelos servidores municipais. A categoria realizou uma passeata, ontem, por volta das 16h30, em frente ao Iguatemi e seguiu pela Avenida ACM até o Hospital Sarah congestionando as avenidas ACM, Bonocô, Tancredo Neves e Paralela, com reflexos até a Orla.Greve dos professores municipaisA diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB Sindicato), Elza Melo, informou que houve evolução nas negociações com a prefeitura de Salvador. No que diz respeito a reivindicação de plano de saúde para a categoria, a prefeitura sugeriu a criação de uma comissão mista, formada por representantes da administração municipal e dos servidores, para em 90 dias, concluir uma proposta para um plano de saúde.Em relação ao reajuste salarial, a diretora sindical informou que os servidores aguardam um posicionamento da Casa Civil para definir este item, que é o mais importante da pauta de reivindicações.Melo informa ainda que nesta sexta-feira (5) haverá uma nova assembleia para avaliação do movimento de greve, no auditório do Sindicato dos Bancários, nos Aflitos, às 9 horas.
A TARDE On Line*
Os professores municipais pararam a Estação da Lapa nesta quinta-feira, 4, congestionando o trânsito no local e impedindo a entrada dos ônibus no terminal. O protesto começou no Largo dos Aflitos, de onde eles seguiram em passeata até a Lapa. A caminhada causa tumulto no centro da cidade. Na altura da Avenida Centenário, um homem, não identificado, pedia desesperado para os manifestantes liberarem a passagem do seu veículo, que transporta uma mulher grávida em trabalho de parto. A estudante de enfermagem Taíse Dourado, também estava nervosa pedindo para passar pelo protesto. Ela alegou que ia se atrasar para o estágio e temia ser desligada da empresa, já que tinha pouco tempo trabalhando no local. A professora Galbani Menezes diz que cerca de 1.500 docentes participam do protesto. "Estamos tumultuando para ver se resolve", admitiu. A vice-coordenadora da APLB, sindicato da categoria, Marilene Betros, disse que a passeata foi aprovada em assembleia, realizada na manhã desta quinta-feira, 4. De acordo com o secretário-geral da APLB, Claudemir Nonato, a decisão foi tomada porque a Prefeitura não tinha se posicionado sobre a pauta de reivindicação. Diretores do sindicato e representantes da Prefeitura se reuniram em uma mesa de negociação nesta manhã, em que o governo municipal aceitou oferecer o plano de saúde. De acordo o sub-secretário, Eliezer Cruz, será formada uma comissão para elaborar, no prazo de 90 dias, a estrutura do plano de saúde. Cruz também diz que a Prefeitura se compromete em melhorar o atendimento no sistema de saúde municipal.
O plano de saúde era um dos pontos pendentes da negociação, o outro é o reajuste da categoria. Eles pedem 9,01% de aumento, mas a Prefeitura ainda não definiu uma contra-proposta sobre este ponto. De acordo com Nonato, sindicalistas e governo se reúnem novamente às 14h para discutir o percentual de reajuste. A categoria se reúne em assembleia nesta sexta-feira, 5, às 9h, para analisar as contra-propostas do governo municipal. Eles estão em greve desde a última sexta-feira, 29.
SERVIDORES - Os servidores municipais também protestam na tarde desta quinta. De acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), os manifestantes pretendem sair em caminhada até o Aquidabã. Por volta das 16h, cerca de 100 pessoas já se concentravam na Rótula do Abacaxi, em frente ao Supermecado Extra.
A categoria pede reajuste salarial de 50%, Plano de Cargos e Salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho. "Se a prefeitura continuar ignorando nosso movimento, vamos deflagrar greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (8)", afirma Mercês.Este é o segundo dia da paralização de 72 horas iniciada pelos servidores municipais na quarta-feira, 3. No primeiro dia, a categoria realizou uma passeata que começou por volta das 16h30 em frente ao Iguatemi e seguiu pela Avenida ACM até o Hospital Sarah. A manifestação congestionou as avenidas ACM, Bonocô, Tancredo Neves e Paralela, com reflexos até a Orla.Mercês minimiza os transtornos causados à população. "A sociedade precisa saber que este é um problema sério e que nós não vamos aceitar o silêncio da prefeitura", afirma.
Passeata trava o trânsito na Rótula do Abacaxi
A TARDE On Line
A passeata realizada pelos servidores municipais trava o trânsito na Sete Portas, Rótula do Abacaxi e na Avenida Barros Reis no final da tarde desta quinta-feira, 4. O congestionamento se reflete em outras regiões como Matatu, Retiro e início da BR-324. O protesto segue pela Avenida Heitor Dias em direção ao Aquidabã, de acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps).
A categoria ameaça entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, 8, caso a prefeitura não apresente uma contra-proposta. Os servidores pedem reajuste salarial de 50%, implantação do plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho
Servidores municipais fazem nova caminhada na tarde desta quinta (4)
Redação CORREIO
Servidores municipais fazem nova manifestação nesta quinta-feira (5), por volta das 16h50, com uma caminhada que saiu do canteiro central da Rótula do Abacaxi, onde eles estavam concentrados, em direção à Sete Portas, utilizando faixas e apitos. De acordo com a Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), o motorista já encontra congestionamento na região da Barros Reis, sentido Dois Leões.
De acordo com informações de Gustavo Mercês, líder do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep), as negociações ainda não foram iniciadas.
'Estamos muito preocupados porque a prefeitura ainda não entrou em contato com o sindicato e não mostrou nenhuma vontade em querer negociar o fim da paralisação, apesar de estarmos abertos a ouvir as propostas que eles possuem', disse Gustavo.
A Secretaria de Comunicação da Prefeitura (Secom) informou que houve uma reunião nesta quinta, no prédio da Secult, para definir o fim das paralisações e o atendimento de itens da pauta de reinvidicações dos servidores como, por exemplo, a extensão da gratificação gerencial aos secretários escolares e a recomposição do Conselho Deliberativo do Previs – Instituto de Previdência do Salvador.
Servidores municipais prometem paralisar outra avenida de Salvador
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=31300
Os servidores municipais, que deflagraram uma paralisação de 72 horas na última quarta-feira (03) e prometem uma greve por tempo indeterminado para a próxima segunda-feira (08), prometeram continuar com manifestações nos moldes da ocorrida na última quarta, quando dezenas de trabalhadores ocuparam as pistas da região do Iguatemi e impediram que o trânsito fluísse normalmente, o que causou um intenso congestionamento que durou mais de duas horas.
De acordo com o Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), as movimentações dos servidores tem o objetivo de sensibilizar a prefeitura com relação aos pontos da campanha salarial, que inclui melhorias nas condições de trabalho, custeio de um plano de saúde por parte da prefeitura e constituição de um piso salarial e reajuste para categoria.
Ainda segundo o Sindseps, uma outra paralisação em uma grande avenida da cidade deve ser ealizada às 16 horas desta quinta-feira (04)
"A duração da greve depende exclusivamente do bom senso e da responsabilidade do prefeito, afinal o sindicato esteve a todo momento a disposição de negociar e resolver o impasse", afirmou Gustavo Mercês, diretor do Sindseps.
Os servidores alegam que, até o momento, a prefeitura não entrou em contato com o sindicato, o que pode gerar transtornos ainda maiores para população soteropolitana. "Se a aposta do prefeito é vencer o movimento pelo cansaço pode ser um tiro no pé, afinal temos fôlego para o que vier e se a população está sendo prejudicada a culpa é de João Henrique, que não se posiciona frente a situação”, concluiu Mercês.
Manifestação trava mais uma vez o trânsito em Salvador
http://www.radiometropole.com.br/portal2009/index_noticias.php?id=VG1wamVFNUJQVDA9
Salvador parou mais uma vez no início da noite de hoje (4), por conta das manifestações dos servidores municipais. Cerca de 100 servidores fizeram caminhada nas imediações das Sete Portas em direção ao Aquidabã, o que deixou o trânsito totalmente parado naquela região da cidade.A categoria pede reajuste salarial de 50%, plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho. Se não houver acordo, a capital baiana pode enfrentar uma greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (8), informa Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps).Hoje é o segundo dia da paralisação de 72 horas iniciada pelos servidores municipais. A categoria realizou uma passeata, ontem, por volta das 16h30, em frente ao Iguatemi e seguiu pela Avenida ACM até o Hospital Sarah congestionando as avenidas ACM, Bonocô, Tancredo Neves e Paralela, com reflexos até a Orla.Greve dos professores municipaisA diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB Sindicato), Elza Melo, informou que houve evolução nas negociações com a prefeitura de Salvador. No que diz respeito a reivindicação de plano de saúde para a categoria, a prefeitura sugeriu a criação de uma comissão mista, formada por representantes da administração municipal e dos servidores, para em 90 dias, concluir uma proposta para um plano de saúde.Em relação ao reajuste salarial, a diretora sindical informou que os servidores aguardam um posicionamento da Casa Civil para definir este item, que é o mais importante da pauta de reivindicações.Melo informa ainda que nesta sexta-feira (5) haverá uma nova assembleia para avaliação do movimento de greve, no auditório do Sindicato dos Bancários, nos Aflitos, às 9 horas.
Professores em greve param a Estação da Lapa
A TARDE On Line*
Os professores municipais pararam a Estação da Lapa nesta quinta-feira, 4, congestionando o trânsito no local e impedindo a entrada dos ônibus no terminal. O protesto começou no Largo dos Aflitos, de onde eles seguiram em passeata até a Lapa. A caminhada causa tumulto no centro da cidade.
Na altura da Avenida Centenário, um homem, não identificado, pedia desesperado para os manifestantes liberarem a passagem do seu veículo, que transporta uma mulher grávida em trabalho de parto. A estudante de enfermagem Taíse Dourado, também estava nervosa pedindo para passar pelo protesto. Ela alegou que ia se atrasar para o estágio e temia ser desligada da empresa, já que tinha pouco tempo trabalhando no local.
A professora Galbani Menezes diz que cerca de 1.500 docentes participam do protesto. "Estamos tumultuando para ver se resolve", admitiu. A vice-coordenadora da APLB, sindicato da categoria, Marilene Betros, disse que a passeata foi aprovada em assembleia, realizada na manhã desta quinta-feira, 4. De acordo com o secretário-geral da APLB, Claudemir Nonato, a decisão foi tomada porque a Prefeitura não tinha se posicionado sobre a pauta de reivindicação.
Diretores do sindicato e representantes da Prefeitura se reuniram em uma mesa de negociação nesta manhã, em que o governo municipal aceitou oferecer o plano de saúde. De acordo o sub-secretário, Eliezer Cruz, será formada uma comissão para elaborar, no prazo de 90 dias, a estrutura do plano de saúde. Cruz também diz que a Prefeitura se compromete em melhorar o atendimento no sistema de saúde municipal.
O plano de saúde era um dos pontos pendentes da negociação, o outro é o reajuste da categoria. Eles pedem 9,01% de aumento, mas a Prefeitura ainda não definiu uma contra-proposta sobre este ponto. De acordo com Nonato, sindicalistas e governo se reúnem novamente às 14h para discutir o percentual de reajuste.
A categoria se reúne em assembleia nesta sexta-feira, 5, às 9h, para analisar as contra-propostas do governo municipal. Eles estão em greve desde a última sexta-feira, 29.
SERVIDORES - Os servidores municipais também protestam na tarde desta quinta. De acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), os manifestantes pretendem sair em caminhada até o Aquidabã. Por volta das 16h, cerca de 100 pessoas já se concentravam na Rótula do Abacaxi, em frente ao Supermecado Extra.
A categoria pede reajuste salarial de 50%, Plano de Cargos e Salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho. "Se a prefeitura continuar ignorando nosso movimento, vamos deflagrar greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (8)", afirma Mercês.
Este é o segundo dia da paralização de 72 horas iniciada pelos servidores municipais na quarta-feira, 3. No primeiro dia, a categoria realizou uma passeata que começou por volta das 16h30 em frente ao Iguatemi e seguiu pela Avenida ACM até o Hospital Sarah. A manifestação congestionou as avenidas ACM, Bonocô, Tancredo Neves e Paralela, com reflexos até a Orla.
Mercês minimiza os transtornos causados à população. "A sociedade precisa saber que este é um problema sério e que nós não vamos aceitar o silêncio da prefeitura", afirma.
Passeata trava o trânsito na Rótula do Abacaxi
A TARDE On Line
A passeata realizada pelos servidores municipais trava o trânsito na Sete Portas, Rótula do Abacaxi e na Avenida Barros Reis no final da tarde desta quinta-feira, 4. O congestionamento se reflete em outras regiões como Matatu, Retiro e início da BR-324. O protesto segue pela Avenida Heitor Dias em direção ao Aquidabã, de acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps).
A categoria ameaça entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, 8, caso a prefeitura não apresente uma contra-proposta. Os servidores pedem reajuste salarial de 50%, implantação do plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho
Servidores municipais fazem nova caminhada na tarde desta quinta (4)
Redação CORREIO
Servidores municipais fazem nova manifestação nesta quinta-feira (5), por volta das 16h50, com uma caminhada que saiu do canteiro central da Rótula do Abacaxi, onde eles estavam concentrados, em direção à Sete Portas, utilizando faixas e apitos. De acordo com a Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), o motorista já encontra congestionamento na região da Barros Reis, sentido Dois Leões.
De acordo com informações de Gustavo Mercês, líder do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep), as negociações ainda não foram iniciadas.
'Estamos muito preocupados porque a prefeitura ainda não entrou em contato com o sindicato e não mostrou nenhuma vontade em querer negociar o fim da paralisação, apesar de estarmos abertos a ouvir as propostas que eles possuem', disse Gustavo.
A TARDE On Line*
Os professores municipais pararam a Estação da Lapa nesta quinta-feira, 4, congestionando o trânsito no local e impedindo a entrada dos ônibus no terminal. O protesto começou no Largo dos Aflitos, de onde eles seguiram em passeata até a Lapa. A caminhada causa tumulto no centro da cidade.
Na altura da Avenida Centenário, um homem, não identificado, pedia desesperado para os manifestantes liberarem a passagem do seu veículo, que transporta uma mulher grávida em trabalho de parto. A estudante de enfermagem Taíse Dourado, também estava nervosa pedindo para passar pelo protesto. Ela alegou que ia se atrasar para o estágio e temia ser desligada da empresa, já que tinha pouco tempo trabalhando no local.
A professora Galbani Menezes diz que cerca de 1.500 docentes participam do protesto. "Estamos tumultuando para ver se resolve", admitiu. A vice-coordenadora da APLB, sindicato da categoria, Marilene Betros, disse que a passeata foi aprovada em assembleia, realizada na manhã desta quinta-feira, 4. De acordo com o secretário-geral da APLB, Claudemir Nonato, a decisão foi tomada porque a Prefeitura não tinha se posicionado sobre a pauta de reivindicação.
Diretores do sindicato e representantes da Prefeitura se reuniram em uma mesa de negociação nesta manhã, em que o governo municipal aceitou oferecer o plano de saúde. De acordo o sub-secretário, Eliezer Cruz, será formada uma comissão para elaborar, no prazo de 90 dias, a estrutura do plano de saúde. Cruz também diz que a Prefeitura se compromete em melhorar o atendimento no sistema de saúde municipal.
O plano de saúde era um dos pontos pendentes da negociação, o outro é o reajuste da categoria. Eles pedem 9,01% de aumento, mas a Prefeitura ainda não definiu uma contra-proposta sobre este ponto. De acordo com Nonato, sindicalistas e governo se reúnem novamente às 14h para discutir o percentual de reajuste.
A categoria se reúne em assembleia nesta sexta-feira, 5, às 9h, para analisar as contra-propostas do governo municipal. Eles estão em greve desde a última sexta-feira, 29.
SERVIDORES - Os servidores municipais também protestam na tarde desta quinta. De acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), os manifestantes pretendem sair em caminhada até o Aquidabã. Por volta das 16h, cerca de 100 pessoas já se concentravam na Rótula do Abacaxi, em frente ao Supermecado Extra.
A categoria pede reajuste salarial de 50%, Plano de Cargos e Salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho. "Se a prefeitura continuar ignorando nosso movimento, vamos deflagrar greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira (8)", afirma Mercês.
Este é o segundo dia da paralização de 72 horas iniciada pelos servidores municipais na quarta-feira, 3. No primeiro dia, a categoria realizou uma passeata que começou por volta das 16h30 em frente ao Iguatemi e seguiu pela Avenida ACM até o Hospital Sarah. A manifestação congestionou as avenidas ACM, Bonocô, Tancredo Neves e Paralela, com reflexos até a Orla.
Mercês minimiza os transtornos causados à população. "A sociedade precisa saber que este é um problema sério e que nós não vamos aceitar o silêncio da prefeitura", afirma.
Passeata trava o trânsito na Rótula do Abacaxi
A TARDE On Line
A passeata realizada pelos servidores municipais trava o trânsito na Sete Portas, Rótula do Abacaxi e na Avenida Barros Reis no final da tarde desta quinta-feira, 4. O congestionamento se reflete em outras regiões como Matatu, Retiro e início da BR-324. O protesto segue pela Avenida Heitor Dias em direção ao Aquidabã, de acordo com Gustavo Mercês, diretor de comunicação do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps).
A categoria ameaça entrar em greve por tempo indeterminado a partir de segunda-feira, 8, caso a prefeitura não apresente uma contra-proposta. Os servidores pedem reajuste salarial de 50%, implantação do plano de cargos e salários, plano de saúde e melhores condições de trabalho
Servidores municipais fazem nova caminhada na tarde desta quinta (4)
Redação CORREIO
Servidores municipais fazem nova manifestação nesta quinta-feira (5), por volta das 16h50, com uma caminhada que saiu do canteiro central da Rótula do Abacaxi, onde eles estavam concentrados, em direção à Sete Portas, utilizando faixas e apitos. De acordo com a Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), o motorista já encontra congestionamento na região da Barros Reis, sentido Dois Leões.
De acordo com informações de Gustavo Mercês, líder do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep), as negociações ainda não foram iniciadas.
'Estamos muito preocupados porque a prefeitura ainda não entrou em contato com o sindicato e não mostrou nenhuma vontade em querer negociar o fim da paralisação, apesar de estarmos abertos a ouvir as propostas que eles possuem', disse Gustavo.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
VITÓRIAS NO PRIMEIRO DIA DE PARALISAÇÃO GERAL
Professores, servidores e judiciário baiano param pedindo melhoria salarial
Heliana Frazão
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
A capital baiana vive uma quarta-feira de paralisações no setor público. Além dos professores da rede municipal, que estão em greve por tempo indeterminado desde a segunda-feira (1º), os demais servidores municipais decidiram paralisar por 72 horas as atividades em todos os órgãos ligados à prefeitura a partir de hoje (3).O movimento atinge cerca de 22 mil funcionários, que estão em campanha salarial. Eles reivindicam piso de R$ 695, Plano de Cargos e Salários, assistência à saúde e melhores condições de trabalho, entre outros.
Fora das salas de aulaOs professores da rede municipal de Salvador anteciparam-se ao movimento coletivo e cruzaram os braços na segunda-feira (1º). Na semana passada, eles realizaram um movimento de paralisação por 72 horas, pedindo melhoria salarial. Como não houve avanço nas negociações com o município eles decidiram, em assembleia ocorrida na última sexta-feira (29/5), deflagrar a greve geral. A categoria quer aumento salarial de 9,01% e plano de saúde."Entregamos uma pauta com os pleitos da categoria no dia 1° de abril, mas até aqui não obtivemos qualquer resposta da secretaria", justifica Elza Souza, diretora da APLB-Sindicato, entidade que representa os docentes na Bahia.Ela garante que cerca de 90% dos 5.500 professores municipais adeririam ao movimento. "Os poucos que ainda permanecem em sala de aula estão sendo convencidos pelos colegas a também parar", informa.Os docentes realizaram um apitaço nesta manhã em frente à sede da Secretaria de Educação, cobrando um posicionamento da prefeitura. O sub-secretario de Educação, Eliezer Cruz, disse que, para se manifestar, o órgão depende da posição de outras secretarias.Em Salvador há 414 escolas municipais, que atendem 165 mil alunos.
ExceçãoPostos de saúde e da Defesa Civil são a exceção do movimento, pois são considerados atividades essenciais. Conforme informações do diretor do Sindseps (Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador), Edmilson Pereira, órgãos como a Transalvador (que controla o trânsito na capital) e a Guarda Municipal, funcionam com efetivo de 30%, em atendimento à legislação.Pela manhã, os trabalhadores dividiram-se em manifestações na Praça da Cruz Caída, na Praça da Sé, próximo à sede da prefeitura, no Centro Histórico da cidade, e em frente à sede da Sucom (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo) onde chegaram a realizar piquetes, tentando impedir a entrada de qualquer servidor que quisesse trabalhar.A paralisação foi decidida em assembleia realizada na noite da última terça."Chegamos ao limite de nossa paciência, não nos restou outra alternativa que não parar", diz o sindicalista Gustavo Mercês.Com a paralisação, operações como a "tapa buracos", que vem minimizando os efeitos das fortes chuvas que caíram recentemente sobre a cidade, foram suspensas nas principais ruas e avenidas. Conforme o sindicato, caso não haja entendimento com a prefeitura até sexta-feira (5), a categoria entrará em greve por tempo indeterminado a partir da segunda-feira (8).Everaldo Braga, coordenador geral do Sindseps, explica que os servidores têm feito paralisações pontuais desde 21 de maio, mas, segundo ele, a prefeitura não apresentou nenhuma contraproposta.
Judiciário também parouNo Estado, os servidores do judiciário paralisaram as atividades por 24 horas para a realização de uma assembleia extraordinária, no fórum Ruy Barbosa, localizado no bairro de Nazaré. Os servidores reivindicam reajuste salarial de 5,09% e aumento no ticket refeição. A implementação de alguns itens da Lei de Organização Judiciária, que foi reformada em 2008, também está na pauta da categoria.Conforme o Sinpojud (Sindicato do poder Judiciário do Estado da Bahia), em consequência da paralisação, os cartórios, tabelionatos, juizados, varas cíveis e criminais de Salvador não funcionam, à exceção de serviços essenciais, como o plantão judiciário, emissão de guia de sepultamento, liberação de habeas corpus e liminares referentes a planos de saúde.
NomeOrigem("Educacao - Ultimas Noticias");
do UOL Educação
Servidores municipais fazem caminhada em região do Iguatemi
Redação CORREIO
Servidores municipais seguem em campanha salarial e fazem uma caminhada na tarde desta quarta-feira (3) na região do Iguatemi, causando lentidão no tráfego de veículos para o motorista que está na avenida ACM, sentido Tancredo Neves, segundo informações da Superintendência de Trãnsito e Transportes de Salvador (Transalvador).
O Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsesp) paralisaram as atividades por 72h, reinvidicando um reajuste salarial de 50% e a criação de um plano de saúde.
Segundo Gustavo Mercês, diretor do Sindsesp, a paralisação é um anúncio para que a prefeitura possa entrar em um acordo com a categoria. Se por acaso isto não acontecer, eles ameaçam entrar em greve a partir da segunda-feira (8).
De acordo com a Transalvador, o motorista também enfrenta lentidão na avenida ACM, sentido Lucaia, por conta de um recapeamento que foi feito na pista.
Servidores municipais e do Judiciário param por melhoria salarial em Salvador
Heliana Frazão
Especial para o UOL
Salvador
A capital baiana vive uma quarta-feira de paralisações no setor público. Além dos professores da rede municipal, que estão em greve por tempo indeterminado desde a segunda-feira (1), os demais servidores municipais decidiram paralisar as atividades em todos os órgãos ligados à Prefeitura de Salvador por 72 horas, a partir de hoje. O movimento atinge cerca de 22 mil funcionários, que estão em campanha salarial e reivindicam piso na remuneração de R$ 695, plano de cargos e salários, assistência à saúde e melhores condições de trabalho.
A exceção do movimento conjunto refere-se apenas a atividades consideradas essenciais, como o funcionamento dos postos de saúde e da Defesa Civil. Conforme informações do diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Edmilson Pereira, outros órgãos como a Transalvador, que controla o trânsito na capital, e a Guarda Municipal funcionam com efetivo de 30%, em atendimento à legislação.Pela manhã, os manifestantes dividiram-se em manifestações na praça da Cruz Caída, na praça da Sé, próximo à sede da prefeitura, no centro histórico da cidade, e em frente à sede da Sucom (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo), onde chegaram a realizar piquetes, tentando impedir a entrada de qualquer servidor que quisesse trabalhar.A paralisação foi decidida em assembleia realizada na noite da terça-feira (2). "Chegamos ao limite de nossa paciência, não nos restou outra alternativa", disse o sindicalista Gustavo Mercês.Com a paralisação, operações como a 'tapa buracos' nas principais ruas e avenidas, que vem minimizando os efeitos das fortes chuvas que caíram recentemente sobre a cidade, estão suspensas. Conforme o sindicato, caso não haja entendimento com a prefeitura até sexta-feira (5), a categoria entrará em greve por tempo indeterminado, a partir da segunda-feira (8).Everaldo Braga, coordenador geral do Sindseps, explica que os servidores têm feito paralisações pontuais desde 21 de maio mas, segundo ele, a prefeitura não apresentou nenhuma contraproposta.Professores fora das salas de aulaJá os professores da rede de ensino municipal de Salvador anteciparam-se ao movimento coletivo e cruzaram os braços já na segunda-feira (2). Na semana passada, eles realizaram um movimento de paralisação por 72 horas, pedindo melhoria salarial, e, como não houve avanço nas negociações com o município, decidiram deflagrar a greve geral. A categoria quer aumento salarial de 9,01% e plano de saúde."Entregamos uma pauta com os pleitos da categoria no dia 1° de abril, mas até aqui não obtivemos qualquer resposta da secretaria", justifica Elza Souza, diretora da APLB-Sindicato, entidade que representa os docentes na Bahia.Ela garante que cerca de 90% dos 5.500 professores municipais devem aderir ao movimento. "Os poucos que ainda permanecem em sala de aula estão sendo convencidos pelos colegas a parar também", informa.Os docentes realizaram um apitaço nesta manhã em frente à sede da Secretaria de Educação, cobrando um posicionamento da prefeitura. O sub-secretario de Educação, Eliezer Cruz, disse apenas que para se manifestar o órgão depende da posição de outras secretarias.São 414 escolas municipais, em Salvador, que atendem 165 mil alunos. Judiciário também parouNo Estado, os servidores do Judiciário paralisam as atividades por 24 horas para a realização de uma assembleia extraordinária no fórum Ruy Barbosa, localizado no bairro de Nazaré. Os servidores reivindicam um reajuste salarial de 5,09% e aumento no ticket refeição.A implementação de alguns itens da Lei de Organização Judiciária, que foi reformada em 2008, também está na pauta da categoria.Conforme o Sindicato do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sinpojud), em consequência da paralisação, os cartórios, tabelionatos, juizados, varas cíveis e criminais de Salvador não funcionam, à exceção de serviços essenciais como o plantão judiciário, emissão de guia de sepultamento, liberação de habeas corpus e liminares referentes a planos de saúde.
Servidores municipais anunciam paralisação geral por 72 horas
A TARDE On Line
Os servidores municipais de Salvador decidiram em assembleia realizada no início da noite desta terça-feira, 2, interromper as atividades por 72 horas a partir desta quarta-feira. No encontro realizado no Sindicato dos Bancários, funcionários da administração do município decidiram pela paralisação geral até cumprir o período legal que antecede a deflagração da greve. "Neste tempo a gente [servidores] estará também à espera do pronunciamento da prefeitura" disse o diretor do Sindicato dos servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo MercêsSegundo informações do sindicato, a pauta de reivindicações da categoria foi entregue no dia 6 de abril e até esta terça nenhuma contraproposta foi apresentada pela Prefeitura. Ao longo de maio, servidores da Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop e SMA fizeram paralisações de advertência por 24 horas até que na sexta-feira, 28, professores decretaram uma greve geral em toda rede pública municipal de ensino, o que deixou cerca de 165 mil alunos sem aula.Durante a paralisação, os serviços essenciais à população funcionarão apenas com 30% do contingente de servidores, conforme previsto na Lei 7.783, que também determina que os trabalhadores anunciem o estado de greve pelo menos 72 horas úteis antes da deflagração.A categoria dos servidores pede um reajuste salarial de 50%, assistência à saúde paga pela prefitura, melhorias nas condições de trabalho e estabelecimento de piso salarial. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão, a pauta de reivindicação dos servidores está em análise. Salvador conta com cerca de 22 mil servidores municipais.
Servidores municipais fazem paralisação de 72 horas
3/6/2009 08:48 Thiago Pereira
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=31235
Após dez dias de manifestação, e suspensão gradual dos serviços essenciais da cidade, os servidores municipais de Salvador deflagraram, nesta quarta-feira (03), uma paralisação de 72 horas, que pode resultar em uma greve por tempo indeterminado caso não haja um acordo com a prefeitura da capital baiana.
A decisão de suspender os serviços por três dias foi tomada na noite da última terça (02), durante uma assembléia realizada no auditório do Sindicato dos Bancários, no Centro de Salvador. Foi decidido durante o encontro que a prefeitura tem até a próxima sexta-feira (05) para atender a pauta de reivindicações dos trabalhadores, caso contrário 22 mil servidores devem cruzar os braços e deixar os postos de trabalho na próxima segunda-feira (08).
"O teto da paciência dos servidores se esgotou, a Prefeitura não quis chamar o sindicato para negociar, e assim só nos restou a paralisação geral", afirmou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês.
Entre os serviços que estarão suspensos estão a fiscalização de trânsito e transporte, salvamento aquatico, vistorias da operação chuva, recapeamento de asfalto, administração da prefeitura, autarquias e abastecimento dos veiculos da Administração municipal.
Os servidores reivindicam melhorias na assistência à saúde, nas condições de trabalho e a constituição de um piso salarial para categoria. "Nós a todo momento estivemos aberto às negociações, mas não estamos dispostos a negociar com o silêncio e a omissão da Prefeitura" disse o diretor do sindicato ao retificar que apesar das paralisações a prefeitura não abriu negociações e sequer se manifestou sobre as reivindicações dos servidores.
Comunicado da prefeituraA Prefeitura de Salvador emitiu uma nota oficial em que afirmou "estudar cuidadosamente cada item da pauta de reivindicações apresentada pelos servidores municipais, com a intenção de sentar à mesa com os representantes do Sindseps para discutir os próximos passos da negociação".
Segundo a nota, Existem pontos da pauta apresentada pelos servidores que são viáveis, segundo as avaliações, e outros que terão de ser negociados com cautela para não comprometer a capacidade de pagamento do Município.
"A administração municipal compreende e reconhece a importância da categoria no atendimento da comunidade e reforça que a decisão é de manter o diálogo permanente com os servidores" conclui o comunicado.
Servidores municipais iniciaram desde a zero hora desta quarta-feira (3), uma paralisação de 72 horas em todas as atividades dos órgãos municipais. Nesses três dias consecutivos, será mantido 30% do efetivo dos 22 mil servidores em atividade. Apenas os serviços básicos serão mantidos. Após assembleia realizada ontem (2) à noite, os trabalhadores ameaçam realizar uma greve por tempo indeterminado na segunda-feira (8), concedendo o prazo de aviso à prefeitura, determinado por lei.Segundo o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep), a categoria reivindica reajuste salarial de 50%, implantação de plano de saúde e plano de carreira, e melhores condições de trabalho.SERVIÇO NORMALDe acordo com a assessoria de comunicação do governo municipal, ospostos do Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-Obra (Simm), oatendimento na Secretaria da Fazenda (Sefaz), além dos Postos deAtendimento (PAs), Postos de Saúde da Família (PSF) e as UnidadesBásicas de Saúde (UBS) funcionam normalmente, além da Defesa Civil e daLimpurb. A Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal) também continua com expediente sem alteração.ATIVIDADES PARADASAs equipes de fiscalização dos transportes coletivos estão paralisadas e a Superintendência de Parques e Jardins (SPJ) funciona parcialmente, fazendo com que o Jardim Botânico permaneça fechado. Na Superintendência Municipal de Conservação de Obras Públicas (Sucop) só o setor de manutenção e conservação atua normalmente e os servidores da Gerência de Pavimentação (Gepav) negociam um possível retorno das atividades ainda hoje (03).A Superintendência de Prevenção à Violência (Susprev) e a Salvamar estão com apenas 30% do efetivo em seus respectivos postos e o atendimento ao público é regular. Os serviços da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) tapodem ser obtidos através dos SACs Iguatemi e Boca do Rio. A paralisação também atingiu parcialmente a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec), que mantém 34% das escolas com atividades regulares.
Heliana Frazão
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador
A capital baiana vive uma quarta-feira de paralisações no setor público. Além dos professores da rede municipal, que estão em greve por tempo indeterminado desde a segunda-feira (1º), os demais servidores municipais decidiram paralisar por 72 horas as atividades em todos os órgãos ligados à prefeitura a partir de hoje (3).O movimento atinge cerca de 22 mil funcionários, que estão em campanha salarial. Eles reivindicam piso de R$ 695, Plano de Cargos e Salários, assistência à saúde e melhores condições de trabalho, entre outros.
Fora das salas de aulaOs professores da rede municipal de Salvador anteciparam-se ao movimento coletivo e cruzaram os braços na segunda-feira (1º). Na semana passada, eles realizaram um movimento de paralisação por 72 horas, pedindo melhoria salarial. Como não houve avanço nas negociações com o município eles decidiram, em assembleia ocorrida na última sexta-feira (29/5), deflagrar a greve geral. A categoria quer aumento salarial de 9,01% e plano de saúde."Entregamos uma pauta com os pleitos da categoria no dia 1° de abril, mas até aqui não obtivemos qualquer resposta da secretaria", justifica Elza Souza, diretora da APLB-Sindicato, entidade que representa os docentes na Bahia.Ela garante que cerca de 90% dos 5.500 professores municipais adeririam ao movimento. "Os poucos que ainda permanecem em sala de aula estão sendo convencidos pelos colegas a também parar", informa.Os docentes realizaram um apitaço nesta manhã em frente à sede da Secretaria de Educação, cobrando um posicionamento da prefeitura. O sub-secretario de Educação, Eliezer Cruz, disse que, para se manifestar, o órgão depende da posição de outras secretarias.Em Salvador há 414 escolas municipais, que atendem 165 mil alunos.
ExceçãoPostos de saúde e da Defesa Civil são a exceção do movimento, pois são considerados atividades essenciais. Conforme informações do diretor do Sindseps (Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador), Edmilson Pereira, órgãos como a Transalvador (que controla o trânsito na capital) e a Guarda Municipal, funcionam com efetivo de 30%, em atendimento à legislação.Pela manhã, os trabalhadores dividiram-se em manifestações na Praça da Cruz Caída, na Praça da Sé, próximo à sede da prefeitura, no Centro Histórico da cidade, e em frente à sede da Sucom (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo) onde chegaram a realizar piquetes, tentando impedir a entrada de qualquer servidor que quisesse trabalhar.A paralisação foi decidida em assembleia realizada na noite da última terça."Chegamos ao limite de nossa paciência, não nos restou outra alternativa que não parar", diz o sindicalista Gustavo Mercês.Com a paralisação, operações como a "tapa buracos", que vem minimizando os efeitos das fortes chuvas que caíram recentemente sobre a cidade, foram suspensas nas principais ruas e avenidas. Conforme o sindicato, caso não haja entendimento com a prefeitura até sexta-feira (5), a categoria entrará em greve por tempo indeterminado a partir da segunda-feira (8).Everaldo Braga, coordenador geral do Sindseps, explica que os servidores têm feito paralisações pontuais desde 21 de maio, mas, segundo ele, a prefeitura não apresentou nenhuma contraproposta.
Judiciário também parouNo Estado, os servidores do judiciário paralisaram as atividades por 24 horas para a realização de uma assembleia extraordinária, no fórum Ruy Barbosa, localizado no bairro de Nazaré. Os servidores reivindicam reajuste salarial de 5,09% e aumento no ticket refeição. A implementação de alguns itens da Lei de Organização Judiciária, que foi reformada em 2008, também está na pauta da categoria.Conforme o Sinpojud (Sindicato do poder Judiciário do Estado da Bahia), em consequência da paralisação, os cartórios, tabelionatos, juizados, varas cíveis e criminais de Salvador não funcionam, à exceção de serviços essenciais, como o plantão judiciário, emissão de guia de sepultamento, liberação de habeas corpus e liminares referentes a planos de saúde.
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do UOL Educação
Servidores municipais fazem caminhada em região do Iguatemi
Redação CORREIO
Servidores municipais seguem em campanha salarial e fazem uma caminhada na tarde desta quarta-feira (3) na região do Iguatemi, causando lentidão no tráfego de veículos para o motorista que está na avenida ACM, sentido Tancredo Neves, segundo informações da Superintendência de Trãnsito e Transportes de Salvador (Transalvador).
O Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsesp) paralisaram as atividades por 72h, reinvidicando um reajuste salarial de 50% e a criação de um plano de saúde.
Segundo Gustavo Mercês, diretor do Sindsesp, a paralisação é um anúncio para que a prefeitura possa entrar em um acordo com a categoria. Se por acaso isto não acontecer, eles ameaçam entrar em greve a partir da segunda-feira (8).
De acordo com a Transalvador, o motorista também enfrenta lentidão na avenida ACM, sentido Lucaia, por conta de um recapeamento que foi feito na pista.
Servidores municipais e do Judiciário param por melhoria salarial em Salvador
Heliana Frazão
Especial para o UOL
Salvador
A capital baiana vive uma quarta-feira de paralisações no setor público. Além dos professores da rede municipal, que estão em greve por tempo indeterminado desde a segunda-feira (1), os demais servidores municipais decidiram paralisar as atividades em todos os órgãos ligados à Prefeitura de Salvador por 72 horas, a partir de hoje. O movimento atinge cerca de 22 mil funcionários, que estão em campanha salarial e reivindicam piso na remuneração de R$ 695, plano de cargos e salários, assistência à saúde e melhores condições de trabalho.
A exceção do movimento conjunto refere-se apenas a atividades consideradas essenciais, como o funcionamento dos postos de saúde e da Defesa Civil. Conforme informações do diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps), Edmilson Pereira, outros órgãos como a Transalvador, que controla o trânsito na capital, e a Guarda Municipal funcionam com efetivo de 30%, em atendimento à legislação.Pela manhã, os manifestantes dividiram-se em manifestações na praça da Cruz Caída, na praça da Sé, próximo à sede da prefeitura, no centro histórico da cidade, e em frente à sede da Sucom (Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo), onde chegaram a realizar piquetes, tentando impedir a entrada de qualquer servidor que quisesse trabalhar.A paralisação foi decidida em assembleia realizada na noite da terça-feira (2). "Chegamos ao limite de nossa paciência, não nos restou outra alternativa", disse o sindicalista Gustavo Mercês.Com a paralisação, operações como a 'tapa buracos' nas principais ruas e avenidas, que vem minimizando os efeitos das fortes chuvas que caíram recentemente sobre a cidade, estão suspensas. Conforme o sindicato, caso não haja entendimento com a prefeitura até sexta-feira (5), a categoria entrará em greve por tempo indeterminado, a partir da segunda-feira (8).Everaldo Braga, coordenador geral do Sindseps, explica que os servidores têm feito paralisações pontuais desde 21 de maio mas, segundo ele, a prefeitura não apresentou nenhuma contraproposta.Professores fora das salas de aulaJá os professores da rede de ensino municipal de Salvador anteciparam-se ao movimento coletivo e cruzaram os braços já na segunda-feira (2). Na semana passada, eles realizaram um movimento de paralisação por 72 horas, pedindo melhoria salarial, e, como não houve avanço nas negociações com o município, decidiram deflagrar a greve geral. A categoria quer aumento salarial de 9,01% e plano de saúde."Entregamos uma pauta com os pleitos da categoria no dia 1° de abril, mas até aqui não obtivemos qualquer resposta da secretaria", justifica Elza Souza, diretora da APLB-Sindicato, entidade que representa os docentes na Bahia.Ela garante que cerca de 90% dos 5.500 professores municipais devem aderir ao movimento. "Os poucos que ainda permanecem em sala de aula estão sendo convencidos pelos colegas a parar também", informa.Os docentes realizaram um apitaço nesta manhã em frente à sede da Secretaria de Educação, cobrando um posicionamento da prefeitura. O sub-secretario de Educação, Eliezer Cruz, disse apenas que para se manifestar o órgão depende da posição de outras secretarias.São 414 escolas municipais, em Salvador, que atendem 165 mil alunos. Judiciário também parouNo Estado, os servidores do Judiciário paralisam as atividades por 24 horas para a realização de uma assembleia extraordinária no fórum Ruy Barbosa, localizado no bairro de Nazaré. Os servidores reivindicam um reajuste salarial de 5,09% e aumento no ticket refeição.A implementação de alguns itens da Lei de Organização Judiciária, que foi reformada em 2008, também está na pauta da categoria.Conforme o Sindicato do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sinpojud), em consequência da paralisação, os cartórios, tabelionatos, juizados, varas cíveis e criminais de Salvador não funcionam, à exceção de serviços essenciais como o plantão judiciário, emissão de guia de sepultamento, liberação de habeas corpus e liminares referentes a planos de saúde.
Servidores municipais anunciam paralisação geral por 72 horas
A TARDE On Line
Os servidores municipais de Salvador decidiram em assembleia realizada no início da noite desta terça-feira, 2, interromper as atividades por 72 horas a partir desta quarta-feira. No encontro realizado no Sindicato dos Bancários, funcionários da administração do município decidiram pela paralisação geral até cumprir o período legal que antecede a deflagração da greve. "Neste tempo a gente [servidores] estará também à espera do pronunciamento da prefeitura" disse o diretor do Sindicato dos servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo MercêsSegundo informações do sindicato, a pauta de reivindicações da categoria foi entregue no dia 6 de abril e até esta terça nenhuma contraproposta foi apresentada pela Prefeitura. Ao longo de maio, servidores da Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop e SMA fizeram paralisações de advertência por 24 horas até que na sexta-feira, 28, professores decretaram uma greve geral em toda rede pública municipal de ensino, o que deixou cerca de 165 mil alunos sem aula.Durante a paralisação, os serviços essenciais à população funcionarão apenas com 30% do contingente de servidores, conforme previsto na Lei 7.783, que também determina que os trabalhadores anunciem o estado de greve pelo menos 72 horas úteis antes da deflagração.A categoria dos servidores pede um reajuste salarial de 50%, assistência à saúde paga pela prefitura, melhorias nas condições de trabalho e estabelecimento de piso salarial. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão, a pauta de reivindicação dos servidores está em análise. Salvador conta com cerca de 22 mil servidores municipais.
Servidores municipais fazem paralisação de 72 horas
3/6/2009 08:48 Thiago Pereira
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=31235
Após dez dias de manifestação, e suspensão gradual dos serviços essenciais da cidade, os servidores municipais de Salvador deflagraram, nesta quarta-feira (03), uma paralisação de 72 horas, que pode resultar em uma greve por tempo indeterminado caso não haja um acordo com a prefeitura da capital baiana.
A decisão de suspender os serviços por três dias foi tomada na noite da última terça (02), durante uma assembléia realizada no auditório do Sindicato dos Bancários, no Centro de Salvador. Foi decidido durante o encontro que a prefeitura tem até a próxima sexta-feira (05) para atender a pauta de reivindicações dos trabalhadores, caso contrário 22 mil servidores devem cruzar os braços e deixar os postos de trabalho na próxima segunda-feira (08).
"O teto da paciência dos servidores se esgotou, a Prefeitura não quis chamar o sindicato para negociar, e assim só nos restou a paralisação geral", afirmou o diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo Mercês.
Entre os serviços que estarão suspensos estão a fiscalização de trânsito e transporte, salvamento aquatico, vistorias da operação chuva, recapeamento de asfalto, administração da prefeitura, autarquias e abastecimento dos veiculos da Administração municipal.
Os servidores reivindicam melhorias na assistência à saúde, nas condições de trabalho e a constituição de um piso salarial para categoria. "Nós a todo momento estivemos aberto às negociações, mas não estamos dispostos a negociar com o silêncio e a omissão da Prefeitura" disse o diretor do sindicato ao retificar que apesar das paralisações a prefeitura não abriu negociações e sequer se manifestou sobre as reivindicações dos servidores.
Comunicado da prefeituraA Prefeitura de Salvador emitiu uma nota oficial em que afirmou "estudar cuidadosamente cada item da pauta de reivindicações apresentada pelos servidores municipais, com a intenção de sentar à mesa com os representantes do Sindseps para discutir os próximos passos da negociação".
Segundo a nota, Existem pontos da pauta apresentada pelos servidores que são viáveis, segundo as avaliações, e outros que terão de ser negociados com cautela para não comprometer a capacidade de pagamento do Município.
"A administração municipal compreende e reconhece a importância da categoria no atendimento da comunidade e reforça que a decisão é de manter o diálogo permanente com os servidores" conclui o comunicado.
Servidores municipais iniciaram desde a zero hora desta quarta-feira (3), uma paralisação de 72 horas em todas as atividades dos órgãos municipais. Nesses três dias consecutivos, será mantido 30% do efetivo dos 22 mil servidores em atividade. Apenas os serviços básicos serão mantidos. Após assembleia realizada ontem (2) à noite, os trabalhadores ameaçam realizar uma greve por tempo indeterminado na segunda-feira (8), concedendo o prazo de aviso à prefeitura, determinado por lei.Segundo o Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep), a categoria reivindica reajuste salarial de 50%, implantação de plano de saúde e plano de carreira, e melhores condições de trabalho.SERVIÇO NORMALDe acordo com a assessoria de comunicação do governo municipal, ospostos do Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-Obra (Simm), oatendimento na Secretaria da Fazenda (Sefaz), além dos Postos deAtendimento (PAs), Postos de Saúde da Família (PSF) e as UnidadesBásicas de Saúde (UBS) funcionam normalmente, além da Defesa Civil e daLimpurb. A Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal) também continua com expediente sem alteração.ATIVIDADES PARADASAs equipes de fiscalização dos transportes coletivos estão paralisadas e a Superintendência de Parques e Jardins (SPJ) funciona parcialmente, fazendo com que o Jardim Botânico permaneça fechado. Na Superintendência Municipal de Conservação de Obras Públicas (Sucop) só o setor de manutenção e conservação atua normalmente e os servidores da Gerência de Pavimentação (Gepav) negociam um possível retorno das atividades ainda hoje (03).A Superintendência de Prevenção à Violência (Susprev) e a Salvamar estão com apenas 30% do efetivo em seus respectivos postos e o atendimento ao público é regular. Os serviços da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) tapodem ser obtidos através dos SACs Iguatemi e Boca do Rio. A paralisação também atingiu parcialmente a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec), que mantém 34% das escolas com atividades regulares.
terça-feira, 2 de junho de 2009
PREFEITURA PARALISADA
Servidores municipais anunciam paralisação geral por 72 horas
A TARDE On Line
Os servidores municipais de Salvador decidiram em assembleia realizada no início da noite desta terça-feira, 2, interromper as atividades por 72 horas a partir desta quarta-feira. No encontro realizado no Sindicato dos Bancários, funcionários da administração do município decidiram pela paralisação geral até cumprir o período legal que antecede a deflagração da greve. "Neste tempo a gente [servidores] estará também à espera do pronunciamento da prefeitura" disse o diretor do Sindicato dos servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo MercêsSegundo informações do sindicato, a pauta de reivindicações da categoria foi entregue no dia 6 de abril e até esta terça nenhuma contraproposta foi apresentada pela Prefeitura. Ao longo de maio, servidores da Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop e SMA fizeram paralisações de advertência por 24 horas até que na sexta-feira, 28, professores decretaram uma greve geral em toda rede pública municipal de ensino, o que deixou cerca de 165 mil alunos sem aula.Durante a paralisação, os serviços essenciais à população funcionarão apenas com 30% do contingente de servidores, conforme previsto na Lei 7.783, que também determina que os trabalhadores anunciem o estado de greve pelo menos 72 horas úteis antes da deflagração.A categoria dos servidores pede um reajuste salarial de 50%, assistência à saúde paga pela prefitura, melhorias nas condições de trabalho e estabelecimento de piso salarial. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão, a pauta de reivindicação dos servidores está em análise. Salvador conta com cerca de 22 mil servidores municipais.
Servidores municipais decretam paralisação por 72h
Redação CORREIO
Os servidores municipais definiram em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (2), a paralisação de todas as atividades por 72h, começando a partir desta quarta (3), segundo informações do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep). Ainda segundo o Sindsep, eles ameaçam entrar em greve na segunda-feira (8), dando o prazo de aviso à prefeitura que é requirido por lei.
A campanha de reajuste salarial já atingiu diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag). Se a greve geral for decretada como prometem os servidores, ela irá atingir os 22 mil trabalhadores da prefeitura.
Fonte: Redação 02/06/2009 19h42 Cidade
Servidores municipais fazem paralisação de advertência
Se não houver acordo com a Prefeitura até sexta (5), 22 mil cruzam os braços por tempo indeterminado
Os servidores municipais decidiram que vão entrar em greve por tempo indeterminado. A assembléia da categoria no auditório do Sindicato dos Bancários acabou por volta das 19h20, com a definição de que a partir de amanhã todos os órgãos municipais iniciam uma paralisação de 72 horas.Se não houver uma contra-proposta por parte da Prefeitura até sexta-feira (5), os cerca de 22 mil servidores cruzam os braços sem previsão para retomar as atividades.De acordo com a assessoria de comunicação da Prefeitura, a expectativa é de que o acordo com os servidores seja realizado com brevidade para que a greve não se prolongue. Ainda segundo a assessoria, os serviços básicos serão mantidos.Neste momento a categoria segue em caminhada pela Avenida Sete Setembro até a sede do IPS, em frente ao colégio Central.Eles reivindicam reajuste salarial de 50%, implantação de plano de saúde e melhores condições de trabalho.
A TARDE On Line
Os servidores municipais de Salvador decidiram em assembleia realizada no início da noite desta terça-feira, 2, interromper as atividades por 72 horas a partir desta quarta-feira. No encontro realizado no Sindicato dos Bancários, funcionários da administração do município decidiram pela paralisação geral até cumprir o período legal que antecede a deflagração da greve. "Neste tempo a gente [servidores] estará também à espera do pronunciamento da prefeitura" disse o diretor do Sindicato dos servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), Gustavo MercêsSegundo informações do sindicato, a pauta de reivindicações da categoria foi entregue no dia 6 de abril e até esta terça nenhuma contraproposta foi apresentada pela Prefeitura. Ao longo de maio, servidores da Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop e SMA fizeram paralisações de advertência por 24 horas até que na sexta-feira, 28, professores decretaram uma greve geral em toda rede pública municipal de ensino, o que deixou cerca de 165 mil alunos sem aula.Durante a paralisação, os serviços essenciais à população funcionarão apenas com 30% do contingente de servidores, conforme previsto na Lei 7.783, que também determina que os trabalhadores anunciem o estado de greve pelo menos 72 horas úteis antes da deflagração.A categoria dos servidores pede um reajuste salarial de 50%, assistência à saúde paga pela prefitura, melhorias nas condições de trabalho e estabelecimento de piso salarial. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão, a pauta de reivindicação dos servidores está em análise. Salvador conta com cerca de 22 mil servidores municipais.
Servidores municipais decretam paralisação por 72h
Redação CORREIO
Os servidores municipais definiram em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (2), a paralisação de todas as atividades por 72h, começando a partir desta quarta (3), segundo informações do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindsep). Ainda segundo o Sindsep, eles ameaçam entrar em greve na segunda-feira (8), dando o prazo de aviso à prefeitura que é requirido por lei.
A campanha de reajuste salarial já atingiu diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag). Se a greve geral for decretada como prometem os servidores, ela irá atingir os 22 mil trabalhadores da prefeitura.
Fonte: Redação 02/06/2009 19h42 Cidade
Servidores municipais fazem paralisação de advertência
Se não houver acordo com a Prefeitura até sexta (5), 22 mil cruzam os braços por tempo indeterminado
Os servidores municipais decidiram que vão entrar em greve por tempo indeterminado. A assembléia da categoria no auditório do Sindicato dos Bancários acabou por volta das 19h20, com a definição de que a partir de amanhã todos os órgãos municipais iniciam uma paralisação de 72 horas.Se não houver uma contra-proposta por parte da Prefeitura até sexta-feira (5), os cerca de 22 mil servidores cruzam os braços sem previsão para retomar as atividades.De acordo com a assessoria de comunicação da Prefeitura, a expectativa é de que o acordo com os servidores seja realizado com brevidade para que a greve não se prolongue. Ainda segundo a assessoria, os serviços básicos serão mantidos.Neste momento a categoria segue em caminhada pela Avenida Sete Setembro até a sede do IPS, em frente ao colégio Central.Eles reivindicam reajuste salarial de 50%, implantação de plano de saúde e melhores condições de trabalho.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
EDUCAÇÃO PAROU, AGORA TODOS À ASSEMBLEIA
VÍDEO DA PARALISAÇÃO DOS GUARDAS MUNICIPAIS:
http://www.youtube.com/watch?v=suZSdNMe0cU
Professores municipais entram em greve por tempo indeterminado
Paula Pitta A TARDE On Line
Os professores municipais decidiram entrar em greve por tempo indeterminado em assembleia realizada nesta manhã, no clube do Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos, e agora partem em caminhada pelo centro da cidade em direção à Praça Municipal. Segundo Mônica Muniz, diretora da APLB, a categoria tomou esta decisão porque não obteve retorno da prefeitura sobre o reajuste pleiteado, de 9,01%. Uma nova assembleia foi marcada para discutir o movimento, no dia 2 de junho, às 9h.
"Eles discutiram apenas itens pedagógicos. Estamos aguardando o governo chamar para discutir", diz Marilene Betros, vice-coordenadora da APLB. Os professores não voltam às salas de aula, emendando a greve com a paralisação de 72 horas que começou na quarta, 27. Marilene diz que os docentes não precisariam cumprir o prazo legal de 72 horas para informar a população e governo sobre a greve porque a categoria já estava de braços cruzados. "Eles estavam cientes da possibilidade da greve", explica.
O movimento dos professores municipais deixa sem aulas 165 mil estudantes em 414 escolas.
Administrativo - Além dos docentes, cerca de 300 servidores municipais da área administrativa participaram da assembleia no sindicato dos Bancários. Eles fazem parte do movimento dos funcionários públicos da Prefeitura que, desde a semana passada, já pararam por um dia a Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucop, SMA, Sucom, Sesp e Guarda Municipal.
De acordo com o diretor do sindicato dos servidores municipais, Gustavo Mercês, a secretaria de educação continua funcionando nesta sexta, apesar da paralisação dos funcionários públicos. "Os terceirizados e estagiários continuam trabalhando e lá tem muitos", diz, sem informar o total de terceirizados e estagiários.
Os servidores pedem 50% de reajuste, assistência médica e melhorias nas condições de trabalho.
A reportagem do A TARDE On Line entrou em contato com a Prefeitura, mas o órgão ainda não se pronunciou sobre as reivindicações dos professores e servidores.
Servidores municipais de educação decretam greve em assembléia
Redação CORREIO
Os servidores municipais da educação decretaram greve por tempo indeterminado, em decisão tomada na manhã desta segunda-feira (29) em assembleia, realizada no Ginásio dos Bancários, no Largo Dois de Julho. Segundo Gustavo Mercês, diretor do sindicato de servidores municipais, além dos professores, os funcionários da área técnica administrativa também aderiram a greve. Já os servidores das diversas secretarias que fizeram protesto nos últimos dias, decidirão se farão greve apenas em assembléia do dia 02 de junho.
Entre os pontos de divergência entre os sindicalistas e a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) que não foram acordados, estão o reajuste salarial de 9,01% e o direito a plano de saúde.
salvador 29.05.2009 - 10h21
Cerca de 22mil servidores municipais poderão parar as atividades
Redação CORREIO
Cerca de 22mil servidores municipais ameçam fazer greve geral após assembléia que será realizada no dia 02 de junho, às 17h30 no sindicato dos bancários. Até o momento a prefeitura não entrou em contato com eles para negociar as reivindicações de assistência à saúde, melhores condições de trabalho e a constituição de um piso salarial para categoria. 'Nós a todo momento estivemos abertos às negociações, mas não estamos dispostos a negociar com o silêncio e a omissão da prefeitura', enfatizou Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps). Dentre os órgãos que participaram do movimento estão as Secretarias Municipal de Planejamento, Gestão e Tecnologia, da Fazenda, da Educação, e a Salvamar. Além da Sucop, Transalvador e Guarda Municipal. Com exceção apenas da Defesa Civil, que apesar de ter ajudado no protesto, estacionando provisoriamente os carros e viaturas dos fiscais de trânsito no pátio do órgão, não aderiu as paralisações.EducaçãoNa manhã desta sexta-feira (29), cerca de 300 servidores da Secretaria Municipal de Educação participam de uma assembleia geral na quadra dos bancários, no Largo dos Aflitos, para decidirem se entrarão em greve após as 72 horas de paralisação.
Servidores municipais chegam ao último dia de paralisações
29/5/2009 09:08 Thiago Pereira
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=30981
Os servidores municipais chegam ao último dia de paralisações nesta sexta-feira (29), quando cerca de 300 servidores técnicos administrativos da secretaria municipal de educação suspenderão os serviços e participarão de uma assembléia geral dos trabalhadores da Educação, na quadra do Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos.
Após dez dias de paralisações, que atingiram diversos órgãos e secretarias da prefeitura, o Sindicato dos servidores da prefeitura do Salvador (Sindseps) avaliou que uma greve deve ser deflagrada no dia 2 de junho, quando será realizada a Assembléia Geral dos servidores.
Caso confirmada, a greve deverá contar com 22.000 servidores, que paralisarão alguns dos principais serviços da cidade, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Defesa Civil de Salvador (Codesal).
Segundo o diretor do Sindseps, Gustavo Mercês, "durante essa caminhada de paralisações nas secretarias municipais podemos sentir o forte descontentamento dos servidores e o silêncio por parte da Prefeitura em relação a nossa pauta, causou grande indignação".
A pauta salarial da categoria tem como pontos centrais a melhoria na assistência à saúde, nas condições de trabalho e a constituição de um piso salarial para categoria. "Nós a todo momento estivemos aberto às negociações, mas não estamos dispostos a negociar com o silêncio e a omissão da Prefeitura" disse o diretor do sindicato ao retificar que apesar das paralisações a prefeitura não abriu negociações e sequer se manifestou sobre as reivindicações dos servidores.
29/5/2009 às 09:36
Servidores da Secretaria Municipal de Educação cruzam os braços
Arysa Souza, do ITAPOAN ON LINE
http://www.itapoanonline.com/main/plantao/noticia.aspx?nid=62905
Após dez dias de paralisações em cada secretaria da Prefeitura, cerca de 300 servidores técnicos administrativos da Secretaria Municipal de Educação param as atividades e se reúnem na quadra do Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos. A pauta de reivindicação da categoria tem como pontos centrais melhores condições de trabalho, assistência à saúde e a constituição de um piso salarial. Leia mais»Professores municipais podem entrar em greve
O Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) avalia que a assembléia que acontece no dia 2 de junho deve deliberar uma greve geral com cerca de 22.000 servidores. "Durante essa caminhada de paralisações nas secretarias municipais podemos sentir o forte descontentamento dos servidores e o silêncio por parte da Prefeitura em relação a nossa pauta”, afirmou o diretor do sindicato, Gustavo Mercês.
Paula Pitta A TARDE On Line
Os professores municipais decidiram entrar em greve por tempo indeterminado em assembleia realizada nesta manhã, no clube do Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos, e agora partem em caminhada pelo centro da cidade em direção à Praça Municipal. Segundo Mônica Muniz, diretora da APLB, a categoria tomou esta decisão porque não obteve retorno da prefeitura sobre o reajuste pleiteado, de 9,01%. Uma nova assembleia foi marcada para discutir o movimento, no dia 2 de junho, às 9h.
"Eles discutiram apenas itens pedagógicos. Estamos aguardando o governo chamar para discutir", diz Marilene Betros, vice-coordenadora da APLB. Os professores não voltam às salas de aula, emendando a greve com a paralisação de 72 horas que começou na quarta, 27. Marilene diz que os docentes não precisariam cumprir o prazo legal de 72 horas para informar a população e governo sobre a greve porque a categoria já estava de braços cruzados. "Eles estavam cientes da possibilidade da greve", explica.
O movimento dos professores municipais deixa sem aulas 165 mil estudantes em 414 escolas.
Administrativo - Além dos docentes, cerca de 300 servidores municipais da área administrativa participaram da assembleia no sindicato dos Bancários. Eles fazem parte do movimento dos funcionários públicos da Prefeitura que, desde a semana passada, já pararam por um dia a Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucop, SMA, Sucom, Sesp e Guarda Municipal.
De acordo com o diretor do sindicato dos servidores municipais, Gustavo Mercês, a secretaria de educação continua funcionando nesta sexta, apesar da paralisação dos funcionários públicos. "Os terceirizados e estagiários continuam trabalhando e lá tem muitos", diz, sem informar o total de terceirizados e estagiários.
Os servidores pedem 50% de reajuste, assistência médica e melhorias nas condições de trabalho.
A reportagem do A TARDE On Line entrou em contato com a Prefeitura, mas o órgão ainda não se pronunciou sobre as reivindicações dos professores e servidores.
Servidores municipais de educação decretam greve em assembléia
Redação CORREIO
Os servidores municipais da educação decretaram greve por tempo indeterminado, em decisão tomada na manhã desta segunda-feira (29) em assembleia, realizada no Ginásio dos Bancários, no Largo Dois de Julho. Segundo Gustavo Mercês, diretor do sindicato de servidores municipais, além dos professores, os funcionários da área técnica administrativa também aderiram a greve. Já os servidores das diversas secretarias que fizeram protesto nos últimos dias, decidirão se farão greve apenas em assembléia do dia 02 de junho.
Entre os pontos de divergência entre os sindicalistas e a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC) que não foram acordados, estão o reajuste salarial de 9,01% e o direito a plano de saúde.
salvador 29.05.2009 - 10h21
Cerca de 22mil servidores municipais poderão parar as atividades
Redação CORREIO
Cerca de 22mil servidores municipais ameçam fazer greve geral após assembléia que será realizada no dia 02 de junho, às 17h30 no sindicato dos bancários. Até o momento a prefeitura não entrou em contato com eles para negociar as reivindicações de assistência à saúde, melhores condições de trabalho e a constituição de um piso salarial para categoria. 'Nós a todo momento estivemos abertos às negociações, mas não estamos dispostos a negociar com o silêncio e a omissão da prefeitura', enfatizou Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (Sindseps). Dentre os órgãos que participaram do movimento estão as Secretarias Municipal de Planejamento, Gestão e Tecnologia, da Fazenda, da Educação, e a Salvamar. Além da Sucop, Transalvador e Guarda Municipal. Com exceção apenas da Defesa Civil, que apesar de ter ajudado no protesto, estacionando provisoriamente os carros e viaturas dos fiscais de trânsito no pátio do órgão, não aderiu as paralisações.EducaçãoNa manhã desta sexta-feira (29), cerca de 300 servidores da Secretaria Municipal de Educação participam de uma assembleia geral na quadra dos bancários, no Largo dos Aflitos, para decidirem se entrarão em greve após as 72 horas de paralisação.
Servidores municipais chegam ao último dia de paralisações
29/5/2009 09:08 Thiago Pereira
http://www.radiosociedadeam.com.br/capa/noticia.aspx?nid=30981
Os servidores municipais chegam ao último dia de paralisações nesta sexta-feira (29), quando cerca de 300 servidores técnicos administrativos da secretaria municipal de educação suspenderão os serviços e participarão de uma assembléia geral dos trabalhadores da Educação, na quadra do Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos.
Após dez dias de paralisações, que atingiram diversos órgãos e secretarias da prefeitura, o Sindicato dos servidores da prefeitura do Salvador (Sindseps) avaliou que uma greve deve ser deflagrada no dia 2 de junho, quando será realizada a Assembléia Geral dos servidores.
Caso confirmada, a greve deverá contar com 22.000 servidores, que paralisarão alguns dos principais serviços da cidade, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador) e a Defesa Civil de Salvador (Codesal).
Segundo o diretor do Sindseps, Gustavo Mercês, "durante essa caminhada de paralisações nas secretarias municipais podemos sentir o forte descontentamento dos servidores e o silêncio por parte da Prefeitura em relação a nossa pauta, causou grande indignação".
A pauta salarial da categoria tem como pontos centrais a melhoria na assistência à saúde, nas condições de trabalho e a constituição de um piso salarial para categoria. "Nós a todo momento estivemos aberto às negociações, mas não estamos dispostos a negociar com o silêncio e a omissão da Prefeitura" disse o diretor do sindicato ao retificar que apesar das paralisações a prefeitura não abriu negociações e sequer se manifestou sobre as reivindicações dos servidores.
29/5/2009 às 09:36
Servidores da Secretaria Municipal de Educação cruzam os braços
Arysa Souza, do ITAPOAN ON LINE
http://www.itapoanonline.com/main/plantao/noticia.aspx?nid=62905
Após dez dias de paralisações em cada secretaria da Prefeitura, cerca de 300 servidores técnicos administrativos da Secretaria Municipal de Educação param as atividades e se reúnem na quadra do Sindicato dos Bancários, no Largo dos Aflitos. A pauta de reivindicação da categoria tem como pontos centrais melhores condições de trabalho, assistência à saúde e a constituição de um piso salarial. Leia mais»Professores municipais podem entrar em greve
O Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) avalia que a assembléia que acontece no dia 2 de junho deve deliberar uma greve geral com cerca de 22.000 servidores. "Durante essa caminhada de paralisações nas secretarias municipais podemos sentir o forte descontentamento dos servidores e o silêncio por parte da Prefeitura em relação a nossa pauta”, afirmou o diretor do sindicato, Gustavo Mercês.
Solidariedade à Luta dos Servidores Municipais de Salvador
NOTA DE SOLIDARIEDADE E APOIO
O Campo Étnico e Popular como articulação estadual de dirigentes de movimentos sociais em diversas regiões da Bahia, vem expressamente a público solidarizar-se e externar apoio irrestrito às mobilizações promovidas pelos servidores municipais de Salvador, na campanha salarial da categoria dirigida pelo SINDSEPS.Repudiamos a intransigência do prefeito João Henrique que tem se recusado a abrir o processo de negociação sobre as justas reivindicações da categoria, jogando com o agravamento da situação, resultante da ampliação das paralizações e a iminente deflagração da greve total nos serviços públicos no município.Em diversos setores da economia as negociações entre trabalhadores e o seguimento patronal, a partir das iniciativas, mobilizações e lutas, têm tido como resultado a implementação de índices de reajustes que asseguram minimamente a reposição das perdas salariais e melhoria nas condições de trabalho.Na pauta de reivindicações, entre outros itens, o SINDSEPS reclama da ausência de assistência a saúde, perda salarial de 114%, de acordo com cálculo da Dieese e falta de equipamentos de segurança para serviços perigosos, como os desenvolvidos pelos técnicos da Codesal, por exemplo, que trabalham em áreas de risco.Nos dirigimos a toda sociedade soteropolitana conclamando-a a apoiar decididamente esta luta. A pressionar o prefeito para a abertura do diálogo com a direção do sindicato, na perspectiva de encontrar uma solução para as reivindicações dos trabalhadores.Manifestamos apoio a esta luta porque é justa e busca o atendimento de reivindicações legitimas destes trabalhadores. Apoio a esta luta porque trata-se de defender os serviços públicos que vem sendo sucateados, seja pela falta de investimentos, seja pelo desrespeito para com os trabalhadores deste setor.Manifestamos nossa defesa intransigente do direito fundamental da classe trabalhadora, o direito de greve.Conclamamos todos a se solidarizarem com esta LUTA.
Salvador, 29 de Maio de 2009
Coordenação Estadual do Campo Étnico e Popular
quinta-feira, 28 de maio de 2009
GUARDA MUNICIPAL DERROTA PREFEITO E CORONEL - A GREVE PARECE JÁ CERTA!

Paralisação dos guardas municipais na San Martin acaba em confusão
Redação CORREIO
Guardas municipais de Salvador entraram em conflito na manhã desta quinta-feira (28) durante a paralisação da categoria. Cerca de 50 servidores estavam reunidos na porta da Guarda Municipal, na avenida San Martin, quando começou a confusão. A mobilização faz parte da campanha salarial dos servidores da capital.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, aproximadamente oito guardas municipais, que não aderiram à paralisação, entraram em confronto com outros servidores.
Segundo o diretor, os funcionários contrários à manifestação ameaçaram os colegas com facas. O guarda municipal, Rafael de Oliveira Rocha, chegou a ser agredido e prestou queixa na delegacia.


Agentes de combate a Endemias fecham trânsito no Comércio
O trânsito na região do Comércio ficou lento no começo da tarde desta quinta-feira (28), por conta de uma manifestação dos Agentes de Combate a Endemias. De acordo com informações da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), os manifestantes fecharam a via da avenida contorno, mas já terminaram com o protesto.
Ainda segundo a Transalvador, o motorista também enfrenta lentidão nas ruas França, Miguel Calmon e Estados Unidos, no Comércio. Na avenida Bonocô, o tráfego é intenso por conta de obras de recapeamento na via.
A Transalvador registrou até o momento, às 14h30, três acidentes sem nenhuma vítima. As outras vias da capital seguem com trânsito fluindo normalmente.

Protesto da Guarda Municipal fecha a San Martin por 2h
Paula Pitta A TARDE On Line
Os servidores da Guarda Municipal liberaram, às 12 horas desta quinta-feira, 28, o trânsito na avenida San Martin depois de duas horas de protesto e engarrafamento nos dois sentidos da via. O movimento é parte da campanha salarial dos servidores que, desde a semana passada, vem paralisando as atividades em vários órgãos da administração municipal. O major da Polícia Militar (PM) Jassilandro, responsável pela 9ª CIPM, que esteve no local acompanhado de equipes das Rondas Especiais da PM (Rondesp), chegou a chamar reforços para liberar a via. Antes, os policiais tentaram negociar com o comando da paralisação, mas eles diziam que só liberariam o trânsito com a presença do secretário de administração, Pedro Dantas, ou do prefeito João Henrique. Mas após duas horas de protesto, aceitaram finalizar o bloqueio da via, alegando respeito à população. Enquanto o protesto durou, o clima ficou tenso entre os manifestantes e policiais militares. Os sindicalistas reclamavam de empurrões por partes dos PMs, enquanto os policiais alegavam que os manifestantes incitavam o confronto. O major Jassilandro tentou convencer, sem sucesso, os servidores municipais a liberarem parte da via, permitindo a passagem de parte da população.
O congestionamento se estendeu por toda a avenida San Martin e ultrapassou o bairro do Retiro. Quem ficou preso no engarrafamento criticou os manifestantes. "O movimento é válido, mas vá para frente da Prefeitura. Não atrapalhe a população", reclamou Cristiano Lisboa, que perdeu um compromisso profissional por conta do bloqueio na pista. Quem também demonstrava indignação era o motorista Nilton Bernardinho, que transportava produtos perecíveis para um supermercado. "Está descongelando tudo. Não existe isso de trancar a rua. A polícia tinha que tomar uma providência", protestava. Agressão - No começo da manhã, aconteceram confrontos no pátio da sede da Guarda Municipal entre servidores que aderiram ao movimento do sindicato e os que não aceitaram interromper o trabalho. A confusão aconteceu por volta de 6h, quando os sindicalistas chegaram ao local. Os manifestantes alegam que um agente cortou o fio do microfone e, em reação, eles trancaram alguns servidores que não aderiram ao movimento no prédio da Guarda Municipal. Em meio a confusão, o guarda municipal Rafael Oliveira disse ter levado pancadas com cacetetes dos colegas que tentavam impedir o fechamento dos portões. Ele apresentava o punho vermelho e inchado. O coronel José Alberto Guanaes, superintendente do órgão, classificou a ação dos sindicalistas como piquete agressivo o que é proibido por lei, segundo ele. Sobre a suposta agressão, o coronel Guanaes orientou o servidor a prestar queixa na Corregedoria do órgão.
Cerca de 250 servidores da Guarda Municipal participaram do movimento nesta quinta e apenas cinco viaturas do órgão saíram às ruas. Os guardas reivindicam adicional de risco de 40% e reclamam de ter apenas um fardamento. O coronel Guanaes disse que o novo fardamento está sendo providenciado pela Secretaria Municipal de Planejamento (Seplag) e pediu uma alteração na lei que concede adicional para os servidores municipais. Mas, de acordo com ele, um parecer da Procuradoria Geral do Município (PGM) informa que os guardas municipais não teriam direito a esse benefício, o que é contestado pelo coronel.Além das reivindicações específicas dos guardas, os servidores municipais em geral pedem 50% de reajuste salarial, assistência médica e melhoria nas condições de trabalho. Nesta quinta, eles também pararam o trabalho na Sesp, no prédio ocupado pelo órgão na Praça da Sé.
Paralisação de guardas municipais gera conflito
28/05/2009 - 10h42m
*Da Redaçãoredacao@portalibahia.com.br
Guardas municipais de Salvador entraram em conflito na manhã desta quinta-feira (28). O motivo foi a manifestação realizada por cerca de 50 guardas na porta da Guarda Municipal, na avenida San Martin. A mobilização faz parte da campanha salarial dos servidores da capital. Hoje, os guardas municipais paralisaram as atividades.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, a confusão começou quando aproximadamente oito guardas municipais, que não aderiram à paralisação, entraram em confronto com o movimento grevista no local. Segundo o diretor, os servidores contrários à manifestação ameaçaram os colegas com facas. O guarda municipal, Rafael de Oliveira Rocha, chegou a ser agredido e prestou queixa na delegacia.
Servidores da saúde fazem paralisação hoje (27) Sucom suspende atividades nesta segunda (25)Servidores da Transalvador fazem paralisação
Além da reivindicação para a criação de um piso salarial para os servidores municipais e 50% de reajuste em cima desse piso, os guardas municipais reivindicam o adicional de risco de 40% e mais um fardamento para poder trabalhar, já que eles só possuem um. Além disso, Gustavo Mercês informou que todo o equipamento de segurança dos guardas municipais foram adquiridos com recursos dos próprios guardas.
Ainda segundo o diretor do sindicato, os agentes de fiscalização da Sesp também paralisaram as atividades hoje. Mercês informou que foi mantido o efetivo de 30% dos guardas municipais garantidos por lei. Nesta sexta-feira (29) é a vez dos servidores da Secretaria da Educação. As paralisações iniciaram no último dia 20 e já atingiram diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag), Secretaria Municipal de Saúde e Sucom. Os servidores vão se reunir em assembleia às 17h30 do dia 2 de junho, no Sindicato dos Bancários, quando podem definir pela greve geral, que vai atingir os 22 mil trabalhadores da prefeitura.
Confusão marca protesto na sede da Guarda Municipal
Servidores municipais afirmam que foram agredidos em manifestação na manhã desta quinta-feira
O início da paralisação dos guardas municipais, na manhã desta quinta-feira (28), foi marcado por muita confusão. De acordo com Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), oito funcionários teriam tentado tirar o carro de som da sede da instituição, na Avenida San Martim, além de entrar em conflito com os manifestantes.Um dos guardas municipais, de prenome Rafael, que alegou ter sido agredido no tumulto, foi à Delegacia de Polícia de São Caetano para prestar queixa. "Foram oito encarregados que vieram aqui, para tumultuar. Só nos resta saber agora quem foi que mandou eles fazerem tudo isso", disse Mercês.Além da Guarda Municipal, os agentes de fiscalização da Sesp também estão interrompendo hoje suas atividades por 24 horas. As manifestações fazem parte do cronograma de paralisações do Sindseps. Desde a semana passada, o movimento já atingiu a Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop, SMA, Secretaria de Saúde e a Vigilância Sanitária. Amanhã, último dia de protesto, será a vez da Sefaz, Educação e Desal.Os manifestantes reivindicam um reajuste salarial de 50%, a implantação de plano de saúde para os funcionários municipais e melhores condições de trabalho. No caso da Guarda Municipal, há um pedido a mais. "Eles não contam com os 40% de risco de vida e reclama que só têm um fardamento para trabalhar", lembrou Gustavo Mercês.O Sindseps alega que até o momento ninguém da prefeitura entrou em contato com os líderes do movimento. Na próxima terça-feira (2) será realizada uma assembleia, quando poderá ser anunciada greve geral dos servidores municipais.
..:: 28/05 - Guardas Municipais bloqueiam a Avenida San Martim
http://www.aratuonline.com.br/2009/noticia/25481,guardas-municipais-bloqueiam-a-avenida-san-martim.html
Uma manifestação dos Guardas Municipais está deixando o trânsito congestionado, neste momento, na Avenida San Martim. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), eles estão bloqueando a via nos dois sentidos, reivindicando melhores condições de trabalho.
Protesto dos servidores termina em confusão
Karoline Meira
O protesto do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps) realizado na manhã desta quinta-feira (28) acabou em confusão. A manifestação, cujo o objetivo é o aumento salarial dos servidores, foi realizada na frente da sede da Guarda Municipal, na Avenida San Martin.
A briga começou quando os guardas que não aderiram ao movimento, e estavam de plantão, entraram em confronto com os grevistas, impedindo o fechamento dos portões.
Um dos guardas, identificado como Rafael de Oliveira Rocha, foi agredido com cacetete e chegou a prestar queixa.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, os servidores que não participavam da manifestação ameaçaram os colegas com facas.
A reivindicação dos servidores é 50% de reajuste salarial, assistência de saúde e melhoria nas condições de trabalho.
Paralisação de guardas municipais gera confusão
Arysa Souza, do ITAPOAN ON LINE
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A manifestação dos servidores e guardas municipais na Avenida San Martin terminou em confusão na manhã desta quinta-feira (26/05). Alguns dos trabalhadores que não aderiram à paralisação entraram em conflito com os manifestantes quando eles tentavam fechar os portões de acesso à sede da Guarda Municipal.
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A categoria, que bloqueou os dois sentidos da avenida, reivindica melhores condições de trabalho, segurança e adicional de periculosidade
GUARDAS MUNICIPAIS SE ENFRENTAM EM PROTESTO
14:31:04
Uma paralisação da Guarda Municipal, que está em campanha salarial em Salvador, provocou o confronto de colegas de farda na Avenida San Martins, na manhã desta quinta-feira (28). Cerca de 50 patrulheiros estavam reunidos na porta da corporação protestando contra a direção da guarda quando outros soldados que não faziam parte do movimento chegaram a iniciaram uma confusão. A certa altura, alguns deles sacaram facas e ameaçaram os colegas ligados ao Sindicato dos Servidores de Salvador, quando teve início uma briga. Um guarda, Rafael de Oliveira Rocha, recebeu um golpe e relatou que prestará queixa na polícia.
Protesto de servidores termina em briga na sede da Guarda Municipal
política livre
Um protesto do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps) terminou em agressões físicas na manhã desta quinta-feira, na frente da sede da Guarda Municipal, na Avenida San Martin, em Salvador. Os sindicalistas chegaram ao local por volta das 8h e trancaram os portões para impedir o acesso dos trabalhadores. No entanto, guardas que estavam de plantão entraram em confronto com os manifestantes.
Com os punhos e o braço machucados, o guarda municipal Rafael Oliveira disse ter levado pancadas com cacetetes dos colegas que tentavam impedir o fechamento dos portões. Representantes do Sindseps afirmam que fios do microfone utilizado no carro de som foram cortados. O superintendente da Guarda, coronel José Guanais, nega que tenha havido retaliações e afirma que as agressões aconteceram porque o sindicato teria sido hostil na hora de iniciar a manifestação.
Cerca de 250 pessoas se concentram na frente da sede da Guarda Municipal. Apenas cinco viaturas do órgão foram às ruas para trabalhar nesta quinta. Desde o início do mês, o Sindseps realiza paralisações de um dia em diferentes órgãos municipais dentro da campanha salarial da categoria. A reivindicação dos servidores é 50% de reajuste salarial, assistência de saúde e melhoria nas condições de trabalho. Informações do A Tarde On Line.
Redação CORREIO
Guardas municipais de Salvador entraram em conflito na manhã desta quinta-feira (28) durante a paralisação da categoria. Cerca de 50 servidores estavam reunidos na porta da Guarda Municipal, na avenida San Martin, quando começou a confusão. A mobilização faz parte da campanha salarial dos servidores da capital.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, aproximadamente oito guardas municipais, que não aderiram à paralisação, entraram em confronto com outros servidores.
Segundo o diretor, os funcionários contrários à manifestação ameaçaram os colegas com facas. O guarda municipal, Rafael de Oliveira Rocha, chegou a ser agredido e prestou queixa na delegacia.
Funcionários da Secretaria da Fazenda paralisam atividades nesta sexta
A TARDE On Line
Os servidores da Secretaria da Fazenda Municipal de Salvador interromperão suas atividades por 24 horas nesta sexta-feira, 29. O movimento é parte da campanha salarial dos servidores municipais que, desde a semana passada, vêm paralisando o trabalho em vários órgãos da administração municipal.
Segundo Gustavo Mercês, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, a paralisação dos funcionários da Secretaria da Fazenda encerra o cronograma de interrupções de serviços municipais e dá início ao planejamento de greve geral da categoria, caso a prefeitura não apresente proposta já para ser votada em Assembleia Geral marcada para as 17h30 de terça-feira, dois de junho.
Protesto - Durante a manhã desta quinta-feira, 28, Cerca de 250 servidores da Guarda Municipal participaram do movimento de campanha salarial e fecharam a avenida San Martin das 10h às 12h. Por volta das 6h da amnhã, servidores que aderiram ao movimento do sindicato e os que não aceitaram interromper o trabalho se confrontaram no pátio da sede da Guarda.
Os servidores pedem 50% de aumento do salário base da categoria - R$465,00 - e a garantia do serviço de assistência médica, cancelado desde sete de janeiro de 2009, quando a Prefeitura anunciou uma reforma administrativa na estrutura do governo.
De acordo com Mercês, o pedido de aumento salarial pretende corrigir perdas acumuladas desde o último reajuste concedido pela prefeitura, em 1995. Sobre os planos de saúde, o sindicalista afirma que a mudança operada pelo executivo no início de 2009 acabou com Instituto de Previdência Salvador, responsável pelos serviços de assistência médica e aposentadoria dos servidores, e o susbtituiu pelo Previs, que contempla apenas o plano de previdência dos trabalhadores municipais.
De acordo com a Secretaria de Comunicação da Prefeitura, a pauta de reivindicações dos servidores está em análise e ainda não há uma data definida para a apresentação de uma contra-proposta.
Para Ana Georgina Dias, supervisora do Departamento Intersindidcal de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) seção Bahia, "embora 50% de aumento pareça um valor irreal nessa conjuntura econômica, é perfeitamento justificável e defensável porque essas são perdas que vêm acontecendo ao longo de vários anos". Dados do Dieese informam que este aumento corresponderia a um aumento real de 41,8% no poder de compra do trabalhador, levando em conta o pedido dos servidores e os descontos referente à inflação registrada pelo instituto no último ano (5,79%).
Os servidores da Secretaria da Fazenda Municipal de Salvador interromperão suas atividades por 24 horas nesta sexta-feira, 29. O movimento é parte da campanha salarial dos servidores municipais que, desde a semana passada, vêm paralisando o trabalho em vários órgãos da administração municipal.
Segundo Gustavo Mercês, presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, a paralisação dos funcionários da Secretaria da Fazenda encerra o cronograma de interrupções de serviços municipais e dá início ao planejamento de greve geral da categoria, caso a prefeitura não apresente proposta já para ser votada em Assembleia Geral marcada para as 17h30 de terça-feira, dois de junho.
Protesto - Durante a manhã desta quinta-feira, 28, Cerca de 250 servidores da Guarda Municipal participaram do movimento de campanha salarial e fecharam a avenida San Martin das 10h às 12h. Por volta das 6h da amnhã, servidores que aderiram ao movimento do sindicato e os que não aceitaram interromper o trabalho se confrontaram no pátio da sede da Guarda.
Os servidores pedem 50% de aumento do salário base da categoria - R$465,00 - e a garantia do serviço de assistência médica, cancelado desde sete de janeiro de 2009, quando a Prefeitura anunciou uma reforma administrativa na estrutura do governo.
De acordo com Mercês, o pedido de aumento salarial pretende corrigir perdas acumuladas desde o último reajuste concedido pela prefeitura, em 1995. Sobre os planos de saúde, o sindicalista afirma que a mudança operada pelo executivo no início de 2009 acabou com Instituto de Previdência Salvador, responsável pelos serviços de assistência médica e aposentadoria dos servidores, e o susbtituiu pelo Previs, que contempla apenas o plano de previdência dos trabalhadores municipais.
De acordo com a Secretaria de Comunicação da Prefeitura, a pauta de reivindicações dos servidores está em análise e ainda não há uma data definida para a apresentação de uma contra-proposta.
Para Ana Georgina Dias, supervisora do Departamento Intersindidcal de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) seção Bahia, "embora 50% de aumento pareça um valor irreal nessa conjuntura econômica, é perfeitamento justificável e defensável porque essas são perdas que vêm acontecendo ao longo de vários anos". Dados do Dieese informam que este aumento corresponderia a um aumento real de 41,8% no poder de compra do trabalhador, levando em conta o pedido dos servidores e os descontos referente à inflação registrada pelo instituto no último ano (5,79%).
Agentes de combate a Endemias fecham trânsito no Comércio
O trânsito na região do Comércio ficou lento no começo da tarde desta quinta-feira (28), por conta de uma manifestação dos Agentes de Combate a Endemias. De acordo com informações da Superintendência de Trânsito e Transportes de Salvador (Transalvador), os manifestantes fecharam a via da avenida contorno, mas já terminaram com o protesto.
Ainda segundo a Transalvador, o motorista também enfrenta lentidão nas ruas França, Miguel Calmon e Estados Unidos, no Comércio. Na avenida Bonocô, o tráfego é intenso por conta de obras de recapeamento na via.
A Transalvador registrou até o momento, às 14h30, três acidentes sem nenhuma vítima. As outras vias da capital seguem com trânsito fluindo normalmente.
Protesto da Guarda Municipal fecha a San Martin por 2h
Paula Pitta A TARDE On Line
Os servidores da Guarda Municipal liberaram, às 12 horas desta quinta-feira, 28, o trânsito na avenida San Martin depois de duas horas de protesto e engarrafamento nos dois sentidos da via. O movimento é parte da campanha salarial dos servidores que, desde a semana passada, vem paralisando as atividades em vários órgãos da administração municipal. O major da Polícia Militar (PM) Jassilandro, responsável pela 9ª CIPM, que esteve no local acompanhado de equipes das Rondas Especiais da PM (Rondesp), chegou a chamar reforços para liberar a via. Antes, os policiais tentaram negociar com o comando da paralisação, mas eles diziam que só liberariam o trânsito com a presença do secretário de administração, Pedro Dantas, ou do prefeito João Henrique. Mas após duas horas de protesto, aceitaram finalizar o bloqueio da via, alegando respeito à população. Enquanto o protesto durou, o clima ficou tenso entre os manifestantes e policiais militares. Os sindicalistas reclamavam de empurrões por partes dos PMs, enquanto os policiais alegavam que os manifestantes incitavam o confronto. O major Jassilandro tentou convencer, sem sucesso, os servidores municipais a liberarem parte da via, permitindo a passagem de parte da população.
O congestionamento se estendeu por toda a avenida San Martin e ultrapassou o bairro do Retiro. Quem ficou preso no engarrafamento criticou os manifestantes. "O movimento é válido, mas vá para frente da Prefeitura. Não atrapalhe a população", reclamou Cristiano Lisboa, que perdeu um compromisso profissional por conta do bloqueio na pista. Quem também demonstrava indignação era o motorista Nilton Bernardinho, que transportava produtos perecíveis para um supermercado. "Está descongelando tudo. Não existe isso de trancar a rua. A polícia tinha que tomar uma providência", protestava. Agressão - No começo da manhã, aconteceram confrontos no pátio da sede da Guarda Municipal entre servidores que aderiram ao movimento do sindicato e os que não aceitaram interromper o trabalho. A confusão aconteceu por volta de 6h, quando os sindicalistas chegaram ao local. Os manifestantes alegam que um agente cortou o fio do microfone e, em reação, eles trancaram alguns servidores que não aderiram ao movimento no prédio da Guarda Municipal. Em meio a confusão, o guarda municipal Rafael Oliveira disse ter levado pancadas com cacetetes dos colegas que tentavam impedir o fechamento dos portões. Ele apresentava o punho vermelho e inchado. O coronel José Alberto Guanaes, superintendente do órgão, classificou a ação dos sindicalistas como piquete agressivo o que é proibido por lei, segundo ele. Sobre a suposta agressão, o coronel Guanaes orientou o servidor a prestar queixa na Corregedoria do órgão.
Cerca de 250 servidores da Guarda Municipal participaram do movimento nesta quinta e apenas cinco viaturas do órgão saíram às ruas. Os guardas reivindicam adicional de risco de 40% e reclamam de ter apenas um fardamento. O coronel Guanaes disse que o novo fardamento está sendo providenciado pela Secretaria Municipal de Planejamento (Seplag) e pediu uma alteração na lei que concede adicional para os servidores municipais. Mas, de acordo com ele, um parecer da Procuradoria Geral do Município (PGM) informa que os guardas municipais não teriam direito a esse benefício, o que é contestado pelo coronel.Além das reivindicações específicas dos guardas, os servidores municipais em geral pedem 50% de reajuste salarial, assistência médica e melhoria nas condições de trabalho. Nesta quinta, eles também pararam o trabalho na Sesp, no prédio ocupado pelo órgão na Praça da Sé.
Paralisação de guardas municipais gera conflito
28/05/2009 - 10h42m
*Da Redaçãoredacao@portalibahia.com.br
Guardas municipais de Salvador entraram em conflito na manhã desta quinta-feira (28). O motivo foi a manifestação realizada por cerca de 50 guardas na porta da Guarda Municipal, na avenida San Martin. A mobilização faz parte da campanha salarial dos servidores da capital. Hoje, os guardas municipais paralisaram as atividades.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, a confusão começou quando aproximadamente oito guardas municipais, que não aderiram à paralisação, entraram em confronto com o movimento grevista no local. Segundo o diretor, os servidores contrários à manifestação ameaçaram os colegas com facas. O guarda municipal, Rafael de Oliveira Rocha, chegou a ser agredido e prestou queixa na delegacia.
Servidores da saúde fazem paralisação hoje (27) Sucom suspende atividades nesta segunda (25)Servidores da Transalvador fazem paralisação
Além da reivindicação para a criação de um piso salarial para os servidores municipais e 50% de reajuste em cima desse piso, os guardas municipais reivindicam o adicional de risco de 40% e mais um fardamento para poder trabalhar, já que eles só possuem um. Além disso, Gustavo Mercês informou que todo o equipamento de segurança dos guardas municipais foram adquiridos com recursos dos próprios guardas.
Ainda segundo o diretor do sindicato, os agentes de fiscalização da Sesp também paralisaram as atividades hoje. Mercês informou que foi mantido o efetivo de 30% dos guardas municipais garantidos por lei. Nesta sexta-feira (29) é a vez dos servidores da Secretaria da Educação. As paralisações iniciaram no último dia 20 e já atingiram diversos órgãos municipais, como a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), Secretaria Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão (Seplag), Secretaria Municipal de Saúde e Sucom. Os servidores vão se reunir em assembleia às 17h30 do dia 2 de junho, no Sindicato dos Bancários, quando podem definir pela greve geral, que vai atingir os 22 mil trabalhadores da prefeitura.
Confusão marca protesto na sede da Guarda Municipal
Servidores municipais afirmam que foram agredidos em manifestação na manhã desta quinta-feira
O início da paralisação dos guardas municipais, na manhã desta quinta-feira (28), foi marcado por muita confusão. De acordo com Gustavo Mercês, diretor do Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps), oito funcionários teriam tentado tirar o carro de som da sede da instituição, na Avenida San Martim, além de entrar em conflito com os manifestantes.Um dos guardas municipais, de prenome Rafael, que alegou ter sido agredido no tumulto, foi à Delegacia de Polícia de São Caetano para prestar queixa. "Foram oito encarregados que vieram aqui, para tumultuar. Só nos resta saber agora quem foi que mandou eles fazerem tudo isso", disse Mercês.Além da Guarda Municipal, os agentes de fiscalização da Sesp também estão interrompendo hoje suas atividades por 24 horas. As manifestações fazem parte do cronograma de paralisações do Sindseps. Desde a semana passada, o movimento já atingiu a Seplag, Transalvador, Salvamar, Sucom, Sucop, SMA, Secretaria de Saúde e a Vigilância Sanitária. Amanhã, último dia de protesto, será a vez da Sefaz, Educação e Desal.Os manifestantes reivindicam um reajuste salarial de 50%, a implantação de plano de saúde para os funcionários municipais e melhores condições de trabalho. No caso da Guarda Municipal, há um pedido a mais. "Eles não contam com os 40% de risco de vida e reclama que só têm um fardamento para trabalhar", lembrou Gustavo Mercês.O Sindseps alega que até o momento ninguém da prefeitura entrou em contato com os líderes do movimento. Na próxima terça-feira (2) será realizada uma assembleia, quando poderá ser anunciada greve geral dos servidores municipais.
..:: 28/05 - Guardas Municipais bloqueiam a Avenida San Martim
http://www.aratuonline.com.br/2009/noticia/25481,guardas-municipais-bloqueiam-a-avenida-san-martim.html
Uma manifestação dos Guardas Municipais está deixando o trânsito congestionado, neste momento, na Avenida San Martim. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transporte de Salvador (Transalvador), eles estão bloqueando a via nos dois sentidos, reivindicando melhores condições de trabalho.
Protesto dos servidores termina em confusão
Karoline Meira
O protesto do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps) realizado na manhã desta quinta-feira (28) acabou em confusão. A manifestação, cujo o objetivo é o aumento salarial dos servidores, foi realizada na frente da sede da Guarda Municipal, na Avenida San Martin.
A briga começou quando os guardas que não aderiram ao movimento, e estavam de plantão, entraram em confronto com os grevistas, impedindo o fechamento dos portões.
Um dos guardas, identificado como Rafael de Oliveira Rocha, foi agredido com cacetete e chegou a prestar queixa.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Servidores de Salvador, Gustavo Mercês, os servidores que não participavam da manifestação ameaçaram os colegas com facas.
A reivindicação dos servidores é 50% de reajuste salarial, assistência de saúde e melhoria nas condições de trabalho.
Paralisação de guardas municipais gera confusão
Arysa Souza, do ITAPOAN ON LINE
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A manifestação dos servidores e guardas municipais na Avenida San Martin terminou em confusão na manhã desta quinta-feira (26/05). Alguns dos trabalhadores que não aderiram à paralisação entraram em conflito com os manifestantes quando eles tentavam fechar os portões de acesso à sede da Guarda Municipal.
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A categoria, que bloqueou os dois sentidos da avenida, reivindica melhores condições de trabalho, segurança e adicional de periculosidade
GUARDAS MUNICIPAIS SE ENFRENTAM EM PROTESTO
14:31:04
Uma paralisação da Guarda Municipal, que está em campanha salarial em Salvador, provocou o confronto de colegas de farda na Avenida San Martins, na manhã desta quinta-feira (28). Cerca de 50 patrulheiros estavam reunidos na porta da corporação protestando contra a direção da guarda quando outros soldados que não faziam parte do movimento chegaram a iniciaram uma confusão. A certa altura, alguns deles sacaram facas e ameaçaram os colegas ligados ao Sindicato dos Servidores de Salvador, quando teve início uma briga. Um guarda, Rafael de Oliveira Rocha, recebeu um golpe e relatou que prestará queixa na polícia.
Protesto de servidores termina em briga na sede da Guarda Municipal
política livre
Um protesto do Sindicato dos Servidores Municipais (Sindseps) terminou em agressões físicas na manhã desta quinta-feira, na frente da sede da Guarda Municipal, na Avenida San Martin, em Salvador. Os sindicalistas chegaram ao local por volta das 8h e trancaram os portões para impedir o acesso dos trabalhadores. No entanto, guardas que estavam de plantão entraram em confronto com os manifestantes.
Com os punhos e o braço machucados, o guarda municipal Rafael Oliveira disse ter levado pancadas com cacetetes dos colegas que tentavam impedir o fechamento dos portões. Representantes do Sindseps afirmam que fios do microfone utilizado no carro de som foram cortados. O superintendente da Guarda, coronel José Guanais, nega que tenha havido retaliações e afirma que as agressões aconteceram porque o sindicato teria sido hostil na hora de iniciar a manifestação.
Cerca de 250 pessoas se concentram na frente da sede da Guarda Municipal. Apenas cinco viaturas do órgão foram às ruas para trabalhar nesta quinta. Desde o início do mês, o Sindseps realiza paralisações de um dia em diferentes órgãos municipais dentro da campanha salarial da categoria. A reivindicação dos servidores é 50% de reajuste salarial, assistência de saúde e melhoria nas condições de trabalho. Informações do A Tarde On Line.
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