Através de uma mobilização puxada pelo Sindicato dos Servidores da Prefeitura de Salvador (SINDSEPS), os servidores municipais ocuparam as ruas da capital baiana para denunciar o estado de abandono do Instituto de Previdência do Salvador (IPS). Os servidores seguiram da Avenida Joana Angélica até a Praça Municipal e gritaram durante o percurso palavras de ordens endereçadas ao prefeito João Henrique: “João Henrique cadê você, o IPS não vai morrer”.
De maneira permanente, o sindicato aponta equívocos da gestão municipal referente ao IPS. A atual diretoria do SINDSEPS, ao longo dos anos critica o acúmulo de dívidas, a falta de médicos e medicamentos, além das consultas agendadas e canceladas em cima da hora. Segundo a coordenadora geral do SINDISEPS, Beatriz Rosa, são cerca de 47 mil servidores segurados que dependem somente do atendimento da rede própria do IPS. “Só a rede própria não suporta, porque é precário e não funciona. Além disso, toda a rede conveniada que dava o suporte foi retirada por uma questão de inadimplência da prefeitura”. Beatriz conta que várias ações já foram realizadas pelo sindicato, mas esta situação se prolonga desde 2005, quando o município sancionou a Lei Complementar 041/05, que “revoga todos os artigos que se referem à assistência social e saúde, mantendo somente a previdência”. Segundo Beatriz, o Conselho Deliberativo paritário do IPS não funciona e a Lei também apresenta artigos inconstitucionais, “como o artigo 89, parágrafo 1, que mantém os agentes políticos (vereadores) dentro da cobertura previdenciária do município”.
O Diretor Administrativo-Financeiro do SINDSEPS, Helivaldo Alcântara, o “Alemão”, relata que os servidores estão sofrendo com a falta de assistência médica. Ele denuncia que o prédio do IPS, na Avenida Joana Angélica, se tornou um “elefante branco” e que empresas terceirizadas, que nem sempre recebem em dia, prestam um serviço aquém do desejado. Ele defende a realização de concurso público para preencher todas as vagas exclusivas para o servidor público. Essa medida realimentaria o sistema do IPS.
De maneira permanente, o sindicato aponta equívocos da gestão municipal referente ao IPS. A atual diretoria do SINDSEPS, ao longo dos anos critica o acúmulo de dívidas, a falta de médicos e medicamentos, além das consultas agendadas e canceladas em cima da hora. Segundo a coordenadora geral do SINDISEPS, Beatriz Rosa, são cerca de 47 mil servidores segurados que dependem somente do atendimento da rede própria do IPS. “Só a rede própria não suporta, porque é precário e não funciona. Além disso, toda a rede conveniada que dava o suporte foi retirada por uma questão de inadimplência da prefeitura”. Beatriz conta que várias ações já foram realizadas pelo sindicato, mas esta situação se prolonga desde 2005, quando o município sancionou a Lei Complementar 041/05, que “revoga todos os artigos que se referem à assistência social e saúde, mantendo somente a previdência”. Segundo Beatriz, o Conselho Deliberativo paritário do IPS não funciona e a Lei também apresenta artigos inconstitucionais, “como o artigo 89, parágrafo 1, que mantém os agentes políticos (vereadores) dentro da cobertura previdenciária do município”.
O Diretor Administrativo-Financeiro do SINDSEPS, Helivaldo Alcântara, o “Alemão”, relata que os servidores estão sofrendo com a falta de assistência médica. Ele denuncia que o prédio do IPS, na Avenida Joana Angélica, se tornou um “elefante branco” e que empresas terceirizadas, que nem sempre recebem em dia, prestam um serviço aquém do desejado. Ele defende a realização de concurso público para preencher todas as vagas exclusivas para o servidor público. Essa medida realimentaria o sistema do IPS.