Lamentável fenômeno existente em nosso país consiste na crescente prática da contratação de empresas que disponibilizam empregados para prestar serviço eminentemente público por intermédio da terceirização, sobretudo para a ocupação de cargos mais modestos onde predomina, indiscutivelmente, a indicação política de quem vai ocupar o emprego junto a empresa privada que prestará o serviço em razão do contrato celebrado. Por intermédio desta prática, desrespeita-se o princípio do concurso público e mantêm-se o reprovável vício da opção pelo apadrinhamento na administração pública, ferindo de morte a moralidade administrativa.