O debate tem apontado para a necessidade de uma gestão que priorize nosso caráter “sindical”, entendido esse adjetivo enquanto a necessidade de conquistas para a categoria, como jornada, piso, condições de exercício profissional e criação de postos de trabalho, sem, no entanto, limitar nossa ação ao simples corporativismo desconectado das lutas da sociedade por direitos fundamentais do ser humano, avanços sociais e de cidadania. O “mais sindical” marca também a necessidade da categoria de reconhecer no SINDSEPS o defensor direto de seus interesses.